Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

DICA: ACESSEM AS ABAS "ARQUIVOS DO BLOG", TAMBÉM OS "MARCADORES" QUE ESTÃO do DO LADO DIREITO DA SUA TELA, AO LADO DA POSTAGEM
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Bons estudos
Pri
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15 de junho de 2017

Sítios Megalíticos ao redor do planeta e suas ligações com os deuses astronautas

Alguns lugares, como que até hoje nos causam impacto, lugares que os cientistas brigam entre si tentado desmistificar ou tentando explicar através de teorias, como foram erguidos, mas ninguém consegue provar como poderiam ter sido levantados, arquitetados, sendo que naquela época, sequer possuíam tecnologia para tal.
Também trago nesse post, as supostas explicações, lendas, de ajuda de seres de outros planetas.
Ainda faltam muitas estruturas mas essas, são as principais.
Segue e boa leitura.
Pri 

MACHU PICCHU

Resultado de imagem para machu picchu

1. Machu-Picchu, Peru. A cidade perdida dos incas, cujo nome pode ser traduzido do quíchua como "velha montanha", foi construída no século 15, e só foi redescoberta em 1911. Sua arquitetura avançada permitiu que resistisse tanto tempo em uma área chuvosa e de constantes terremotos.

Extraterrestres, Incas e Machu Picchu

De acordo com mitos peruano, a civilização Inca foi criada por Mama Ocllo e Manco Capac, os servidores da divindade Viracocha. A cidade sagrada de Machu Picchu é uma das mais complexas e misteriosa estruturas ao redor do mundo, impressionante como foi construída nos Andes do Peru. Estranho edifícios sem tetos montados com grandes blocos de pedra e enormes plataformas, pisos esculpidos diretamente na montanha, com uma precisão de laser. Muitos deles foram construídos a beira das falésias, como se o lugar fosse um ponto de acesso às aeronaves. De acordo com as traduções de Zecharia Sitchin, Viracocha era um rei Anunnaki Ishkur, o

14 de fevereiro de 2015

Stargate da Suméria

Análise Exopolitica da política dos EUA no Iraque
Suméria Stargate 


Se há um Stargate ( portal ) no sul do Iraque, ele teria um papel de alguém que 'profetizou o retorno dos deuses ", então é provável que as organizações de governo clandestinas que influenciam grandemente ou controlam a administração Bush, estão cientes da existência e do papel deste Stargate ( portal ). 
É provável que Saddan Hussein, presidente do Iraque, também tenha conhecimento da existência do Stargate, como pode ser inferida por seus projetos arquitetônicos para reavivar a grandeza das primeiras civilizações da Mesopotâmia e consolidar o seu lugar como o restaurador da glória passada do Iraque (37). 
Mais significativamente, a concessão de permissão para um time alemão de arqueólogos que retomaram as escavações na cidade suméria de Uruk após o mapeamento subterrâneo detalhado, sugere que este poderia ser o local para o stargate sumério. Este conhecimento sobre um Stargate estar enterrado, também poderia ser parte da razão pela qual o governo alemão se opôs publicamente a guerra preventiva contra o Iraque e os Estados Unidos.
Se, de fato, tanto o regime de Hussein e a administração Bush acredita que um Stargate está enterrado nas areias do sul do Iraque, então é muito provável que haja uma corrida para ter acesso a ele e controlá-lo. A tese de William Henry esta é, de fato, o que apoia a política de continuar o conflito militar no Iraque. (38) 

13 de fevereiro de 2015

2012 - Porta Estelar dos Deuses

Em artigos anteriores, e galerias, eu esbocei brevemente a teoria de que os deuses do mundo antigo as serpentes Barbadas representaram as civilizações que viajam através de portais estelares e buracos de minhoca ( ‘wormhole’ ).
É um fato que praticamente todos os grandes seres mitológicos navegaram em naves, até o momento, ninguém chegou a oferecer uma teoria sobre as muitas características estranhas desses veículos celestes, consistentemente foram retratados como as serpentes que se deslocam através dos mares celestes ou uma nave ou navio que torna-se um homem de barba de serpente nas terras da Terra.

