Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

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Pri

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8 de dezembro de 2011

Cairo é Marte...?




O verdadeiro segredo das pirâmides refere-se a uma ciência vinda de um outro mundo?

Em 820 d.C., a dar-se crédito aos relatos dos contistas árabes, a grande pirâmide possuía seu revestimento de pedra calcária, o qual trazia em sua superfície numerosos símbolos de cores diversas, verdadeiras obras-primas de conjunto.

Ninguém sabia então de que lado se encontrava a entrada. Os iniciados árabes sabiam que o monumento abrigava sob a sua massa imponentes câmaras secretas que encerravam uma revelação sobre-humana: os Arquivos científicos do homem antediluviano, lá depostos pelos sábios da Atlântida. Não se afirma que a planta de Chéops foi desenhada por um dos maiores inspirados da Bíblia: Enoch, que subiu ao céu em um carro de fogo?...

Os mais sábios peritos consideram que o Egito do tempo dos faraós devia alimentar mais de 10.000.000 de habitantes e possuir máquinas de grande potência e de uma perfeição desconhecida agora, para poder levar a bom termo trabalhos gigantescos.

Esta riqueza da terra dos faraós, encontramos prova dela na Bíblia, no capítulo 13 do Gênese (10) no qual Moisés escreve:

"Loth ergueu os olhos e viu toda a planície do Jordão que estava inteiramente irrigada, antes que o Eterno tivesse destruído Sodoma e Gomorra, era como um jardim do Eterno até Tsoar, como o país do Egito".

Quando o sucessor de Harum-al-Rachid, El Mamun, chegou ao poder, os Grandes Mestres Árabes o iniciaram em sua doutrina. Estes últimos sabiam a que se ater quanto à destinação primeira da Grande Pirâmide.

Eles confiaram a El Mamun a missão de penetrar no interior do monumento. Nesta época, numerosos textos escritos concernentes à estrutura do edifício existiam ainda, pois não se entenderia como os operários do califa, que fizeram saltar o

revestimento de pedra na face norte, deram tão depressa com a entrada real, que nada podia revelar-lhes. O grés, o calcário e o granito foram abertos ao nível da sétima assentada, e a verdadeira "porta" está ligeiramente mais abaixo, o que prova que os trabalhos se apoiavam em um conhecimento profundo da planta do monumento. Malik al Aziz tentou, em 1196, com dezenas de milhares de homens 25 destruir a "pirâmide vermelha". Guardemos este nome. Depois de vários meses de esforços, o monumento nem parecia sequer arranhado.

El Mamun e Malik al Aziz procuravam nessas duas construções um segredo conhecido por raros iniciados. Os dois filhos do Oriente, o país das lendas que revelam com poesia os antigos conhecimentos, não ignoravam nada dos "misteriosos tapetes voadores", que outrora evoluíram nos céus da Ásia Menor.

Um autor espiritualista de além-Atlântico, que parece muito bem instruído sobre o problema das civilizações desaparecidas e sobre a origem dos Engenhos Espaciais de Proveniência Desconhecida, revela em As Moradas Secretas do Leão, uma obra muito documentada e apaixonante por mais de uma razão, que um "vimana" do passado foi enterrado há mais de quatro mil anos perto de Chéops. Este engenho munido de um gerador da energia-mãe, teria por missão reforçar certas radiações
telúricas negativas que começavam a desaparecer neste ponto do mundo.

O que não disse o sábio Abade Moreux
Duas grandes linhas de força cruzam-se sob a Grande Pirâmide. O abade Moreux, esse maravilhoso e discreto erudito, deixou-nos a prova disso sem fazer nenhum comentário, sob a forma de duas cartas que ilustram seus livros: Os Enigmas da Ciência, pág. 13, e A Ciência Misteriosa dos Faraós, pág. 20. (Estas duas obras foram editadas pela casa Gaston Doin).

Quem dominasse a Pirâmide podia controlar todas as atividades do homem à superfície da Terra, e "telecomandar" à distância não importa que organização humana onde quer que ela estivesse. O comportamento de uma civilização depende em grande parte da influência das correntes telúricas que a condicionam, essas correntes percorrem o solo, e são consideradas as veias de Géia.

O enigma do 30° paralelo. A noção de centrais energéticas espalhadas pela superfície da Terra e atuando sobre a evolução da humanidade é conhecida de todos os ocultistas. A Grande Pirâmide
foi uma, e sua posição geográfica sobre o 30° paralelo merece que a analisemos.

Parece, com efeito, que o globo tenha sido dividido outrora em seis zonas principais. Por exemplo, se do alto de Chéops nos deslocamos 60° para leste, constatamos com surpresa que caímos sobre Lhassa, a capital do Tibet, o "Teto do Mundo" onde desde tempos imemoriais se perpetua a mais alta iniciação.

Se, ao contrário, nos deslocamos para oeste, este deslocamento de 60.° nos conduzirá desta vez para um ponto do oceano Atlântico, cujas coordenadas são as seguintes: 30° de longitude oeste por 30° de longitude norte. Sob 2.000 metros de água repousa ali Poséidonis, a Cidade de Portas de Ouro, capital da Atlântida.

Continuemos nossa exploração para oeste, e ainda uma vez chegaremos ao limite dos 60°. Este passeio nos permitirá cavalgar a vôo de pássaro as pirâmides maias do 26 Yucatan.

