Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

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Pri

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14 de janeiro de 2013

Homens de Preto - MIB


Desde a década de 1940, época em houve o início da grande repercussão sobre o avistamento de OVNI's, existem relatos de pessoas envolvidas com os avistamento, que as mesmas foram visitadas por misteriosos homens vestidos de preto.
Esses misteriosos homens surgiam misteriosamente sabendo de todos os detalhes dos avistamentos, endereço das testemunhas, nome de familiares, coordenadas dos locais onde ocorreram os avistamentos, de documentos existentes, e em alguns casos, até sobre materiais colhidos em locais onde as pessoas disseram que tiveram "contato" com naves ou seres extraterrestes.
Esses misteriosos homens, segundo descrições, vestiam ternos pretos, camisas brancas, gravatas pretas, chapéus pretos e sapatos impecavelmente brilhantes e limpos. Eles chegariam em carros antigos também de cor preta, sendo que as placas desses veículos, quando pesquisadas, não existiriam no cadastro nacional de veículos.
A aparência misteriosa dos M.I.B. é complementada por relatos estranhos, como o de que teriam sido vistos cruzando um campo encharcado após fortes chuvas e chegando ao outro lado sem nenhum traço de lama em seus sapatos brilhantes. Ou então vestiriam apenas um fino casaco em dias de um frio congelante. Uma testemunha teria sido visitada por um M.I.B. que apresentava um fio verde implantado ao longo de sua perna (exposto quando a perna de sua calça subiu ao sentar-se). Um M.I.B. teria desintegrado uma moeda em sua mão, avisando à testemunha que o mesmo aconteceria com seu coração se ela contasse o que tinha visto.
Segundo testemunhas, sua aparência também era estranha, sendo de cor pálida, pele sem brilho e com olhos escuros com um tom anormal.
Seu semblante não demonstrava emoções, tendo um comportamento frio e calculista.
Segundo as pessoas que tiveram contato com esses misteriosos homens de preto, quando els entravam em contato com as testemunhas de casos ufológicos, ameaçavam as pessoas e as persuadiam à não comentar sobre o que haviam visto, e quando na existência de alguma prova material, eles também as levavam consigo em sua partida.
Mas quem seriam esses misteriosos homens de preto? De onde viriam? Trabalhariam para alguma agência governamental de segurança, ou segundo alguns ufólogos e criadores de teorias da conspiração, seriam eles também alienígenas tentando apagar as provas de sua visita em nosso planeta?

A seguir estão alguns casos onde ocorreram a visita dos misteriosos "Homens de Preto":
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O CASO HAROLD DAH:
No dia 21/06/1947, três dias antes do caso Kenneth Arnold, o senhor Harold Dahl protagonizou um contato que ficou conhecido como “O Caso das Ilhas Maurício”.
O senhor Dalh vinha em sua embarcação próximo a Tacoma, próximo ao Estado de Washington quando avistou seis objetos a cerca de 600m de altura. Dahl vinha com mais dois tripulantes e seu filho de 15 anos, que também presenciaram o contato. Em determinado momento, um dos objetos se aproximou mais da água e despejou o que parecia ser uma espécie de material derretido, inclusive o mesmo chegou a atingir o braço de seu filho e supostamente matar um cachorro que também se encontrava na embarcação.
Quando os OVNI's desapareceram, Dahl conseguiu colher uma amostra do misterioso material jogado no mar, além de ter tirado quatro fotos dos objetos não identificados. Dahl entregou as fotos para seu superior, o senhor Fred L. Chrisman, juntas com os pedaços do material colhido no mar.
A história foi vendida para uma revista algum tempo depois, mas não ganhou muita repercussão, nem ao menos os fatos que se seguiram ao dia seguinte do contato, quando um homem vestido de terno e chapéu pretos procurou Dahl em sua casa a fim de tratar de negócios.
Dahl não achou nada estranho, afinal ele negociava madeira e era comum que as pessoas viessem interessadas em seu trabalho. O tal homem de preto disse a Dahl onde estava hospedado e os dois marcaram um encontro. Ao chegarem no hotel, o homem o convidou para ir até um bar onde chegou a pedir um café. Dahl surpreendeu-se bastante quando, no meio da conversa o homem de preto começou a lhe relatar tudo o que havia acontecido na noite do avistamento.
No final das conversa o estranho homem o ameaçou dizendo que ele tinha presenciado algo por acaso e para o bem de Dahl e de sua família, seria melhor esquecer o ocorrido.
Para piorar a situação o avião que vinha trazendo as fotos e o material recolhido no mar se acidentou.


