Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

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Pri
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27 de janeiro de 2015

A Bíblia não é original - Extraterrestres, Apócrifos e os Manuscritos do Mar Morto


"Eles falam de um Mestre de Justiça e um messias perfurado, de purificação através da água e uma batalha da luz contra as trevas. 
"Mas quem le os Manuscritos do Mar Morto e está em busca de provas que diz que Jesus de Nazaré era o messias pressagiado pelos profetas, ou que João Batista viveu entre os autores do deslocamento, irá se decepcionar."
As notícias estão circulando sobre como "dicas" e "insights" contidas no famoso Manuscritos do Mar Morto descobertos em cavernas próximas ao antigo local de Qumran, isso pode ser encontrada na Bíblia.
Em outras palavras, certas ideias nos pergaminhos também aparecem no Novo Testamento, o que significa, naturalmente, que a impressão do cristianismo como uma "revelação divina" que aparece a todo pano milagrosamente desde o dedo de Deus está claramente errada. 
Poucos estudiosos hoje afirmam que qualquer dos Manuscritos do Mar Morto ("DSS") data para o tempo depois do cristianismo, teria sido fundado por um "histórico" Jesus no primeiro século da era comum. Na verdade, fica acordado que a maioria dos manuscritos anteriores ao tempo da virada da era e que nenhum deles mostrou qualquer conhecimento sobre Jesus Cristo ou o cristianismo. 
Em meu livro A Conspiração de Cristo , eu demonstro que o cristianismo é um amálgama de muitas religiões, seitas, cultos e tradições Irmandade do Mediterrâneo e além. Uma das principais influências sobre o cristianismo é a dos judeus, obviamente, incluindo os mencionados no Novo Testamento, ou seja, os fariseus e saduceus.
O historiador judeu Flávio Josefo, também menciona a seita dos essênios, que são tradicionalmente associados com Qumran, em um "por defeito" argumento.
No entanto, estudioso Solomon Schecter - que descobriu um pergaminho no Cairo que foi encontrado mais tarde em Qumran - aponta para uma seita herética dos saduceus ou zadoquitas, como são chamados, tanto na Bíblia e DSS.
Em The Christ Conspiracy, discuto essa origem Zadokite do DSS e a óbvia influência deste grupo sobre o Novo Testamento. 
No que isto rumina? Em todos os meios, é claro, em que o cristianismo é, como defendo em meus livros, em grande parte, sem originalidade, representando não fresco ou novo sobre "revelação divina", mas, de novo, fusão de não só as idéias dos autores Zadokite do Manuscritos do Mar Morto, mas também influências dos essênios, judeus, samaritanos e muitos outros. 

Sugestões dos Manuscritos na Bíblia  

4 de setembro de 2012

Os Mapas de Piri Reis

Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois fragmentos de mapas foram encontrados por um grupo de historiadores em meio a um monte de entulho. Este mapas eram do famoso pirata Piri Reis 

Introdução

Mapa de Piri Reis representando uma terra desconhecida por nós, seria a Atlântida?



Você vai conhecer nesta matéria um dos nossos maiores enigmas, os Mapas de Pires Reis. Estes mapas descrevem com riqueza de detalhes as américas e a antártida, muito antes de serem descobertas...

Os mapas são uma preciosidade ilustrados com imagens dos soberanos de Portugal, da Guiné e de Marrocos. Na África, um elefante e um avestruz; lhamas na América do Sul e também pumas. No oceano, ao longo doslitorais, desenhos de barcos. As legendas estão grafadas em turco. As montanhas, indicadas pela silhueta e o litoral e rios, por linhas espessas. As cores são as convencionalmente utilizadas: partes rochosas marcadas em preto, águas barrentas ou pouco profundas por vermelho.