Resolver esta questão obscura pode ser mais vital do que pensamos. Os maias dizem-nos que em 2012 uma 'Corda de Serpente' irá surgir a partir do centro de nossa galáxia, a Via Láctea, que vai intensificar o deus barbudo da iluminação.
John Major Jenkins propôs, e concordo, que o termo arcaico 'corda serpente' é intercambiável com o termo científico moderno "buraco de minhoca" ou "Stargate", ou seja, um túnel que liga duas regiões do espaço. Para saber mais sobre os portais estelares dos deuses, leia o Oracle of the Illuminati . 
Uma das principais razões que os detratores que dizem que é impossível entrar em contato com uma civilização alienígena, são as grandes distâncias que separam a Terra do planeta habitável mais próximo.

7 de março de 2013

Documentário, A História secreta da raça humana, apresentação de slides por Klaus Dona

Klaus Dona é um curador da Exposição de Arte para a Haus Habsburgo da Áustria e trabalha com prazer no mundo da arte organizando exposições em todo o mundo.

O fato é que de tanto encontrar objetos fora do “comum” com mensagens que fazem algum sentido para quem sabe o que está vendo, a arqueologia por suas mãos ganhou um toque a mais.
Os Objetos são pouco pesquisados no mundo de quem vive apenas garimpando o inusitado e pouco óbvio a um publico muito restrito. Ele viajou pelo planeta em busca de achados únicos e “inexplicáveis” (ao senso comum).
Entre seus achados encontram-se ossos humanos gigantescos, pedras com imagens grafadas de cenas de milhões anos atrás, entalhes e esculturas e formas que não se encaixam na visão contemporânea do nosso cronograma e que fazem os cientistas ortodoxos terem dor de cabeça para “tentar” explicar.


Laura Botelho


Sobre o video> OBS. legenda em português
Link do vídeo que prova que os seres humanos foram criados genéticamente
https://www.youtube.com/watch?v=dFy5n...

Link do vídeo que prova a existência de um ser que não é deste planeta
https://www.youtube.com/watch?v=Dk_jE...

Assita no link a seguir mais crânios não humanos encontrados na América do Sul:
https://www.youtube.com/watch?v=hlq5j...

22 de janeiro de 2013

"RASTROS ANTIGOS DA LINHAGEM-REAL Pt 1 e 2 ...."



Rastros antigos da linhagem "Real". (Parte I)


No Antigo Testamento, em Genêsis 18 e 19, nos conta uma passagem da vida de Abraão. Nos conta que Abraão foi visitado por "deus" e mais 2 "anjos" que tinham descido para avisá-lo que Sodoma e Gomorra seriam destruídas. Enquanto "deus" conversava com Abraão, os 2 "anjos" se dirigiram até as portas de Sodoma e foram na casa de Ló (sobrinho de Abraão) para avisá-lo de que teria que partir com sua esposa e filhas, pois a cidade seria completamente destruída.


Ló era a filho de Harã, que era irmão de Abraão que era filho deTerá. Ló era um primo "distante" de SEM (da mesma linhagem) que era filho de Noé, pois Abraão tio de Ló era a nona geração de SEM. Enoque era pai de Matusalém que era pai de Lamequeque era pai de Noé, e sabemos que Enoque era na verdade Ningishizidda, o filho mais novo de ENKI. Sabemos também que Marduk era irmão mais velho de Ningishizidda. Sabemos que Marduk era também conhecido desde o Egito antigo como RÁ ou Amon-Rá.
Continuando com Gênesis 19, após Ló atender ao aviso dos dois "anjos" e em seguida, deixar Sodoma com sua mulher e as 2 filhas, recebeu uma advertência dos "anjos" que os avisaram para que durante o trajeto, não olhassem para trás em hipótese alguma. Porém, a esposa deLó não aguentou de curiosidade e olhou para trás justo na hora em que Sodoma e Gomorra estavam sendo bombardeadas, e por algum motivo a esposa de Ló faleceu.




Genesis 19-25;26: "E destruiu aquelas cidades e toda aquela campina, e todos os moradores daquelas cidades, e o que nascia da terra. E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal".

Bom, em seguida Ló e suas 2 filhas seguiram até a montanha que os 2 "anjos" haviam indicado e lá em uma caverna ficaram.Ló e suas filhas estiveram numa cidade tão bonita quanto Sodoma, chamada Zoar. Mas por algum motivo, Ló e suas filhas tiveram medo ou receio de ficar em Zoar e logo subiram ao "monte/montanha" e ali moraram nessa caverna.



Algum tempo depois, suas 2 filhas resolveram engravidar de seu pai Ló, pois seu interesse era conservar a linhagem sanguínea de vosso Pai. (incesto).