O CASO HERBERT HOPKINS :
Este caso ocorreu no estado Norte Americano do Maine, em setembro de 1976.
O Dr. Hopkins era hipnólogo e estava trabalhando como consultor num caso ufológico.
Em um determinado dia o telefone chamou e o interlocutor se identificou como sendo o vice-presidente de um centro de pesquisas ufológicas de Nova Jersey.
O tal homem desejava abordar a respeito de um caso que estava pesquisando.
O Dr. Hopkins concordou em recebê-lo em casa e conversar com ele, mas para sua surpresa dentro de pouco tempo o homem já estava batendo à porta de sua residência.
Sua mulher e filha não se encontravam em casa e o Dr. Hopkins ficou só, à mercê daquele estranho personagem.  
O tal homem trajava camisa branca, terno preto, sapatos e gravatas da mesma cor, luvas cinzas e um chapéu.
Consta que durante a conversa, fatos inusitados aconteceram.

O homem de preto tirou seu chapéu mostrando uma careca de cor cadavérica, além de algumas vezes passar a mão pelos lábios e as luvas saírem manchadas e algo vermelho parecido com batom.
O Dr. Hopkins ficou bastante perturbado e confuso durante aquela visita, sobretudo, perante às ameaças que se seguiram contra ele.
O Homem de Preto, ou "MIB" como muitos os chamam, o ordenou a apagar todas as gravações que havia feito com as testemunhas sob hipnose.
O mais estranho da história ocorreu quando o MIB pegou uma moeda numa das mesas da casa e a desmaterializou nas mãos, perante os assustados olhos do Dr. Hopkins.
Completou ainda com a ameaça de que, se não parasse com as pesquisas ufológicas, o mesmo aconteceria com seu coração.
Profundamente aterrorizado, consta que o Dr. Hopkins não discutiu com o MIB durante a conversa e nem questionou nenhuma de suas ameaças (ou pelo menos não se lembra disso).
Ele apenas obedeceu tudo, exatamente como foi ordenado e apagou todas as fitas que continham os depoimentos das testemu
nhas sob hipnose e se afastou do caso de estava pesquisando.
O mais estranho foi quando a filha e a mulher do Dr. Hopkins chegaram em casa e o encontraram profundamente perturbado, com todas as luzes da casa acesas, sentado junto a mesa sob a qual havia um revolver.
Confirmaram ainda marcas de passagem de carro na estrada próxima e uma série de distúrbios telefônicos que começaram a ocorrer logo depois da visita do MIB.
Esses detalhes da história confirmam que realmente algo de muito grave aconteceu e que não foi fruto da imaginação do Dr. Hopkins. O mais correto, seria pensar que ele realmente teve uma espécie de surto psicótico, mas, certamente, provocado pela presença do próprio MIB.


O CASO IKLEY MOOR:
No amanhecer do dia 30 de novembro de 1987 em Ilkley Moor, West Yorkshire, Inglaterra, (Coordenadas GPS: Latitude / Longitude: 53°55'24.79"N, 1°49'29.10"W), um ex-policial, que chamaremos de Philip Spencer, tirava fotografias do povoado de Menston com sua câmera, quando percebeu que diante dele, a uma certa distância, havia um estranho "ente de aparência esverdeada".
Após esse avistamento, sua próxima lembrança foi de ter chegado a Menston algum tempo depois, desorientado e confuso.
Nessa mesma manhã levou o filme para revelar e, duas horas depois, quando pegou as fotos, descobriu que a entidade tinha sido fotografada.
Assustado com o estranho "encontro", procurou o endereço da ufóloga Genny Randles, e escreveu-lhe contando sua experiência. Randles entrou em contato com outro invéstigador, Peter Hough, que sugeriu que o próprio Spencer e a fotografia fossem investigados. O ex-policial concordou em cooperar.
Depois de seis semanas de investigação, Spencer recebeu a inesperada visita de dois homens vestidos com ternos pretos, os quais se apresentaram como Jefferson e Davis, oficiais da RAF. Explicaram a Spencer que deveriam ficar com a fotografia de Ilkley Moor.
Porém, Spencer já havia entregado a foto solicitada para Hough e os dois homens foram embora de mãos vazias.
O que surpreendeu Spencer foi o fato deles saberem a existência da fotografia. Só sua mulher, Peter Hough , Genny Randles e Arthur Tomlinson, outro investigador sabiam do caso.
Hough contactou o serviço de inteligência da RAF para confirmar a identidade dos visitantes. Disseram-lhe que não sabiam quem eram e que não tinham enviado nenhum agente ao seu encontro.
Hough concluiu que Spencer tinha sido vítima de um dos estranhos fenômenos relacionados atualmente com os ÓVNIs: uma visita dos Men In Black (MIB, homens de preto).
O relato de Spencer poderia facilmente ser considerado um delírio, se não fosse pela declaração do doutor Jim Singleton, o psicólogo que fez uma série de testes, onde a autenticidade do depoimento de Spencer é comprovada.
Além disso, a experiência do ex-policial está longe de ser a única.
Os arquivos de muitos pesquisadores do fenômeno OVNI estão repletos de casos semelhantes: ameaçadores homens de preto visitam as suas vítimas com a intenção de exigir-lhes silêncio.

