Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

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Bons estudos
Pri
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26 de julho de 2018

O LIVRE ARBÍTRIO PARECE SER UMA FANTASIA - SEU INCONSCIENTE TOMA DECISÕES ANTES DE VOCÊ SABER

Resultado de imagem para livre arbitrio e inconsciente

Estudo mostra que seu inconsciente decide o que você vai fazer até 10 segundos antes de você perceber o que vai fazer ... O livre arbítrio é, supostamente, o direito inalienável do homem moderno. Acreditamos que somos muito conscientes, racionais ​​e autônomos. Mas esta é provavelmente uma ilusão confortável, para que possamos continuar com nossas vidas sem nos questionarmos demais. Desde há alguns anos, a partir de um experimento seminal de Benjamin Libet, os cientistas notaram algo perturbador. O cérebro humano, inconscientemente, decide o que vamos fazer, tempo antes de estarmos conscientes de que tomamos uma decisão. Em outras palavras, quando pensamos que estamos decidindo, os processos inconscientes do cérebro já estão trabalhando nisso, e talvez o que pensamos ser uma tomada de decisão, é apenas o ato de estar ciente de que fizemos algo. O livre-arbítrio seria, ao contrário, apenas uma consciência reflexiva que nos dá a sensação de integridade subjetiva. John Dylan-Haynes e Frank Tong fizeram uma réplica há alguns anos com algumas variações do experimento de Libet e confirmaram os resultados. No experimento (Determinantes Inconscientes de Decisões de Livres no Cérebro Humano), um grupo de voluntários teve que pressionar um dos dois botões quando sentiram uma urgência. Cada botão foi operado por uma mão diferente. Ao mesmo tempo, a troca de cartas apareceu em uma tela, e os participantes tiveram que lembrar qual carta eles tinham mostrado quando decidiram apertar o botão. Os resultados mostraram que, em alguns casos, a atividade cerebral associada à decisão começou até 10 segundos antes da decisão consciente. O sinal, diz a revista Nature, veio da região chamada córtex frontopolar, a área onde as decisões aparentemente se originam. Os pesquisadores acreditam que os resultados sugerem que a consciência é apenas a ponta de um iceberg e que existe um mecanismo inconsciente complexo que pode ser ainda mais importante em nossa tomada de decisão do que o domínio do consciente. Isso coloca em questão a noção de livre-arbítrio, que depende da ideia de um sujeito consciente que toma decisões. Os experimentos de Simone Kühn e Maurice Brass também confirmaram esse mesmo procedimento que sugere que a mente inconsciente é o que realmente decide, até o ponto em que é o inconsciente, "o que causa todos os pensamentos". Outros pesquisadores sugeriram que a liberdade do ser humano não é decidir o que fazer, mas sim vetar os processos que seu inconsciente manifesta; Em inglês, isso foi chamado de "free won't", um (livre não fazer). Outros especulam filosoficamente sobre isso e sugerem que isso poderia ser um sinal de que vivemos em um universo determinista.

Fonte: https://www.bibliotecapleyades.net/ciencia3/ciencia_brain120.htm


A Experiência De Libet




Na década de 1980, o cientista Benjamin Libet realizou um experimento. 

Ele "descobriu" que o que parece ser livre arbítrio ou a escolha consciente a se fazer ou não fazer alguma coisa é apenas a observância, de algo que já aconteceu.
Isso abalou completamente as fundações do que muitos pensavam ser um pré-requisito humano, e a visão religiosa de longa data de que o livre-arbítrio deve ser sempre honrado. 

12 de abril de 2016

Jung, a Sincronicidade e o Inconsciente Coletivo

As partes se relacionam com o todo, a corrente te detém e onde ela termina, é desconhecido. 
- Alexander Pope
An Essay on Man
O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) era amigo próximo e colega de Sigmund Freud. mas os dois teóricos pioneiros tiveram uma briga em 1914 por causa de diferenças pessoais e profissionais, notadamente pela rejeição da insistência cada vez mais dogmática de Freud e Jung sobre a primazia da libido. 
Antes de sua separação, os dois correspondiam com freqüência sobre a escola emergente da psicanálise. Um dos tópicos mencionados nas suas cartas foi ia ideia de Jung de sincronicidade, que na época não foi claramente definida.
Enquanto Freud principalmente ridicularizou a noção de sincronicidade, os interesses de longo alcance de Jung levou-o para o estudo da física quântica , fornecendo-lhe com fundamentos teóricos e empíricos sólidos para desenvolver o conceito. Jung também escreveu sobre encontros pessoais com a sincronicidade, outro fator que o obrigou a avançar esta ideia de vanguarda. 
A sincronicidade sugere que a mente e a matéria, bem como o passado, presente e futuro existem em um continuum espaço tempo significativamente ligados.
Implica também que as distinções diárias relativas ao meio ambiente, a causalidade e a crença no tempo linear são pressupostos historicamente específicos, em vez de verdades absolutas.