Estes mapas não são feitos como os mapas modernos, com grades verticais e horizontais para facilitar a localização. O método utilizado é mais antigo, aperfeiçoado por Dulcert Portolano, que utilizava uma série de círculos com linhas se irradiando a partir deles. Os mapas feitos com esse método são, por isso, denominados de mapas "portulanos". Seu objetivo era guiar os navegadores de porto a porto, ao contrário da concepção moderna que é a de localizar uma posição. Com isso, fica mais difícil comparar as características do mapa de Piri Reis com os mapas modernos.

As distorções que aparecem nas ilustrações existem apenas em uma interpretação linear, sobre uma mesa de superficie plana, mas, ajustando os mapas ao globo terrestre desaparecem as incorreções e tudo, mares, ilhas, fica em seu lugar. Como se o mapa mundi tivesse sido feito em nossos dias, baseando-se em uma só fotografia a grande altitude.

HISTORIA DE PIRI REIS


Piri Reis
Seu nome era Piri Ibn Haji Mehmed. Reis significa almirante. De nacionalidade turca, nascido em 1470 em Karamã, na cidade de Konya, era sobrinho de um dos mais famosos piratas da época, Kemal Reis. Morreu no Cairo em 1554 decapitado por ordem de um sultão ao qual havia servido em muitas ocasiões.

24 de maio de 2012

Os manuscritos do Mar Morto

 







Manuscritos do Mar Morto
Os manuscritos do Mar Morto, descobertos, provavelmente, em 1947 por beduínos árabes chegaram às mãos dos estudiosos no fim daquele ano e no começo de 1948. As descobertas se realizaram nas cavernas nos penhascos margosos que distam entre um e dois km ao oeste da extremidade nordeste do Mar Morto perto de uma fonte copiosa de água doce chamada Ain Fexca (Feshkha).

Esta localização à margem do deserto de Judá, faz que às vezes haja a expressão "manuscritos de Ain Fexca", ou "manuscritos do Deserto de Judá".

Os manuscritos foram vistos por vários estudiosos na parte posterior do ano 1947, e alguns deles confessam que na época, menosprezaram-nos como sendo falsificações. Um dos professores que reconheceram a verdadeira anti­guidade dos manuscritos foi o falecido Prof. Eleazar L. Sukenik da Universidade Hebraica, e ele conseguiu mais tarde comprar alguns deles. Outros manuscritos foram levados para a Escola Americana de Pesquisas Orientais em Jerusalém, onde o Diretor interino, Dr. John C. Trever, percebendo seu grande valor, mandou fotografar os pedaços que foram levados a ele. Uma das suas fotografias foi enviada ao Prof. William F. Albright, que imediatamente declarou que esta foi "a descoberta a mais importante que já tinha sido feita no assunto de manuscritos do Antigo Testamento".

Os manuscritos que foram comprados pela Universidade Hebraica incluíam o Rolo de Isaías da Universidade Hebraica (lQIsb), que contém uma parte do Livro, a Ordem da Guerra, conhecido também como A Guerra dos Filhos da Luz contra os Filhos das Trevas (1QM), e os Hinos de Ações de Graças, ou Hodayot (1 QH). Os manuscritos comprados pelo arcebispo sírio e publicados pelas Escolas Americanas de Pesquisas Orientais incluíam o Rolo de Isaías de São Marcos (lQI5a), que é um rolo do Livro inteiro, o Comentário de Habacuque (lQpHab), que contém o texto dos caps. 1 e 2 de Habacuque com um comentário, e o Manual de Disciplina (1QS), que contém as regras para os membros da comunidade de Cunrã.



 
Subseqüentemente, estes manuscritos passaram a integrar o patrimônio do Estado de Israel, e são conservados num santuário especial da Universidade Hebraica em Jerusalém. Têm sido publicados em numerosas edições e recensões, e traduzidos para várias línguas, havendo grandes facilidades para quem deseja estudá-los em tradução ou em fac-símile.

Depois da descoberta destes manuscritos, que são de grande importância por ter sido quase unanimemente reconhecido que pertencem ao último século a.C. e ao primeiro século d.C., a região onde foram achados tem sido sujeitada a exploração sistemática. Numerosas cavernas têm sido achadas, e até agora, onze destas cavernas têm oferecido materiais da mesma época dos manuscritos originais.