AGENTES SECRETOS OU ALIENÍGENAS DISFARÇADOS?
Apesar dos relatos diferenciarem-se nos detalhes, a semelhança sugere uma ordem oculta.
Os MIB aparecem logo depois de um OVNI ter sido avistado ou de ter ocorrido um encontro com um extraterrestre (ET).
Eles visitam ou telefonam para a testemunha ou para o investigador que conduz o caso.
Ao aparecerem pessoalmente, geralmente em duplas ou trios, estão vestindo roupas pretas.
Muitas vezes, chegam dirigindo impecáveis e antigos carros pretos.
Alguns apresentam documentos de identificação, mas os nomes sempre são falsos.
O mais curioso é que em quase todos os casos, os MIB possuem informações detalhadas sobre a vítima e sua experiência, às quais não poderiam ter tido acesso.
Se a visita acontece poucas horas depois do incidente, como poderiam ter conhecimento com tanta rapidez?
Segundo alguns investigadores, os únicos que possuem acesso a este tipo de informação são os agentes dos serviços de inteligência.
Eles acreditam que esses homens sombrios fazem parte de uma campanha para dissimular a verdadeira natureza das operações secretas do governo.
Não fica claro o que é ocultado, mas geralmente suspeita-se de projetos militares altamente secretos.
Este fato explicaria as falsas identidades dadas pelos MIB e a negação do governo em qualquer tipo de participação.
Alguns ufólogos asseguram que os governos querem evitar que a verdade sobre os OVNI's torne-se pública.
Em sua opinião, os homens de preto fazem parte de uma conspiração dos serviços secretos para conseguir que as testemunhas e investigadores guardem segredo.
O maior inconveniente desta teoria é que, se essas visitas estão relacionadas com os serviços secretos, por que suas ameaças não tornam-se públicas?
Não deixa de ser curioso que as vítimas que não obedeceram as instruções dos MIB tenham sido castigadas com violência física, e algumas delas tenham morrido de forma estranha.
Outros pesquisadores já teorizam que esses misteriosos Homens de Preto (MIB), são na realidade alienígenas disfarçados e que vivem entre nós, investigando possíveis testemunhas de avistamentos de naves e/ou de seus tripulantes, o que poderia mostrar a verdade sobre sua existência em nosso planeta.
Em seguida, esses "Agentes" disfarçados visitariam as testemunhas, fazendo com que as mesmas não divulgassem o que viram, e se alguma delas se recusasse à isso, seriam utilizados outros procedimentos para "eliminar" o problema.
Em 1997 foi lançado o filme "MIB" - Homens de Preto, com Tommy Lee Jones e Will Smith, mostrando justamente a existência e atuação desses misteriosos agentes em nosso mundo.
Agora, qual seria a realidade sobre os Homens de Preto?
Isso continua sendo um mistério.
"Porisso, caso você aviste algum OVNI, ou tenha algum contato de 3° grau com um alienígena, cuidado, pois você poderá ser visitado em breve pelos misteriosos MIB's, e o que viria em seguida, só eles poderiam revelar."

fonte> http://www.alemdaimaginacao.com/Alien/os_misteriosos_homens_de_preto.html


Homens de Preto no Caso Varginha


Alguns meses depois do ocorrido em Varginha , Luísa Helena Silva e suas filhas, Liliane e Valquíria, testemunhas primárias do caso, haviam recebido a visita de quatro homens vestidos de terno escuro, que não quiseram se identificar. O objetivo central desse contato foi simplesmente apresentar uma proposta de suborno à família. Os homens estavam dispostos a pagar o dinheiro que fosse necessário para que as filhas desmentissem o caso, ou seja, que negassem ter avistado a criatura no dia 20 de janeiro. Disseram que voltariam depois para saber a resposta. Informaram ainda que, caso aceitassem, seriam levadas para dar uma entrevista a um canal de televisão fora da cidade, para que desmentissem seus depoimentos anteriores.