Gênesis 19-31;32: "Então a primogênita disse à menor: Nosso pai já é velho, e não há homem na terra que entre a nós, segundo o costume de toda a terra. Vem, demos de beber vinho a nosso pai, e deitemo-nos com ele, para que em vida conservemos a descendência de nosso pai".



Da filha mais velha de Ló, nasceu um menino que se chamava Moabe que mais tarde deu origem ao povo Moabista.



A filha mais nova teve outro menino que se chamava Ben-Ami que foi considerado o pai dosAmonitas, os filhos de AMON, que existem até os dias de hoje. A palavra Ben-Ami significa "que descende de parente" e Amon significa "o escondido ou o oculto".



Gênesis 19-37;38: "E a primogênita deu à luz um filho, e chamou-lhe Moabe; este é o pai dos moabitas até ao dia de hoje. E a menor também deu à luz um filho, e chamou-lhe Ben-Ami; este é o pai dos filhos de Amom até o dia de hoje".





AMON , AMOUN ou AMEN são a mesma coisa e sabemos que é um termo proveniente do Egito Antigo. Amon-Ráque era Marduk, que era Yhwh/Jeová/Elohim/El Shadai, o "deus" de Abraão que o abordou em sua casa em Genesis 18. A história de preservação de linhagens sanguíneas se remonta desde o Egito Antigo, quando os "deuses" começaram a se misturar (acasalar) com os humanos. Essa tradição se espalhou em todos os reinados culturalmente sendo que um Rei só poderia passar sua coroa a seu filho homem. Hoje temos a família Real da Rainha Elizabeth e seu filho príncipe Charles.

Em Gênesis 12-2;3 Deus diz a Abraão: "E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra".



A palavra Abraão significa "Pai de muitos".

O termo "NAÇÃO" aqui não quer dizer país, mas algo mais peculiar, ou seja, quer dizerFAMILIA. Sua linhagem sanguínea ainda existe e está relacionada com os Windsor. No inicio dos anos 1900 o Império Britânico já controlava 40 por cento da massa terrestre da Terra e mais de um quinto da população. Era o maior império que o mundo alguma vez tinha visto. Isso mostra como o "deus" de Abraão estava falando sério, e sua linhagem permanece no poder do mundo até hoje (A Elite). São pertencentes a chamada Nobreza Negra, as 13 famílias que possuem todos os bancos internacionais, as companhias petrolíferas, os maiores negócios da indústria. Infiltram políticos e possuem a maioria dos governos, assim podem manipular e controlar como bem quiserem. É importante ressaltar que as "famílias" reais da Europa não são famílias "comuns", são brotos da mesma linhagem (acasalam-se entre si) operando por uma mesma Agenda. Num é a toa que o Príncipe Philip chama os Windsor de "a sólida família".

El Shadai/Elohim/Adonai (um deus que se autoproclama e autopromove) é identificado também com o "deus" Seth (deus do Egito antigo) e Shaitan (ShTn) que são o mesmo, (hoje conhecidos como Satã). Seth acabou sendo associado a escuridão (as sombras) da noite e com a Lua. Seth é associado também com Shiva.

Mais acima no texto, eu comento sobre SEM que era filho de Noé. SEM viveu 600 anos, e através de sua descendência, surgiram Abraão e Ló. SEM foi o ascendente da raçaSemita (Sem + ita = descendente de Sem) que se espalhou pelo oriente. SEM em acadiano é "Su'en ou SIN" que em Sumério é Ses.ki ou também Nannar ou NANNA, o "deus" da Lua. Na associação com a língua Assíria, Su'en e Na-An-Na-Ru significa "Iluminador" como epíteto de "deus" da Lua. NANNA era filho de ENLIL com NINLIL.

NANNA foi pai de "Shamash" (imagem ao lado), um "deus" dos pantões da Mesopotâmia. Em acadiano é Samase Sams em Arabe e Semas em hebraico que significa "SOL", simbolizando o Sol que nasce entre as duas montanhas do Leste. Shamash também representa e foi amplamento associado com o planeta Saturno (Saturday - Sábado ou dia de Saturno).

Percebemos aqui que Abraão e Ló possuem uma linhagem familiar diretamente conectada com os Anunnakis. É por isso que somente Reis e também os proclamados da "nobreza real" são os únicos a andar pelo tapete vermelho, pois simboliza exatamente a linhagem sanguínea real-annunaki.







