Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

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Bons estudos
Pri

22 de outubro de 2011

Promessas de uma nova vida

Para que a guerra, por causa de um pedaço de terra? Em nome de deus? Que deus? Esse deus deles não é e não pode ser o Deus do Universo no qual eu Priscila acredito, quantos erros, quantas lavagens cerebrais, quanta dor, quanta  MENTIRA, quanta INJUSTIÇA, quantas vidas perdidas...


DESCRIÇÃO DOS VÍDEOS...

Olhando nos olhos de sete crianças israelenses e palestinas que vivem em Jerusalém e arredores, "Promessas de um Novo Mundo", oferece uma visão profundamente humanista das complexidades do Oriente Médio.

Surpreendente vencedor da escolha do público do Festival de Roterdã em 2001, esse projeto adota um foco pessoal e afetivo.

A exploração da perda da inocência faz do filme um documentário de extensa pesquisa sobre a dor e o entremeio do conflito entre judeus e palestinos.

Bem-executado, "Promessas" foi rodado durante um período de relativa calma na região (de 1997 a meados de 2000), pouco antes do início da recente Intifada (revolta palestina).

Um norte-americano que cresceu em Jerusalém e fala hebraico e árabe, B.Z. Goldberg (co-diretor, ao lado de Justine Shapiro e Carlos Bolado), é o narrador explícito, fazendo entrevistas e a mediação entre os personagens.

Yarko e Daniel são dois judeus gêmeos; Moishe é um judeu radical, Mahmoud é militante do Hamas, Shlomo é o filho ultra-ortodoxo de um rabino norte-americano, e Sanabel e Faraj são dois palestinos que vivem em um campo de refugiados. No começo do filme, eles têm entre 11 e 13 anos.

Alguns dos meninos são mais flexíveis e abertos ao diálogo do que outros. Mas seus relatos da vida em uma sociedade mergulhada no conflito revelam ressentimentos, ódio, incompreensões, mortes e vingança que se entranharam naquelas comunidades.

Todos encaram esses fatos como algo inevitável e se mostram mais endurecidos e adultos do que a idade deles permitira supor.

Os gêmeos - talvez os mais esclarecidos dos entrevistados - dizem que sempre entram em um ônibus prestando atenção a eventuais suspeitos de atentados.

No campo de refugiados, os personagens já são da terceira geração de moradores, e choram quando falam das cartas de seu pai, um jornalista há dois anos na prisão sem acusação formal. Outro menino palestino lembra como foi ver um amigo assassinado por soldados israelenses depois de apedrejar uma vidraça.

Com a ajuda de imagens que explicam os fatos políticos, o filme atrai à medida em que cada criança revela sua consciência, abertura para pontos de vista opostos e, às vezes, simpatia por posições extremistas.

O documentário fica mais interessante quando Goldberg convence os gêmeos a viajar com ele para Deheishe, onde poderão encontrar Faraj e outros meninos palestinos. É o primeiro contato deles com as pessoas na outra parte do conflito.

No decorrer do dia, as crianças deixam de lado as brigas por futebol e comida, e se mostram mais dispostas a discutir e conhecer os "inimigos".

Mas a tristeza fica ainda mais patente quando os meninos são entrevistados dois anos depois, no final de 2000. Alguns dizem que querem mais contato, para facilitar a paz e o respeito mútuo; outros abandonaram essa esperança, e alguns ficaram ainda mais intransigentes.

O que o epílogo acentua ainda mais, porém, é que, quando eles deixam para trás a inocência infantil e adotam o rígido pensamento dos adultos, a distância entre eles aumenta.

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