Dona Luísa se negou a aceitar o dinheiro, pois afirmou que não queria que suas filhas passassem por mentirosas.

No dia 18 de janeiro de 1997. Dona Luísa teve de permanecer até as duas da manhã no emprego, para que sua patroa cumprisse um compromisso social. Ao ir para casa, estava sem dinheiro para apanhar um táxi. Desceu a Avenida Rio Branco, no centro de Varginha, pretendendo percorrer todo o restante da praça central, passando pelo lado direito da Igreja Matriz, para apanhar o longo percurso que a levaria até seu bairro. Não havia ninguém na rua. Raramente passava um ou outro carro. Um automóvel de cor preta aproximou-se devagar, dirigido por um homem e trazendo um outro no banco de trás. Pararam e não ofereceram, mas disseram imperativamente que iriam lhe dar uma carona. Assustada, olhou para os lados para ver se algum fortuito transeunte poderia lhe servir de escudo contra aquela gentileza preocupante. Não houve alternativa. O motorista saiu do automóvel, abriu a porta e aguardou, com olhar frio, que ela entrasse. Com o coração disparado e começando a suar, dona Luísa reconheceu seu benfeitor: era o líder dos quatro visitantes de antes, que haviam comparecido à sua residência.

O automóvel tomou o rumo do Bairro da Vargem, saindo da cidade. Com menos de um quilômetro de estrada de terra, parou próximo a uns arbustos. Estava escuro e sem Lua. O motorista acionou uma luz lateral na parte interna da capota. “A senhora nos conhece, está lembrada de mim? A gente já esteve na sua casa. Jamais vamos fazer algum mal para a senhora”. O cidadão do banco de trás não pronunciou uma palavra. Ambos trajavam terno escuro, aparentemente de cor preta, e estavam engravatados. Estacionaram no pequeno mato logo após o término do asfalto. O local é fácil de ser identificado. “Fique calma, que a gente não vai fazer nada com a senhora. Queremos pedir segredo, mas daquela vez a senhora acabou conversando com os ufólogos, foi para a imprensa. Não sei porque, mas a senhora acabou falando, precipitou-se. Agora, a gente vai falar mais a sério com a senhora, pode ficar tranqüila e confiar na gente”.

É óbvio que o insistente MIB desejava, a todo custo, convencê-la a se sujeitar a um plano de reconsideração do que ela e as filhas tinham afirmando publicamente. E o fazia utilizando-se de uma mansidão destinada a convencer uma modesta cidadã. Eles pediam para que ela e as meninas dessem um depoimento renunciando a tudo que já haviam declarado, “que tudo não tinha passado de uma brincadeira que assumiu proporções muito grandes”. Para que dona Luísa ficasse mais tranqüila, prometeu aquele senhor que tal entrevista seria gravada na própria cidade de Varginha, num local discreto e previamente preparado. Para tanto, as três garotas afirmariam que haviam fantasiado o que viram, confundido, por exemplo, um amigo que se vestira estranhamente com a finalidade de assustá-las, algo assim.

Os homens garantiram que o dinheiro que elas receberiam valeria a pena. “E vocês dirão que foram os ufólogos que afirmaram que se tratava de um ser de outro planeta”. Excelente sugestão do MIB, caso fosse inteligente. Porque, ao que tudo indicava, não era muito afeto a uma boa tática usada por serviços de inteligência. Era público e notório que as garotas jamais afirmaram ter avistado um ET, um extraterrestre ou habitante de outro planeta. Os MIBs realmente trajavam preto, ou um terno bem escuro, como convém a tantas outras classes. O da frente acionou novamente a lâmpada do teto e apanhou duas fotografias no console de trás, no meio dos bancos. “Olhe isto, para a senhora confiar na gente”. As fotografias estavam copiadas em papéis de tamanho ofício, uma vertical e outra horizontal. Numa delas havia uma criatura deitada, aparentemente morta, com caroços grandes como pelotas na cabeça. A foto foi tirada de lado, com a lateral direita da criatura visível, de corpo inteiro. Ela possuía três dedos compridos, muito grandes, pernas muito finas e pés enormes. O braço estendia-se até bem abaixo do joelho. Estava sem roupas.

A outra foto mostrava uma criatura idêntica de pé, aparentemente viva, com olhos saltados e vermelhos, arregalados e de lábios muito finos, esticados anormalmente para os lados, como se a boca se estendesse. Parecia encostar-se numa parede de tijolinhos, sem reboco. Segundo o interlocutor, o ser deitado achava-se embalsamado. “Este, de pé, está vivo. Quero que a senhora olhe bem para ver”. Pediu mais uma vez que confiasse. Dona Luísa ainda suplicou: “Se eu resolver tomar a decisão de levar minhas filhas isso vai pegar mal para todos, porque o que viram é a pura verdade. Por que vocês não jogam limpo, se tudo isso é verdade, gente?” Seu interlocutor foi preciso na resposta: “Olhe, a senhora está fazendo muita pergunta. Quem faz perguntas aqui somos nós”.

