Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

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Pri

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Pri

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26 de agosto de 2012

Lei da Gravidade, verdade ou mentira...???

Vocês ja pararam para analisar isso? Estudemos juntos.

"Entretanto, a ciência terrena, para conservar-se monopólio de alguns, não admite qualquer coisa que não tenha uma demonstração matemática. Num mundo, que tudo ainda está para ser feito, é matar a pesquisa.
Muitas idéias geniais eu garanto que foram sepultadas, somente porque quem as imaginou não tinha cultura matemática à altura de uma demonstração."

Comandante da
 nave Ganimedes, retirado do livro: Contato com os discos voadores de Dino Kraspedon



Vamos relembrar o que a ciência diz ser "lei da gravidade" 

A gravidade é a força de atração mútua que os corpos materiais exercem uns sobre os outros. Classicamente, é descrita pela lei de Newton da gravitação universal. Foi descoberta primeiramente pelo físico inglês Isaac Newton e desenvolvida e estudada ao longo dos anos.

Albert Einstein descreveu-a como consequência da estrutura geométrica do espaço-tempo.

Do ponto de vista prático, a atração gravitacional da Terra confere peso aos objetos e faz com que caiam ao chão quando são soltos no ar (como a atração é mútua, a Terra também se move em direção aos objetos, mas apenas por uma ínfima fração). Ademais, a gravitação é o motivo pelo qual a Terra, o Sol e outros corpos celestiais existem: sem ela, a matéria não se teria aglutinado para formar aqueles corpos e a vida como a entendemos não teria surgido. A gravidade também é responsável por manter a Terra e os outros planetas em suas respectivas órbitas em torno do Sol e a Lua em órbita em volta da Terra, bem como pela formação das marés e por muitos outros fenômenos naturais.

Gravitação
Gravitação é a força de atração que existe entre todas as partículas com massa no universo.

A gravitação é responsável por prender objectos à superfície de planetas e, de acordo com as lei da inércia de Newton, é responsável por manter objectos em órbita em torno uns dos outros.

A gravidade faz muito mais do que simplesmente segurar-nos às nossas cadeiras. Foi Isaac Newton quem a reconheceu. Newton escreveu numa das suas memórias que na altura em que estava a tentar compreender o que mantinha a Lua no céu viu uma maçã cair no seu pomar, e compreendeu que a Lua não estava suspensa no céu mas sim que caía continuamente, como se fosse uma bola de canhão que fosse disparada com tanta velocidade que nunca atinge o chão por este também "cair" devido à curvatura da Terra.

Se quisermos ser precisos, devemos distinguir entre a gravitação, que é a força de atracção universal, e a gravidade, que é a resultante, à superfície da Terra, da atracção da massa da Terra e da pseudo-força centrífuga causada pela rotação do planeta. Nas discussões casuais, gravidade e gravitação usam-se como sinónimos.

Segundo a terceira lei de Newton, quaisquer dois objectos exercem uma atracção gravitacional um sobre o outro de igual valor e sentido oposto.


Livro "Contato com os Discos voadores" LINK PARA DOWNLOAD DO LIVRO AQUI.


A gravidade não passa de uma má interpretação de um conjunto de fenômenos.
P. — Como ? Não existe gravidade ?

R. — Não existe. O que a ciência chama de gravidade é questão de diferença de densidade dos corpos. Sejamos explícitos: a fumaça do seu cigarro é mais pesada que o ar atmosférico. Entretanto, ela sobe. Isso é conseqüência do calor. Quer dizer que a diferença de densidade foi compensada pela temperatura da fumaça. Identificamos, assim, dois fatores que podem influir no fenômeno: densidade e temperatura.