O simbolismo das "Duas Torres" e um Sol nascente está bastante difundido não só na maçonaria, mas em TODAS as culturas do mundo. Esse é o "logo/simbolo" mais usado dessa linhagem sanguínea real-anunnaki para estabelecer a chamada "Nova Ordem Mundial". Não é atoa que os 33 últimos presidentes dos USA são todos ligados geneticamente, e TODOS usaram a mesma simbologia e os mesmos termos.


Essas Duas Torres representam as "forças" Sole Lua (as polaridades), Estão relacionadas com a frase "ORDO AB CHAO", ou seja, Ordem que vem pelo Caos. Os 2 Pilares "JB - Boaz e Jachin" que ficam em frente ao Templo do ReiSalomão/Solomon - Sol (latin), Om (sol em hindú, Semita) e On (sol em egipcio).


Apocalipse 13;11: "E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão".

Na decima terceira "Boa Nova" da epístola de BISHÁRÁT diz: "Aos homens da Casa de Justiça instituída por Deus foram confiados os interesses do povo. São eles, em verdade, os incumbidos por Deus entre Seus servos e os pontos do alvorecer da autoridade em Seus países. Ó povo de Deus! O que educa o mundo é a justiça, pois este é sustentado por dois pilares, a recompensa e a punição. Esses dois pilares são fontes de vida para o mundo. Desde que haja para cada dia um problema novo e para cada problema uma solução oportuna, tais assuntos devem ser levados aos Ministros da Casa de Justiça, para que eles possam agir de acordo com as necessidades e exigências do tempo".


Esses 2 Pilares, além serem descritos como os Pilares do Rei Salomão, também são os Pilares de Shu, osPilares de Hermes, os Pilares de Atlas, os Pilares dos deuses das alvoradas, as Colunas Babilônias, as Colunas Romanas, as Colunas Maçônicas e asColunas Norte e Sul do Hall da Verdade Egípcia.

Em 11 de Setembro de 1991, George Bush pai fez um discurso preciso e salientou o objetivo da "Agenda" milenar de sua linhagem – A Nova Ordem Mundial. Após exatamente 10 anos, um "sacrifífio" foi realizado justamente nas 2 Torres gêmeas, dando início a parte final desse "projeto-agenda". Entraram com força total no Iraque e lá estão até hoje. Retornaram a Is-Ra-El e estão mais próximos de “casa” ou o berço de sua família. As 2 Torres e o Sol nascente simbolizam o retorno de seu "mestre", o retorno de seu "messias" e pai genético dessa linhagem (ou pelo menos sua apresentação) para ser o proclamado Rei e Senhor do m1undo.

Muitos acham que o gesto com a mão que essa gente faz, retrata o "diabo", o anti-cristo e viajam na maionese com um monte de baboseira religiosa. É muito simples, esse gesto retrata as 2 Torres ou os 2 Pilares. Um código de cumprimento saudando seu pai.

Todas as religiões do mundo "pregam" o retorno de um pai, um messias. TODAS elas são a simbologia da mesma coisa. Boaz = "nele está a força" e Jaquim = "ele estabelecerá". De fato, ENKI e ENLIL sempre foram as 2 maiores "forças" do mundo.

Porém os símbolos iconográficos de ENKI são o "Peixe" a "Serpente" e o "Capricórnio", o qual se tornou um dos doze signos do Zodíaco e cuja ideologia teve a sua base na civilização Suméria. O Capricório possui 2 CHIFRES e segundo a astrologia, Saturno (aneis) é seu astro regente.

* Veja AQUI seu Santuário em Luxor.

Bom, já sabemos que a Lua não é um satélite natural, que é MUITO mais velha que a própria Terra, que só nos mostra uma face, que influencia em nossas marés e nos ciclos menstruais. Cientistas inclusive da NASA que estudaram exaustivamente a Lua, simplesmente dizem que ela cientificamente não deveria estar ali. Há uma incompatibilidade gigantesca em seu tamanho como satélite natural da Terra. A Terra é inclinada em seu eixo por causa da órbita da Lua.

Muito se falou e se fala que ELES (ET´s) sempre estiveram entre nós. Eu concordo plenamente! Os tabletes de argila da Suméria falam sobre o retorno dos Anunnakis. Eu me arrisco dizer que os filhos de Enki e Enlil na verdade nunca foram embora e sempre estiveram nos observando, nos monitorando e disputando entre eles o controle da Terra como cultura (nos cultivando – somos seu alimento). Eles nos colonizaram a milhares de anos. Nas escrituras religiosas sempre se fala de um falso profeta que se fará passar pelo "salvador" da humanidade. Isso é fruto de uma estratégia entre essa disputa Anunnaki. Como já disse em posts anteriores, a "prisão" é apenas mental, ou seja, ELES nos condicionam através de "CONCEITOS" a acreditar cada um em seu "deus" criador e salvador.