Dona Luísa insistiu em saber sobre quem e de onde eram, por que insistiam em esconder os fatos etc. Não lhe responderam. Há, no entanto, um detalhe extremamente importante no diálogo mantido. Por várias vezes, afirma a mãe das garotas, ela teria implorado para que a deixassem ir. Em tais ocasiões utilizara a expressão “pelo amor de Deus!” Aí, sim, ocorreu uma reação de tom mais hostil, por parte daquele homem. “Pare de falar ‘pelo amor de Deus’ toda hora! Chega de falar pelo amor de Deus, confie em mim”, exigiu o interlocutor, o que demonstrava estranha, curiosa, inesperada e visivelmente sintomática reação de um agente secreto. Após ter sido bastante incisivo em determinar que parasse com aquele tipo de súplica, continuou insistindo pela ida das meninas para “fazer uma entrevista conosco, só isto, não queremos prejudicar”. E que para tanto pagariam em dólares.

Certamente, aqueles homens mostravam as fotos para que ela percebesse que, se as criaturas chegassem a ser descobertas, isso viraria pânico. Dona Luísa, que pretendia livrar-se o mais rápido possível daquela situação, forneceu o telefone da residência onde trabalhava como doméstica e prometeu falar novamente com as filhas. Disse posteriormente que achava os visitantes muito chiques, vestindo-se bem. “É gente preparada, rica, pelo que se nota, de ótima posição”. Ao final da conversa, deixaram-na relativamente longe de casa, tendo ela que subir toda uma avenida a pé, após atravessar uma longa via asfaltada que lhe dava acesso. Já era por volta de cinco da manhã. Pelo visto, a insistência durara cerca de três horas. Posteriormente, foram exibidos por ufólogos vários desenhos e interpretações artísticas para que ela pudesse comparar com o que observara nas fotos mostradas pelo MIB preocupado com expressões de cunho religioso. Nada era parecido.

A existência da foto horizontal mostrando uma criatura deitada é de suma importância. O muro de tijolinhos e sem reboco, da mesma forma. Durante a repercussão do caso, inúmeros desenhos, alguns tridimensionais e confeccionados por excelentes profissionais, correram o mundo, retratando sempre um ser à frente de um muro. Isso porque o avistamento das três garotas acusa a existência de um muro de tijolos a que se encostava a criatura. A possibilidade de terem sido mostrados desenhos àquela senhora é perfeitamente plausível. Homens de Preto? Agentes secretos? Militares? Agentes de instituições moralistas? Como instituições, e como moralistas, poderíamos encontrar muitas. Depende do sentido amplíssimo que se possa dar ao conceito de moralista.

Mas aquela segunda abordagem, mais incisiva que a primeira, ainda não surtira o efeito desejado. O tal serviço de inteligência teria entrado em desespero e resolvera tentar uma última cartada, o que não parece ser método habitual de algum órgão desse tipo. O mesmo cidadão, o único que interpelou dona Luísa em ambas as ocasiões, de fato resolveu procurar sua patroa – e de dia! À época, sua empregadora era uma bacharela em direito, pessoa culta e de respeito, ainda hoje funcionária de importância no Fórum de Varginha. Duas semanas após a última abordagem de Luísa, tal cidadão procurou-a para que ajudasse a conversar com sua empregada e a levar suas filhas para “esclarecerem” tudo. E prometeu voltar, o que não fez até hoje.
fonte> http://www.mortesubita.org/ufologia/textos-ufologicos/o-et-de-varginha

HOMENS DE PRETO NO BRASIL
Associados às conspirações de ocultamento que cercam os avistamentos de OVNIs e mesmo a profecias do fim do mundo, os misteriosos Homens de Preto voltaram a ser vistos no Brasil

Abstract: The elusive Men in Black know no national borders. In this original account, they are portrayed harassing witnesses of a well-known brazilian UFO crash.

Os Homens de Preto, misteriosa organização envolvida na conspiração para preservar o silêncio oficial sobre a presença de extraterrestres em nosso planeta, têm como uma de suas características menos marcantes o fato de se concentrarem nos países de primeiro mundo. Como tudo que diz respeito a estes personagens, não há uma razão conhecida para isto, embora se especule que a razão esteja relacionada ao potencial de atenção da mídia global que os casos ocorridos em países ditos desenvolvidos podem gerar.