A terra era outrora cinturada por "condensadores" de energia que fecundavam o espírito das raças em plena evolução. Essas potências radiantes captam talvez ainda os eflúvios nascidos dos quanta psíquicos mantidos pelas grandes religiões. O enigmático 30° paralelo, não nos esqueçamos, viu nascer todas as grandes organizações místicas e seus profetas.

O 30° paralelo: Mu, Yucatan, Atlântida, Chéops, Lhassa 
Modelado por um cataclismo gigantesco, nosso globo esconde agora sob os oceanos ou sob milhares de toneladas de terra, segredos que pertencem a uma raça de homens desaparecida.

Atlantes — pirâmides — e migrações humanas

A Tradição Rosa-Cruz conta que em certas épocas grupos de adeptos emigraram para um planeta vizinho. O relato detalhado dessas migrações é conservado nos livros secretos da Ordem. Todas as espécies de tradições convergem para uma certeza: várias migrações interplanetárias se realizaram no passado, e a última partida se deu de Gizé mesma.

Paul Brunton ensina-nos em Egito Secreto que com freqüência, do deserto, perto das pirâmides, a maior em particular, testemunhas percebem sempre "uma chama pequena, que se transforma de repente em uma coluna azulada", que gira em torno dos monumentos. O dr. Abbate Pacha, ex-vice-presidente do Instituto Egípcio e um outro membro do Instituto, sr. William Grog, viram por diversas vezes esse misterioso OVNI evoluindo muito perto do monumento de Chéops.


Cairo é Marte...


Voltemos a Malik al Aziz e à sua idéia de destruir a "Pirâmide Vermelha". Como se sabe, em astrologia, o vermelho é a cor simbólica do planeta Marte. Ora, a capital do Egito chama-se Cairo; nome que se escreve em árabe "El Kaher" e que designa nesta língua o mesmo planeta Marte! Malik al Aziz era um iniciado, que tanto quanto Walter Bryon Emery desejava descobrir um fio de Ariadne que o levasse para vestígios arqueológicos originários de um outro espaço. Imhotep, o sábio, viria do planeta de canais intrigantes? Walter Bryon Emery e o prof. Luís Alvarez talvez no-lo digam algum dia destes.

4.NOS ESCRITOS DO PASSADO: A PROVA DE QUE RELAÇÕES 


INTERGALÁCTICAS EXISTIRAM NA AURORA DO MUNDO27

Sem contestação, a escrita é a primeira das formas de evolução das grandes civilizações. Graças a ela, possuímos arquivos históricos referentes ao problema dos OVNI, que vêm juntar-se às provas arqueológicas que já conhecemos. Recorrendo aos textos do passado, podemos compreender de maneira perfeita a evolução do fenômeno no curso dos anos. Os autores e os historiadores antigos nos legaram, em suas obras, provas indiscutíveis de que os discos-voadores sulcaram os nossos céus, há dois mil anos!

Textos sânscritos, várias vezes milenários, como o Samarangana Soutradhara, dão uma descrição pitoresca de máquinas voadoras existentes entre os povos civilizados com o fim de garantir as comunicações entre os continentes, e de presidir à manutenção da ordem, talvez mesmo para a realização de grandes expedições inter-astrais.

O Samarangana Soutradhara, que é uma coletânea de antigos manuscritos, consagra duzentas e trinta páginas ao sistema de construção de engenhos voadores, esses fabulosos vimanas, que se elevavam verticalmente e podiam voar milhares de quilômetros. Suas possibilidades eram muito grandes, eles evoluíam a grande velocidade e em grandes altitudes, escapando aos olhares das pessoas que estavam no solo. A laje de Palenque, que nos oferece o esquema de um deles, dá aos técnicos de nossa era o plano de um engenho voador rico em pormenores. Uma outra coletânea, o
Samar, afirma que os vimanas não eram produtos de imaginação poética, mas engenhos que funcionavam com potência latente do mercúrio quente. Teremos de voltar a esta definição, quando passarmos em revista os futuros veículos cósmicos estudados atualmente em nossos modernos laboratórios terrestres. Quando estavam no espaço, os vimanas não tinham asas, sustidos unicamente pela força que emitiam.
Nos livros esotéricos são enumerados quarenta e nove tipos de "Fogos propulsivos".
Estes estavam ligados a fenômenos elétricos e magnéticos. Os veículos celestes da Índia
antiga escapavam da atração terrestre e transportavam tripulações perfeitamente protegidas.

Como nossos enormes cargueiros, ou os "soyouz" soviéticos atuais, cada aparelho tinha um nome particular. Em tabuinhas védicas, fala-se do "Vimana Agnihotra" com dois fogos de propulsão posteriores.

Os contatos aparentemente, nesta longínqua época, os habitantes da Terra estavam acostumados a
receber visitas permanentes de seres originários de outros planetas. Relações contínuas existiam entre todos os povos do universo. Certos engenhos construídos em nosso planeta atingiam as regiões solares. Seu nome era "Suryaman-dala". Outros empreendiam cursos ainda mais distantes, para as estrelas, suas proporções eram enormes, e viajavam além do sistema solar. Eram chamados "Naha-satramandala". 28

fonte: http://www.cubbrasil.net/ebooks/OVNIETs.pdf