Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

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Pri

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6 de janeiro de 2013

The Corporation - "A Corporação"

Antes de você assistir o documentário, acho legal ler esse comentario excelente sobre o mesmo.

Cara Pri, todo o staff desse filme é judeu!
E são os judeus os donos do stockmarket!!
E estão afirmando que a culpa da coisa é a avidez do acionista, mas será?
Vamos aos fatos:
A única criatura que sabe a realidade das ações é a própria empresa, ela sabe quando vai aplicar o que e aonde, ela sabe quando é melhor baixar o preço dos papéis e comprar todo ele, ela sabe quando o ano vai render muito dividendo, ela sabe quando vender ações, quando a massa está motivada pela mídia, aquela ferramenta que pertence a empresa que tem seus papéis nas bolsas.
Como mostro, só a própria empresa pode realmente especular e prever o rendimento, seja via produtividade, seja via especulação.
Dai, eu pergunto, todos esses filmes hollywoodianos (a quem pertence hollywood?), na verdade não seriam uma manobra para desviar a atenção dos verdadeiros FDPs?
Só para ilustrar, vou citar o que a petrobrás fez de 2004 para cá. Ela elevou o valor dos seus papéis zilhares de vezes via mídia e pré salidades, e depois dividiu os papéis, ou seja aumentou a liquidez de um papél caro (baixa liquidez), e aí, conseguiu via mídia fazert com que o papél dividido alcançasse os patamares de antes da divisão!! Venderam tudo, botaram mais papél ainda na praça, e graças a mídia continuaram vendendo. Depois os papéis começaram a desabar, as notícias começaram a aparecer e em menos de um ano, o papél caiu a patamares de menos de 30% do valor alcançado via manipulação midiática. E hoje, com a a verdade estabelecida, os papéis desvalorizados estão sendo comprados pelos escolhidos que são da mesma etnia do marido da presidenta da petrobrás que enterrou uma tuineladora de 60 milhões alegando que era mais favorável enterrar o envestimento.
Ou seja, roubam em ações, roubam em produto, roubam em ferramentário. E o tal zukerberg com seu IPO fez menos bandalheira do que isso e foi acusado de fraudador, e aqui na fossa brasilis, tudo continua como dantes no quartel de abrantes.
Se vem "deles", pode apostar não presta, faz parte do jogo de engodo que deus ensinou a eles!!
É legítimo mentir se for para destruir goyin. Já dizia yawéh!!

Cesar

The Corporation


Excelente documentário canadense de 2002, que apresenta o poder das Corporações, mais forte que o poder politico.

Através de seus lobbies junto aos governos e suas ferramentas de merchandising, marketing, branding, etc ,elas definem
tendencias de consumo de produtos eletrônicos, vestuário, alimentos, entretenimento, medicamentos, etc.

Corporações farmacêuticas influenciam e ate definem o que será e o que não sera ensinado nos curriculos universitários de Medicina, Farmácia e outras áreas de Saúde, para defender seus interesses mercantilistas de vendas de inúmeros medicamentos nocivos.



"A Corporação" ataca questões éticas de grandes empresas

Por Richard James Havis
20/04/2005

Os ataques às práticas éticas e sociais das grandes empresas que compõem o documentário "A Corporação" não serão novidade para a maioria dos liberais bem informados.

Mas a pesquisa bem feita, a apresentação clara e a correlação precisa com os escândalos recentes envolvendo grandes empresas norte-americanas devem incentivar os espectadores bem menos informados a refletir mais profundamente sobre o papel das grandes firmas no mundo.

Se tivesse sido exibido alguns anos atrás, "A Corporação" provavelmente tivesse passado desapercebido. Mas o destaque ganho por "Fahrenheit 11 de Setembro" e os escândalos envolvendo empresas norte-americanas devem despertar o interesse do público. O fato de Michael Moore aparecer no filme, como entrevistado, é uma atração adicional.

A produção canadense é dirigida por Mark Achbar ("Manufacturing Consent: Noam Chomsky and the Media") e Jennifer Abbot a partir de um livro de Joel Bakan.

O documentário começa com um breve histórico legal das grandes empresas. De acordo com a lei, as firmas têm os mesmos direitos que os indivíduos: podem processar, ser processadas, etc.

Mas o foco do filme está em mostrar que existe uma grande diferença entre o indivíduos e a corporação. Espera-se dos indivíduos que demonstrem responsabilidade ética e social. Já a corporação tem, por lei, apenas uma responsabilidade: garantir a seus acionistas o maior lucro possível.

O longa-metragem afirma que esta é uma abordagem unidimensional que conduz à exploração da força do trabalho, à devastação do meio ambiente, a fraudes contábeis e várias outras coisas do gênero.

WTC E O OURO

Para comprovar seu argumento, os cineastas entrevistam cerca de 40 pessoas, incluindo Noam Chomsky, Milton Friedman, Mark Moody-Smith (ex-presidente da Royal Dutch Shell) e os jornalistas Jane Akre e Steve Wilson, ex-funcionários da Fox News.

Os temas variam desde fábricas de fundo de quintal no Terceiro Mundo até a destruição do meio ambiente, passando pela patenteação do DNA.

Uma parte perturbadora do filme mostra um negociador de commodities, Carlton Brown, dizendo que, ao assistir ao ataque terrorista contra o World Trade Center, os dealers de ouro acharam que a tragédia teria um aspecto positivo, na medida em que faria o preço do ouro subir.

Os cineastas deram a executivos-chefes como Mooy-Smith a oportunidade de apresentar argumentos em favor da responsabilidade empresarial.

O que Moody-Smith quer mostrar é que existem alguns líderes bons nas grandes empresas, capazes de conduzi-las num rumo positivo.

Os diretores respondem que esses poucos bons líderes não serão capazes de impor uma responsabilidade ética a uma máquina construída com o objetivo único de auferir lucros.

Um raio de esperança é lançado por Ray Anderson, executivo-chefe da Interface, a maior fabricantes mundial de tapetes. Anderson se conscientizou da questão ambiental e reestruturou um terço de sua empresa, que vale 1,4 bilhão de dólares, com base em princípios ecologicamente sustentáveis.

"A Corporação" não é um trabalho de ativismo global que defenda a derrubada do capitalismo. Uma seção final do filme analisa como o poder das grandes empresas pode ser reduzido por meios legais e sociais.

Alguns trechos do filme, como um em que Michael Moore, antes do lançamento de "Fahrenheit", comenta por que a Disney lança filmes de um inimigo declarado das grandes empresas, como ele, estão datados, e o filme fala muito pouco da Worldcom ou da Enron.

Mesmo assim, será muito bem-vindo pela parte do público cujas preferências políticas se situam à esquerda do centro.
(Texto fonte:http://cinema.uol.com.br/ultnot/2005/04/20/ult26u18809.jhtm )