Entretanto, há casos documentados de intervenções dos Homens de Preto em nosso país. Uma das mais clássicas, por incluir praticamente todas as características indicadas na literatura (veículos escuros e não identificados, trajes escuros e assentando mal, fala com sotaque inidentificável e usando palavras incomuns, ameaças claras feitas em tom isento de emoção e total ausência de contato físico) ocorreu com um atual membro da WMBI/BR. O relato de M. Fonseca sobre seu encontro com os chamados MIBs (que infelizmente não guardam qualquer semelhança com os personagens humorísticos do filme homônimo) é inequívoco: ele, em companhia de um aprendiz, foi abordado em 14 de julho de 1996 por 2 homens (ou, melhor dizendo, 2 seres) vestidos com ternos escuros fora de moda no saguão de um hotel em Belo Horizonte, e coagido a acompanhá-los até seu veículo - um Opala Comodoro preto, com aparência de 0km e sem placas.

Operação militar em Varginha/MG
Uma vez dentro do carro, passou a ouvir ameaças sobre o que aconteceria a ele e ao seu aprendiz se não entregassem o material que traziam consigo, que incluía moldes em gesso de pegadas da entidade hoje popularmente conhecida como ‘ET de Varginha’ e 2 rolos de filme com fotos do momento em que uma equipe de uma afamada universidade do interior de SP, auxiliada por militares, recolhia o corpo de um dos 2 alienígenas abatidos naquela noite (nunca se soube o destino do outro corpo). M. Fonseca na época estava no Segundo Círculo, e portanto ainda não havia recebido orientações específicas sobre como lidar com contatos alienígenas hostis. Desta forma, atendendo ao preceito de sempre preservar a segurança dos aprendizes confiados à sua guarda, entregou todo o material coletado nas 2 semanas de pesquisa e observação em Varginha e foi prontamente liberado - como de hábito (quando o contato ocorre com pesquisadores experientes), sem receber nenhum tipo de instrução para guardar em segredo o que havia acabado de acontecer. Apenas alguns dias mais tarde, já na sede da WMBI paulistana, M. Fonseca soube que a intervenção dos MIBs ocorrera 2 dias após a publicação de notícia sobre o “ET de Varginha” no Wall Street Journal - o que só vem a reforçar a tese de que os Homens de Preto hoje atuam em conluio com serviços de informação do governo norte-americano, e não acompanham com a mesma atenção o que ocorre no restante do mundo.

Protocolo da não-violência
Embora as informações obtidas em primeira mão sobre as características e motivações dos Homens de Preto, a observação de seu comportamento ao longo dos últimos 3 séculos permite identificar alguns padrões. Citando M. Ledoux (Paris, 1968-1994) em sua célebre obra “Resistindo a contatos hostis durante atividades de pesquisa” (PDF, 514KB, em francês):

Desde o final da Idade Média, quando apareciam travestidos de duplas de inquisidores trajando hábitos negros e coagindo testemunhas de fenômenos (que na época eram classificados como aparições divinas ou bruxarias) a mudarem suas declarações e entregar-lhes quaisquer artefatos que porventura houvessem recolhido do local) até os tempos recentes, percebe-se que os Cavalheiros de Negro empregam duas formas distintas de ação, dependendo do nível cultural da sua vítima. Apesar de todo o sensacionalismo e relatos infundados, ambas as formas, no entanto, atendem a um evidente protocolo de não-violência - exceto nos casos em que a vítima tenta contato físico, expor a identidade de seus algozes ou pedir socorro durante o breve período que dura a intervenção dos Cavalheiros

(…) Tanto no período mediaval como agora, percebe-se que as autoridades (por ação ou omissão) não impedem as investidas dos Cavalheiros, que hoje se apresentam em veículos sem licença, portam armas em público, intimidam cidadãos e se apropriam de valiosa propriedade alheia sem que se inicie qualquer ação judicial contra eles, ou mesmo que se aceite discutir oficialmente suas ações.

Entretanto, uma situação fica patente em qualquer análise dos casos conhecidos de contato com os Cavalheiros: eles só recorrem à violência física nos casos em que se percebem em risco - seja porque a vítima reage de forma violenta à abordagem, ou porque tenta buscar socorro. As suas ameaças e outras formas de terror psicológico nunca chegam às vias de fato, mesmo nos casos em que a vítima se nega a atender às orientações recebidas, ou a entregar quaisquer artefatos que estejam em seu poder. Desta forma, a orientação para os casos de abordagem é [texto suprimido]. No entanto, esta atitude deve ser considerada com cautela, pois são freqüentes os relatos de intervenção dos órgãos “oficiais” (as ordens religiosas militares, há alguns séculos, ou os serviços de inteligência, mais recentemente) quando as ameaças dos Cavalheiros não surtem efeito.