Podemos observar que um balão cheio de gás de hidrogênio sobe, dependendo do volume do gás. O mesmo acontece com o hélio. Isso quer dizer que os corpos menos densos tendem sempre a subir, do mesmo modo que a água e o azeite se sobrepõem devido à densidade. Se o corpo é menos denso, não existe gravidade que o impeça de subir. Enquanto no ar, por ser de fraca densidade, os graves caem depressa, na água, mais densa que o ar, caem mais vagarosamente.

O terceiro fator que influi sobre a gravidade é a massa atmosférica e etérea que circunda o planeta. Mas podemos enquadrá-lo, ainda, no fator densidade. É falso, pois, atribuir-se a um planeta, maior ou menor gravidade, se desconhecermos qual a espessura da sua massa gasosa e a densidade de sua atmosfera. Em Saturno, por exemplo, devido a ausência de atmosfera, a gravidade c considerada zero. Em Júpiter, de atmosfera muito rarefeita, é muito diferente, sendo alta a aceleração inicial, pois que logo um corpo em queda se choca com a superfície pouco densa. Em Mercúrio, porém, cuja altura etérea atinge mais de 600.000 quilômetros, a pressão atmosférica é elevadíssima e a gravidade descomunal.

O quarto fator que influi sobre a gravidade é a componente vertical do magnetismo. Todavia, a atração que exerce sobre um corpo é, com pequena diferença, igual sobre qualquer outro corpo. Daí ser observada a mesma velocidade de queda no vácuo. Mas essa atração não se dá devido à massa, e sim por causa do magnetismo com que, todo o corpo é dotado.

Por último, temos, a energia que pressiona o universo, e que penetra nos sistemas galaxios, de que lhe falei antes. Não podendo um corpo ser pressionado em todos os sentidos, porque de um lado a terra sempre apara a pressão, o corpo sente uma diferença de forças que atua sobre ele e cai à superfície terrestre.
Essa tremenda pressão universal, que é o resultado da vibração de Deus sobre o ponto infinito do universo, é o que mantém a atmosfera dos planetas.
Se a pressão atmosférica tem o fabuloso poder que usamos para movimentar os discos, e se a tendência dos gases é sempre expandir indefinidamente, toda a capa gasosa que circunda um planeta se expandiria para o vácuo, se não houvesse uma pressão constante que a mantivesse. Quando Newton viu cair a maçã, não podia suspeitar que naquele instante ele assistisse o efeito da presença divina no universo. É por isso que vivemos e nos movemos em Deus.
Gravidade é, então, um conjunto de fenômenos, e nunca uma forca individualizada.
P. — Porque inclui o calor sobre a gravidade?

R. — Porque ele diminui a intensidade magnética dos corpos.

Verifique que um magneto (ímã) perde a sua propriedade com o calor. Sendo a matéria constituída de ondas estacionárias, o calor influi poderosamente sobre elas. Aumentando a freqüência dessas ondas, começam a emitir luminosidade.
Além disso, é fenômeno notório que o calor torna o corpo menos denso. Assim, este sempre tende a subir. Na água fervente é onde se vê isso com toda a clareza. A água mais quente procura sobrepor-se à mais fria, produzindo as correntes. Apontamos o calor como um fator que influi sobre a gravidade, não porque ele mesmo seja um agente que provoque fenômenos de gravidade, mas porque influi sobre o magnetismo e a densidade.

P. — Quer isso dizer que a nossa ciência está errada?

R. — Muito errada.

P. — Cai por terra, então toda a nossa física, inclusive a relatividade.

R. — Caem as coisas erradas. Muitas outras, certas, permanecerão.

Acaso é de estranhar que isso aconteça?
Ptolomeu foi um gênio, mas todo o seu sistema ruiu fragorosamente como um castelo de cartas. O mesmo aconteceu com Aristóteles. A vez de Isaac Newton chegou com a física relativista, e esta tem os seus dias contados.