Por volta de 1950, Jung tinha delineado três tipos de sincronicidade:

  • A coincidência significativa a causal de um evento psicológico e um evento observável externo, podendo tanto ocorrer em torno do mesmo tempo. 
Este primeiro tipo de sincronicidade poderia ser ilustrado da seguinte forma: Você está dirigindo para casa e cerca de dois quarteirões e meio de seu destino, você começa a pensar em um amigo que não vê ha anos. Ao entrar pela porta da frente você descobre que o mesmo amigo que você tinha pensado, te telefonou e deixou uma mensagem na sua secretária eletrônica.
  • A coincidência significativa, a causal de um evento psicológico e um evento observável externo, este último tem lugar fora do alcance do indivíduo da percepção sensorial.
Este segundo tipo de sincronicidade é ilustrado pela visão bem documentada do cientista sueco e místico, Emanuel Swedenborg (1688-1772). Jung observa que Swedenborg interiormente viu um incêndio devastador que ocorreu cerca de 100 milhas de distância, em Estocolmo, representando o que os pesquisadores agora chamam de, a visualização remota.
  • A coincidência significativa causal de um evento psicológico interno, com um evento observável externo, este último tem lugar no futuro.
A galinha ou o ovo 
Jung diz que a sincronicidade implica numa relação causal entre a consciência do ego para o ambiente externo. A sincronicidade só acontece; ela não é causada por um único agente. Além disso, Jung adverte ativamente contra à procura de casos de sincronicidade, enfatizando a ideia de que a sincronicidade nunca é procurada e nem esperada, mas descobriu ao mesmo tempo, porém, que o ego consciente é guiado em direção a sincronicidades pelos arquétipos do inconsciente coletivo. Se isso parece confuso, o problema em parte pode ser atribuído a marca de Jung sobre da teorização e talvez à natureza um tanto misteriosa, sobre o tempo.
A questão da causalidade vs. acasualidade continua a ser debatida nos círculos acadêmicos, científicos e teológicos. 

Ilustrações 

15 de junho de 2015

O que é INCONSCIENTE COLETIVO e como ele age e influencia na sua vida. Parte I

Para começar, vamos entender o que são, arquétipos:
O conceito de arquétipos, do jeito que conhecemos hoje, surgiu em 1919 com o suíço Carl Gustav Jung.
Carl Gustav Jung
Carl Gustav Jung
Segundo ele, os arquétipos são conjuntos de “imagens primordiais” originadas de uma repetição progressiva de uma mesma experiência durante muitas gerações, armazenadas no inconsciente coletivo.
Os arquétipos da Morte, do Herói e do Fora de Lei são exemplos de algumas figuras que todos nós temos no imaginário desde criança. Independente de onde fomos criados, do país que vivemos e das nossas religiões e crenças, essas imagens são muito parecidas para todos.
É por isso que os arquétipos estão presentes nos mitos, lendas e contos de fadas. São eles que dão o verdadeiro significado para as estórias que passamos de geração em geração. Afinal de contas, as pessoas criam estas estórias para externar o que existe no inconsciente. Hoje os arquétipos podem ser encontrados nos filmes, na publicidade e em quase tudo que está ao nosso redor.


ARQUÉTIPOS:



  • persona
  • anima e animus
  • sombra
  • inconsciente coletivo= arquetipos
  • inconsciente pessoal
  • self

Arquétipo são: DADOS MATRIZES, .INFORMAÇÃO PRONTA QUE JÁ NASCE EM NOSSA MENTE.... MAS NÓS SOMOS O SELF.... QUE ESTA NO FUNDO DE TUDO.

EXISTEM ARQUÉTIPOS "BONS E MAUS", são os que nos deixam bem ou mal...por exemplo...águia é um arquétipo bom....vc olha pra águia e por ser um arquétipo de visão, alturas etc...esta força é ativada em você
o sapo é um mau arquetipo, pois sua mente é ativada..na lama, no lodo, faz a pessoa ficar avarenta etc...
O triângulo é um arquetipo de estabilidade, de imutabilidade, força imutável pois a forma triangular não se move. O triângulo com o olho dentro passa a mensagem à sua mente de que >>>>>há uma visão que é imutável e que te observa o tempo todo, você não pode escapar>>> daí você se rende a isso...entende??
muitos novos arquétipos surgem o tempo todo!
>>>mas as forças arquetípicas, todas elas, podem não fazer efeito mais em vc quando você acha o SEU SELF...O VOCÊ MESMO....é o que Jung chama de INDIVIDUAÇÃO.
EXPLICAÇÃO sobre arquétipos por Vanice Fiore