Há que se notar um aspecto adicional: ao abordar pessoas menos preparadas, os Cavalheiros invariavelmente concluem suas ameaças com a ordem de que nenhum detalhe sobre o encontro seja revelado a qualquer pessoa. Mas quando abordam autoridades, pesquisadores ou outras pessoas com maior conhecimento sobre o que ocorre sob as malhas da sociedade, raramente solicitam o mesmo segredo. Por que? (…)

Assim, se conclui que é provável que as valiosas provas em poder de M. Fonseca ainda poderiam estar em sua posse, e ter sido conhecidas por mais pessoas, caso ele tivesse conhecimento do protocolo de ação de seus interlocutores. Este alerta vem sendo repetido desde então, para que outros pesquisadores que venham a se encontrar na mesma situação possam avaliar melhor suas opções. O que, como veremos, foi providencial no caso mais recente.

Homens de Preto na Bahia - em 2006
O Poeira Cósmica noticiou há poucas semanas os dois incidentes de queda de OVNIs em território brasileiro em um intervalo de menos de 24h ocorridos no início de março. Na matéria, consta o seguinte trecho, a respeito do incidente ocorrido na Bahia:

Um estudante da UFBA que prefere não se identificar chegou a fotografar o momento da queda, e posteriormente registrou com a câmera do seu celular (acima) alguns fragmentos metálicos cobertos de estranhos caracteres, lembrando hieróglifos. Um habitante da região fotografou o mesmo fragmento com uma câmera digital e flash (veja: foto 1, foto 2). Os fragmentos foram recolhidos logo em seguida pelos agentes não identificados, que não tomaram nenhuma atitude contra os populares presentes, seguindo a doutrina norte-americana, que prefere deixar as testemunhas falarem, e depois taxá-las de loucas ou desinformadas.

Atualizado em 10 de março: Dos membros da sede da WMBI em Salvador chega a informação de que fragmentos de rochas fosforescentes foram espalhados na região da queda na madrugada seguinte ao incidente, por dois homens em trajes sociais que chegaram ao local em um veículo militar sem identificação da unidade ou placas.

Aparentemente, a divulgação dos hieróglifos (que por alguma razão foram ignorados pela imprensa de massa) tocou uma corda sensível da Conspiração, pois trouxe ao Brasil novamente os Homens de Preto - ou Cavalheiros de Negro, como os caracteriza o ilustre Mestre de Paris. Nas palavras de M. Boaventura, um dos abordados no último dia 14 de março, conforme relatado na ata da sessão de 15/3 em Salvador:

Como costumo fazer aos domingos, fui a uma banca do centro da cidade para comprar jornais e revistas que costumam chegar neste dia da semana. Por volta das 17h, retornando ao meu sítio, percebi que estava sendo seguido por um Opala Comodoro preto, com vidro fumê e aparência de carro novo, mas sem placas ou qualquer espécie de identificação. O carro não tomou qualquer atitude hostil, mas permaneceu colado ao meu Astra ao longo de vários quilômetros de estrada de chão batido, até que resolvi estacionar próximo a algumas goiabeiras na beira da estrada - não sem antes ligar meu gravador digital e colocá-lo no bolso interno (moedeiro) da minha calça.



Ao sair do carro, o Opala estava estacionando do lado oposto da estrada, e dele saíram dois indivíduos vestidos de terno preto, chapéu e óculos escuros. É difícil descrevê-los sem usar a palavra “desconjuntados” - as roupas davam a impressão de não se ajustar aos seus tamanhos, os chapéus estavam tortos e os óculos escuros não combinavam com o final de tarde nublado. Ainda assim, um deles ajustou o paletó, ostensivamente exibindo uma pistola guardada sob o mesmo.

Ambos atravessaram a estrada lado a lado, com passos rápidos mas aparentemente descoordenados. Ao se aproximarem de mim, um deles falou: “Por obséquio, desativar o dispositivo de gravação armazenado em sua algibeira.” Atendi o pedido, desligando o gravador ao mesmo tempo em que me dei conta de que os relatos de que os MIBs se expressam com palavras incomuns e um sotaque não identificado eram verdadeiros.