A Bíblia de Kolbrin em Português

‘A passagem do Planeta 12 é narrado em um livro que chegou em minhas mãos depois de minha ida a Nova Zelândia a três anos. O livro se chama O Kolbrin, compilado de manuscritos salvados antes do incêndio do Monastério de Glastonbury e guardado por um grupo chamado “Os Culdianos”. Devo dizer que eu não sou um Culdiano e que o livro me foi entregue por um amigo que é membro desse grupo. O presente trabalho foi piblicado em 1994 aqui em Támesis por los culdianos e a tradução corresponde ao inglês moderno.

É uma bíblia paralela, porem é importante considerar que notavelmente inclui mais detalhes relativos a certos acontecimentos como o Dilúvio e o Êxodo. O nome ‘O Destruidor’ precipita ambos os eventos e tem muitas paginas que descrevem os terríveis acontecimentos que estão por vir.
Nenhuma data é mencionada, mas não deixa duvidas de que ‘ele’ virá.'


ESTOU TRADUZIDO A BÍBLIA DE KOLBRIN PARA O NOSSO PORTUGUÊS. AS TRADUÇÕES ESTÃO SENDO FEITAS EM TÓPICOS NO ORKUT, SE ALGUEM TIVER INTERESSE EM LER, PARTICIPE DA COMUNIDADE NO ORKUT

http://www.orkut.com.br/Main#Community?rl=cpp&cmm=100556491

Nos últimos cinqüenta a setenta anos, a Cristandade viu a arqueologia e a história desencavarem de passados distantes numerosas Bíblias apócrifas. Embora tenham sido ignoradas pelo Vaticano, representante da Igreja Cristã Católica Apostólica Romana [Ocidental], essas Bíblias excomungadas contêm informações que preenchem numerosas lacunas notáveis nas Escrituras canônicas tradicionais. Eventos como a infância e a vida de Maria de Nazaré, de José, infância de Jesus e outras passagens completamente ausentes do quatro evangelhos sinóticos e demais textos do Novo Testamento [Mateus, Marcos, Lucas, João, Atos Apóstolos e Apocalipse].


Entre as Bíblias e/ou evangelhos desprezados pelos doutores das Igrejas Cristãs são famosos os Manuscritos do Mar Morto, encontrados em Israel; Os Livros de Nag Hamadi, Egito; o Kebra Nagast, preservado em copta, na Etiópia, a pouco conhecida Bee Bible, da China [acolhida por cristãos ortodoxos orientais]; Os Ensinamentos e Escritos do Iluminado Buddha Issa [Writings and Teatchings of the Buddha Issa], do Tibete e, finalmente, o mais desconhecido destes textos marginais, o Kolbrin Bible da Bretanha [Livro de Kolbrin], também chamado Bronze Book, Bronze Bible, a Bíblia de Bronze da Bretanha, Coelbook, Coelbren, cuja antiguidade é estimada em 3 mil e 600 anos, segundo informação contida em edição publicada na década de 1990.

O Kolbrin Biblos é uma coleção de textos que foram resgatados de um incêndio na Abadia de Glastonbury, em 1184 d.C.. Diz a lenda que o incêndio foi criminoso e visava justamente destruir livros considerados heréticos, entre eles, mais este apócrifo, o Kolbrin.

Em uma época na qual a benção dos Papas legitimava o poder político, os soberanos e candidatos a soberanos tinham obter e preservar a sanção divina ao seu direito ao trono. E ainda, naquele tempo era fato histórico, de conhecimento corrente, que os 1.920 acres [cerca 7,7 km²] do território de Glastonbury era considerado, tradicionalmente, a terra da família de Jesus! ─ terra sagrada, um reino independente, que não pagava impostos a coroas e representava uma ilha de mistério e religiosidade extremamente embaraçosa para as autoridades político-religiosas. Uma história que não estava na Bíblia católica. O livro escapou do fogo porque muitos dos manuscritos estavam grafados em finas lâminas de metal, de bronze [por isso, Bíblia de Bronze]