Inconsciente Coletivo de Carl Jung

O inconsciente para a psicologia junguiana compreende inconsciente pessoal e inconsciente coletivo. São domínio do inconsciente, todos os conteúdos e processos psíquicos que não se relacionam com o ego. Para Jung o inconsciente “é a fonte das forças instintivas da psique e as formas ou categorias que as regulam são os arquétipos”. “Vasto e inexaurível” este campo da psique possui qualidades compensatórias, ou seja, eles compensam o ego consciente pois contém e possuem elementos de auto-regulação da psique como um todo. Ao inconsciente Jung também designou uma função criativa, visto que é ele que apresenta à consciência conteúdos necessários à saúde psicológica.
jung
Segundo Jung, o inconsciente coletivo não deve sua existência a experiências pessoais; ele não é adquirido individualmente. Jung faz a distinção: o inconsciente pessoal é representado pelos sentimentos e idéias reprimidas, desenvolvidas durante a vida de um indivíduo. O inconsciente coletivo não se desenvolve individualmente, ele é herdado. É um conjunto de sentimentos, pensamentos e lembranças compartilhadas por toda a humanidade.
O inconsciente coletivo é um reservatório de imagens latentes, chamadas de arquétipos ou imagens primordiais, que cada pessoa herda de seus ancestrais. A pessoa não se lembra das imagens de forma consciente, porém, herda uma predisposição para reagir ao mundo da forma que seus ancestrais faziam. Sendo assim, a teoria estabelece que o ser humano nasce com muitas predisposições para pensar, entender e agir de certas formas. Por exemplo, o medo de cobras pode ser transmitido através do inconsciente coletivo, criando uma predisposição para que uma pessoa tema as cobras. No primeiro contato com uma cobra, a pessoa pode ficar aterrorizada, sem ter tido uma experiência pessoal que causasse tal medo, e sim derivando o pavor do inconsciente coletivo. Mas nem sempre as predisposições presentes no inconsciente coletivo se manifestam tão facilmente.

Fonte: http://www.pucsp.br/pos/cesima/schenberg/alunos/eduardoaugusto/Incosciente1.htm
*Inconsciente pessoal: local onde se armazena o que em algum momento foi consciente, mas que foi esquecido ou suprimido.
**Inconsciente coletivo: nível mais profundo da psique que contém as experiências herdadas das espécies humanas e pré-humanas.

Agora vamos entender, como funciona o INCONSCIENTE COLETIVO aplicado na massa/sociedade pelos senhores donos de mídia, como eles aplicam a agenda de hipnose e como criam a "realidade" através do inconsciente coletivo nas pessoas.

As Teorias do Controle Mental e as Técnicas Utilizadas Pela Mídia de Massa

A mídia de massa é o instrumento mais poderoso usado pela classe governante para manipular as massas. Ela forma e molda as opiniões e atitudes, e define o que é normal e aceitável. Este artigo examina o funcionamento da mídia de massa por meio das teorias de seus principais pensadores, sua estrutura de poder e as técnicas que ela usa, de modo a compreender seu verdadeiro papel na sociedade.
A maior parte dos artigos no meu site discute o simbolismo ocultista encontrados nos objetos da cultura popular. A partir da leitura desses artigos, surgem questões legítimas relacionadas com o propósito desses símbolos e as motivações daqueles que os colocam ali, porém é impossível para mim fornecer respostas satisfatórias a essas questões sem mencionar muitos outros conceitos e fatos. Portanto, decidi escrever este artigo para fornecer o pano de fundo teórico e metodológico das análises apresentadas no site, bem como apresentar os principais estudiosos do campo das comunicações na mídia de massa. Algumas pessoas leem meus artigos e pensam que estou dizendo: "Lady Gaga quer controlar nossas mentes". A questão não é esta. Lady Gaga é simplesmente uma pequena parte de um sistema enorme, que é a mídia de massa.

Programação Por Meio da Mídia de Massa

Mídia de massa são formas de mídia que têm o objetivo de alcançar a maior audiência possível. Ela inclui a televisão, cinema, rádio, jornais, revistas, livros, gravações musicais, jogos de computador e a Internet. Muitos estudos foram realizados no século passado para medir os efeitos da mídia de massa na população de modo a descobrir as melhores técnicas para influenciá-la. A partir desses estudos surgiu a ciência das Comunicações, que é usada no marketing, nas relações públicas e na política. A comunicação em massa é uma ferramenta necessária para garantir a funcionalidade de uma grande democracia; ela também é uma ferramenta necessária em uma ditadura. Tudo depende como ela é usada.
No prefácio da edição de 1958 de seu livro Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley pinta um retrato bastante sombrio da sociedade. Ele acredita que ela é controlada por uma "força impessoal", uma elite governante que manipula a população usando vários métodos:
"Forças impessoais sobre as quais não temos praticamente controle algum parecem estar nos empurrando na direção do pesadelo do Admirável Mundo Novo; e essa pressão impessoal está sendo conscientemente acelerada por representantes das organizações empresariais e políticas que desenvolveram diversas técnicas novas para manipular, de acordo com o interesse de alguma minoria, os pensamentos e emoções das massas." [Aldous Huxley, prefácio de Admirável Mundo Novo].
Esse cenário sombrio antecipado por Huxley não é uma simples hipótese ou uma ilusão paranoica. Ele é um fato documentado, apresentado nos estudos mais importantes do mundo sobre a mídia de massa. Aqui estão alguns deles:

Os Pensadores da Elite

Walter Lippmann