Sabendo do seu histórico de ausência de atitudes fisicamente violentas, ouvi durante cerca de 10 minutos suas ameaças (algumas veladas, outras diretas) sobre o que poderia acontecer caso eu me negasse a inutilizar as cópias em meu poder das fotos dos fragmentos da espaçonave e seus hieróglifos e desmentir - inclusive na Internet! - as informações sobre eles. Ao final, afirmei a eles que não tinha intenção de atendê-los, que sabia que eles nada iriam fazer diretamente a respeito, e que não me preocupava com a possibilidade de intervenção posterior dos órgãos de segurança oficiais. Ao perceber que sua missão era inútil, os dois se dirigiram ao Opala sem mais uma palavra. Neste momento, informei-os de que a sua “visita” seria relatada na reunião do dia 14 em Salvador, e que eles estavam convidados. Mas, olhando para os presentes, percebo que eles não atenderam ao convite. [risos da audiência]

A experiência relatada por M. Pardinho é similar, embora tenha ocorrido às 21h do mesmo dia. M. Pardinho, entretanto, foi abordado em sua própria casa, e percebeu a expressão de espanto dos dois inquisidores ao oferecer-lhes café.

fonte> http://www.tudook.com/fimdomundo/o_fenomeno_ufo.html

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  1. Eu nunca vi OVNIs, mas eu já fui visitado pelos Homens de Preto, melhor, perseguido por eles. Eu estava saindo do Nordeste de Amaralina onde eu mora na periferia de Salvador capital do estado da Bahia. Estava indo a pé para o Pelourinho, para o Atelier do meu Mestre de Capoeira Lua Rasta, pois naquele dia não tinha dinheiro para pegar um ônibus. O Nordeste de Amaralina é um bairro pobre muito grande arrodeado de bairros ricos, é uma ilha de miseráveis em meio ao mar de ricos. Para ir para o Pelourinho eu tinha que caminhar para a Chapada do Rio Vermelho, passar pelo Vasco da Gama depois Ongujá, Sete Portas, Barroquinha e subir para o Pelourinho. E foi justamente na Chapada do Rio Vermelho que fui abordado por eles. Eu estava caminhado pela uma estreita calçada onde seguia uma grande avenida movimentada por muitos carros, na minha frente tinha um senhor caminhando também, derrepente passa um carro todo preto com vidros fumê bem negro que chega reluzia com o reflexo do sol, passa lentamente por mim, o carro era como um carro antigo, não sei identificar a sua fábrica, mas era um modelo antigo só que muito novo e conservado. O carro seguiu a minha frente e a uns 400 metros ele para junto a calçada, nesse momento eu fiquei intrigado pois ali era um lugar muito perigoso para pessoas ricas, pois era a saída de uma favela, e aquele carro era de uma pessoa que tinha muito dinheiro. Ao estacionar pela porta de traz do carro sai um senhor todo de preto, terno preto, gravata preta, camisa por debaixo do terno branca, sapato preto e óculos de sol preto. Ele era um homem muito branco aparentando uns 50 anos ou mais. Na estreita calçada onde o carro parou havia outro carro estacionado numa vaga de uma loja, então esse senhor encostou no carro e ficava o espaço vago da calçada para as pessoas passarem entre ele e o carro dele provavelmente. Ele segurava na mão uma pasta preta e eu vi no seu pulso um relógio de ouro, eu estava me aproximando dele e derrepente não sei porque senti uma grande sensação de medo, então o senhor que andava na minha frente passou por ele e eu apressei os meus passos e passei junto ao senhor por traz dele pois a calçada era muito estreita e só dava para passar uma pessoa de cada vez. Ao passar por entre o homem de preto ele esperou um pouco até eu passar e depois me chamou assim - Ei você venha cá - eu tentei ignorar e ele me chamou de novo, então eu virei para traz e disse - Sou eu ou ele - apontando para o homem que estava na minha frente, então o homem de preto disse - É você mesmo - aí eu voltei e caminhei até ele com muito medo, quando cheguei até o Homem, ele me perguntou - O que você está fazendo aqui? - eu fiquei calado não sabia o que responder, e nisso olhei para o carro e vi mais um homem todo vestido como ele também, então ele me disse - Você não deveria estar lá - e quando ele me disse isso ele apontou para o céu. Nisso eu dei as costas e sai andando fingindo que nada daquilo aconteceu, simplesmente não olhei para traz e nem corri ignorei, foi a única coisa que eu fiz para me defender, aí o carro avançou na minha frente em grande velocidade. Já tive inúmeras experiencias sobrenaturais mais essa marcou, isso aconteceu em 2002 eu tinha 21 anos. Essa foi a minha experiencia real com esses caras e ainda hoje não sei o que significa. Jp Santsil

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