P. — Mas pela relatividade foi possível dar explicação à perturbação da órbita de Mercúrio.

R. — Explicação qualquer um pode dar. Resta saber se é racional. Mas ainda que seja racional, precisamos ver se é ele o método que a Natureza usa nos seus fenômenos, porque podemos aventar mil hipóteses racionais, entretanto somente uma a natureza fará uso, desprezando a racionalidade das 999, e talvez não dê a sua preferência até a nenhuma. A relatividade é baseada
em certos elementos errôneos, que nem mesmo podem ser chamados racionais, e que a natureza, segundo expressão de James Jeans, parece desconhecer. Por exemplo, é da mecânica clássica que se dois raios se moverem num mesmo sentido com igual velocidade, entre os dois corpos essa velocidade será nula; mas se eles se moverem em sentidos contrários, a velocidade de um em relação ao outro será de 2V. Todavia, para acomodar algumas dificuldades do seu sistema, Einstein afirmou que quer os raios se movam num ou noutro sentido, a velocidade entre eles será sempre V. Não é preciso muita imaginação para ver que esse princípio é falso. Para explicar uma fantasia, o autor da relatividade criou outra maior: atribuiu um espaço e um tempo próprios para cada corpo qu
se mova, segundo a velocidade. Mas como um erro leva o homem a outro maior, teve de arranjar uma terceira fantasia agora, para j u s t i f i c a r a segunda: pôs fronteiras no universo, delimitando para nos um espaço particular. Mas a natureza desconhece as cercas imaginárias, faz caso omisso da vontade que temos de que o universo se amolde aos nossos pontos de vista e desconhece as elucubrações do espírito. Em tudo ela se porta como se desconhece as funções hamiltonianas e a seriedade que os terrenos emprestam aos tensores. Em. breve vocês verão que as fronteiras propostas por Einstein foram demais apertadas para conter o que é de natureza infinita. O espaço é uno, e o tempo nada é. Este é mera convenção, baseado no movimento dos astros. É um efeito apenas.
Se o movimento de um corpo, ou seja a aceleração da massa, é devido à força, o tempo então seria um efeito da força, e esta a causa. Mas se a força varia e é consumida, variável seria o tempo. Ora, sendo o espaço uma constante, é difícil imaginar como puderam vocês criar um continuum espaço-tempo, e ainda por cima julgá-lo uma dimensão. E' o caso que a natureza desconhece essas coisas. Se multiplicarmos duas dimensões, teremos o quadrado; se multiplicarmos a área quadrada pela altura teremos o.volume do corpo; agora, se multiplicarmos esse volume por uma quarta dimensão, só obteremos um absurdo. No espaço um corpo não se propaga em quatro, três, duas ou uma
dimensão, porque o espaço, sendo infinito, não tem dimensão alguma.
Podemos, quando muito, falar que um corpo obedece a uma direção tensorial, quando se movimenta, seguindo de um ponto A a outro B.

Até certo ponto Einstein tinha razão para dizer que um corpo em movimento no espaço tem um tempo próprio, porque saindo da terra modifica o que se convencionou chamar tempo terrestre. Mas estava errado, por que o tempo é calculado tomando-se por base a duração do seu movimento até que um ponto da massa retorne ao mesmo lugar. Assim, o tempo é o resultado de um movimento esférico. Porém mais errado estava quando julgou haver um espaço próprio e particular para cada corpo em movimento.
O avanço do periélio de Mercúrio, que o consagrou, é uma questão de aproximação com o sol. Estando mais próximo, recebe mais luz, e gira mais rapidamente e avança com mais velocidade no espaço.
P. — Pois bem: e a curvatura da luz, observada por Eddington,
Crommelin e Davidson, durante o eclipse do sol em 29 de maio de 1919, que foi postulada por Einstein?