The Culdian Trust ─ Desde o incêndio da Abadia, essas escrituras Kolbrin foram escondidas e passaram a ser protegidas por uma sociedade secreta por mais de 800 anos, até os dias de hoje. Segundo a lenda, o incêndio foi criminoso. A Sociedade é conhecida como The Culdian Trust ou os Culdianos. Sobre essa sociedade sabe-se muito pouco: apenas que no começo do século XIV [anos 1300] existia na Escócia uma comunidade liderada por certo John Culdy. Seus seguidores foram chamados culdianos [culdians] Os Culdianos eram os herdeiros de uma sociedade mais antiga e misteriosa, a Sociedade de Kailedy [ou Koferils] e guardavam a tradição de serem os guardiões de algo a quê se referiam como O Tesouro da Bretanha.

Histórico

Ninguém sabe quem escreveu os textos. São vários autores e diferentes épocas. Os textos abordam desde a Criação do Mundo até os primeiros registros do Cristianismo e sua doutrina. Porém, o aspecto mais curioso desta Bíblia de Bronze é a revelação da presença de judeus nas Ilhas Britânicas em uma época muito recuada até um período mais recente: desde o Êxodo, passando pelos tempo dos profetas [hebreus] e chegando à diáspora dos Cristãos perseguidos dos primeiros anos d.C; um registro que não aparece nos estudos mais gerais e conhecidos da História do Mundo. Uma das crônicas do Kolbrin relata a migração de judeus para a Escócia; outro trecho, fala da Irlanda.

Escócia

A terceira parte do Koldrin Bible relata o Êxodo, a saída do Egito depois de 400 anos de escravidão, a época de Moisés. Naquele tempo, contemporânea de Moisés, viveu a princesa Scota, filha de Ramsés II.

Ela teria sido uma das muitas princesas que cuidaram de Moisés na infância. Casando-se com um nobre hebreu, Scota mudou-se com marido. Deixando o Oriente Médio, o casal foi viver na Bretanha, na região hoje conhecida como Escócia, ou seja, o nome do país seria derivado do nome da princesa egípcia.


Tumba do profeta Jeremias, Irlanda


Irlanda ─ O profeta Jeremias teria escapado da escravidão na Babilônia, nos anos 600 a.C., dirigindo-se para o norte Africano, a Etiópia. Dali seguiu caminho até alcançar a Bretanha onde, hoje, encontra-se seu túmulo, na Irlanda. Em sua fuga, levou consigo a filha do rei Zedekiah [618-587 a.C.], da Casa do rei Davi, o místico ancestral de Jesus. Nesse contexto, ocorreu que Ana, aquela que foi avó de Jesus, nasceu na Bretanha. Eis a razão porque os sobreviventes do cristianismo nascente, especialmente aqueles mais próximos e familiares de Jesus, depois da crucificação, sendo postos fora da lei, migraram para a França e para Glastonbury, Inglaterra. Eles tinham família e aliados na Europa ocidental. Essas pessoas conheciam e compreendiam os ensinamentos contidos na Escritura Kolbrin muitos antes da versão corrente da Bíblia ter sido compilada ─ em 325 d.C., por iniciativa do imperador Constantino durante o Concílio de Nicéia.

José de Arimatéia & Glastonbury ─ O Evangelho de Kailedy, assim como outras fontes apócrifas que tratam da biografia de Jesus e dos primeiros tempos do Cristianismo depois da crucificação, relata a trajetória de personagens que, nos evangelhos canônicos, são citados apenas de passagem, sem maiores esclarecimentos. Uma dessas figuras é José de Arimatéia: o homem que reclamou o corpo e Cristo junto às autoridades romanas; aquele que providenciou o "sepulcro novo".

No Kailedy, assim como em outros evangelhos marginais, José de Arimatéia não é apenas um simpatizante da nova doutrina, ele é parente de Jesus.