R. — A luz que se curvou, não foi devido à massa solar, mas sim por causa do campo magnético zero, situado nas proximidades do sol. Até dentro de um solenóide você pode observar que um feixe de elétrons sofre desvio num campo magnético. Nada tem isso de notável. Se a luz sofresse desvio junto de uma massa, esse fenômeno seria bem observado junto dos planetas. Digamos em
Marte, que está bem próximo da Terra. A Lua, por exemplo, seria um ótimo local para observação, durante os eclipses. Todavia, só foi observada essa curvatura exatamente onde se situa o centro magnético do nosso sistema. Não houvesse uma repulsão entre a energia e o magnetismo e nem os motores rodariam. Logo a luz sofreu o desvio do centro magnético, curvando-se sobre o sol. Se vocês tivessem aparelhagem adequada, veriam que a luz também se curvava no lado oposto ao centro, como se procurasse distanciar-se do sol. Querer de isso inferir a curvatura do espaço é anticientífico. O espaço, caso não esteja transformado, não é relativo a nada nem tem forma alguma. Não é curvo nem reto, não tem nenhuma dimensão; é simplesmente espaço, infinito
em todas as direções. Em qualquer ponto em que se colocar um observador, sempre terá diante de si o universo infinito.
P. — Então não se pode conceber um limite para a matéria?

R. — Se no espaço houvesse um ponto que servisse de limite para a criação, ali estaria encerrado Deus. Mas Deus é infinito e o universo um ponto para Ele. Só uma ciência materialista pode limitar a criação., Se supuséssemos um limite, o que haveria então depois dele?

P. — Creio que nada.

R. — Sim, haveria o nada. Mas o espaço é o nada transformado por Deus. A matéria também é nada. Se alguma coisa ela contém, é a energia divina que fecundou o espaço. Para você matéria é alguma coisa; mas faça passar por ela um feixe de raios catódicos e ela desaparecerá da sua vista. Você só verá o espaço. Tudo o que aparece é ilusão dos nossos sentidos. Coisa alguma tem
existência real. Apenas o espírito é alguma coisa, e é exatamente este que a ciência terrestre não admite.

P. — É penoso para nós verificarmos que as nossas coisas mais caras estão em completo desacordo com a realidade.

R. — O que de fato é penoso no homem é a perseverança no erro. Se durante toda uma eternidade eu houvesse errado, sentir-me-ia feliz no dia que alguém me esclarecesse. Creia que eu lhe digo a verdade. Que dor pode alguém sentir em perder o errado para ganhar o certo ?

P. — Mas é difícil para nós abstrairmos a relatividade da ciência.

R. — Seria difícil para a ciência, também, abstrair as experiências de Hertz e Fresnel, que concluíram pela teoria ondulatória da luz. Entretanto, quando é conveniente para ela explicar a teoria eletrônica, vale-se do sistema ondulatório; quando fala em teoria atômica, inverte a coisa e diz que o elétron é uma partícula, socorrendo-se de Planck.
Antes de deixarem a relatividade, resolvam primeiro se é verdadeira, a teoria ondulatória ou se é a missiva. Verifiquem primeiro a verdadeira velocidade da luz. Determinem as ações e reações do sistema planetário. Mas não usem dois espíritos numa ciência, para explicarem uma mesma coisa.

P. — Eu anotei os fatores que você disse influir sobre a gravidade. Mas há um caso que deve ser considerado. Se é certo que a densidade dos corpos influi, no alto de uma montanha o ar é mais rarefeito. Assim, um ferro, por exemplo, estando num meio mais sutil, devia pesar mais. Entretanto, se dá o contrário: quanto mais alto, menos o peso.

R. — Mas eu disse, também, que a gravidade sofre a influência da massa etérea que circunda o planeta. Se o peso atmosférico, à superfície do mar, é o equivalente a uma coluna de mercúrio de 76 centímetros, por cada 10 metros de elevação a coluna desce cerca de 1 milímetro. Logo, temos a considerar a pressão que os corpos sofrem, em função da sua densidade. Com menor pressão atmosférica, menor será o peso.
Se a gravidade fosse uma força com atributos próprios, e se fosse ela que sustentasse os corpos no espaço, seria bastante difícil para a ciência terrestre explicar porque os meteoros são mantidos na sua órbita. Todos os anos a Terra se choca com milhões de meteoritos, sempre no mesmo mês. Isto quer dizer que estão situados num só ponto. Ora, si houvesse a lei da gravitação, ou eles viriam
todos de encontro à Terra ou já teriam sido atraídos pelo Sol. Entretanto, caem à Terra os que conseguem penetrar a massa etérea, e os outros continuam sempre no mesmo ponto. Estão, pois, equilibrados entre a atração magnética do centro do sistema e a repulsão solar.
Para que existisse a gravidade terrestre, seria necessário haver a atração solar. Mas nenhumas das duas têm existência.
Se não fosse verdadeiro o meu raciocínio, jamais os corpos no vácuo teriam uma mesma velocidade de queda.
Para efeito de argumentação, suponhamos que a gravidade exista. Mas se no vácuo todos os corpos caem com uma mesma velocidade, deixa de ser verdadeiro que a matéria atrai a matéria na razão direta das massas, quando nada se essa matéria está no vácuo. Derrubada essa premissa, fácil ê vermos que se existe o vácuo entre os corpos celestes, a gravitação solar, se existisse devia atrair todos os corpos igualmente, independentes da sua massa. Mas toda a astronomia terrestre se baseia na massa dos corpos e na distância em que estes se encontram. Logo é falsa a concepção que vocês têm do cosmo.
Além disso quando Newton supôs haver uma força gravitacional, teve de imaginar a existência de um éter. Para ele não seria possível essa força, se não houvesse um veículo. E é muito singular que mais tarde a relatividade negue o éter e se apegue, ainda, à gravitação. Admitem o que o próprio criador da gravitação não pôde admitir. Assim sendo, não anulamos nenhuma gravidade. Aproveitamos, apenas, as forças da natureza. Se o nosso aparelho voasse baseado na anulação da gravidade, como vocês supunham, teríamos somente um sentido de direção. Sempre voaríamos contra o movimento terrestre, e seria impossível seguirmos no mesmo sentido ou em direção aos
pólos. Além disso, teríamos nossa velocidade limitada em 1.660 quilômetros horários, o que é uma insignificância.
Ora, seria risível um aparelho que viesse de outro planeta com uma
velocidade tão baixa e tendo um único sentido de direção. Tal disco seria bem
inferior aos aviões terrestres, e seria o caso de virmos aprender com vocês um
pouco de dirigibilidade e de como Voar-se mais rápido.
***********************************************************

Enfim, essa não eh a primeira vez que ouço falar sobre a lei da gravidade, o Alex Collier numa conferencia em 1996 tambem comentou sobre a lei da gravidade numa citação sobre a Terra Oca dando a seguinte informação:


"Segundo os andromedanos, a radiação do Sol é o que causa a gravidade nos planetas e cada corpo celeste que tem mais ou menos 29,3 milhas ou mais, possui a capacidade de manter a gravidade por causa da radiação do sol. Se descer na superficie da Terra a aproximadamente umas 21 milhas, você alcançara uma enorme caverna e não ha literamente um Sol interno ali dentro mas aparentemente há elétrons que chegam ate la através da superficie do planeta que se colapsam num certo ponto e então geram luz, no centro interior do planeta ha uma força tremenda de gravidade e é assim que eles a retem literalmente o que chamamos de auroras boreais, esses eletrons, essa particulas aparecem aqui uma vez ja colapsados e é por essa razão que elas sempre formam circulos."

Para quem não gosta de fisica isso eh bem dificil de entender mas fica a dica principalmente aos amantes da fisica se a informação prossegue ou não.
Abçs a todos
Pri

2 comentários:

  1. Ta tudo errado isso sim kkkkk, teoria baseada na existência de Deus?

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