A Lua é apenas mais uma das bases Anunnaki para estabelecer TERRITÓRIO. Não apenas colonizaram a Terra, mas o Sistema Solar. Bom, é claro que eu acho que eles não são o únicos que estão entre nós, e há muitos outros e distintas raças. Uns que não se importam com eles e o que fazem (e nem com a gente) e outros que discordam com esse método "colonial". Nós costumamos chamá-los de "Positivos", pois eles respeitam a incondicionalidade de liberdade do SER. Os Positivos não "lutam" pela liberdade, pois não se trata de uma conquista, ela é intransponível, impenetrável e intransferível. Vivemos num mundo cheio de falsas ideias (conceitos) sobre paz e liberdade. ["lutar por paz, lutar por liberdade"].


Se você acredita que você realmente tem um "deus", então você tem. Essa ideia pode muito bem ser "comprada" se você não tem consciência de quem ou o que você é. O CONHECIMENTO É A CHAVE DO PODER!Você só é um escravo ou servo se acreditar que é isso. O PODER está nas nossas mãos, na minha e na sua, sempre esteve. Como disseGandhi: "Seja a mudança que você quer ver no mundo".


Linhagem sanguínea dos Illuminati é a MESMA - Nova Ordem Mundial

RECOMENDO que veja também:



Jordan Maxwell - La Toma del Poder del Planeta Tierra (5 / 17) - Proyecto Camelot

http://www.youtube.com/watch?v=0zv_E88dD_I&feature=related



David Icke habla con Bill Ryan sobre su nuevo libro: "Raza Humana Ponte De Pie". (2010) Parte 5/11

http://www.youtube.com/watch?v=WMI20sg7jk8&feature=player_embedded

Rastros antigos da linhagem "Real" - Segunda Parte.


Seguindo com essa segunda parte, continuando com o personagem Abraão/Abrahan, que significa "Pai de muitos"ou "Pai da multidão", podemos notar uma semelhança de seu nome com o deus hindú Brahma, que do sânscrito, significa "Expandir, Crescer e Frutificar". Percebemos aqui como Abraão que era da mesma linhagem de SEM (que deu origem ao povo Semita Oriental, surgindo daí o povo Hindú e o hinduísmo), possui também uma forte ligação familiar com povos orientais.

Bom, sabemos segundo as próprias escrituras que o "deus" de Abraão era YHWH/Yavé ouJeová. Este nome é um termo RE-adaptado de IAO que significa "Primeiro nascimento e o Setimo deus sol irradiado", conhecido no gnosticismo como Iao Sabao. Em egípcio, EOVE ouEOVA que era o nome dado ao Sacerdote Chefe nos Templos Egípcios, e daí o surgimento hebreu de Jehovah. A língua hebraica é na verdade uma língua sagrada das "Escolas de Mistério" do Egito. A língua comum do Egito era chamada de CBT ou QBT, sendo melhor conhecida como Copto/Copta ou Cóptico. A língua sagrada das "Escolas de Mistério" pegaram esse nome e criaram o "OBR ou mais utilizado, ABR" (como o famoso Abracadabra), e nessa epoca esse termo significava a passagem de um lugar para outro, uma espécie de "Transição/Transformação". Isso retrata exatamente o "Ponto" dos ensinamentos das Escolas de Mistério originais – "Uma Transição para uma maior Iluminação". No Triângulo Mágico de Pentáculos dos Teósofos pagãos vemos o ABRacadABRa.


Segundo Eliphas Levi (escritor francês, e ocultista 1810-1875), A letra A isolada representa a Unidade do primeiro princípio, ou o agente intelectual ou ativo. A = Unidade ao "fecundar" o binário (2 partes) é representada por AB. A letra R é a efusão resultante dos dois princípios, e nesse sentido, é o sinal do ternário "ABR". Esse ABR se tornou "AMBRES", o nome da "santa doutrina" reservada para iniciados e era também escrita como: AMBRIC, HEBRIC,HEBRAIC e HEBREW. O Alfabeto hebreu tem 22 letras, mas o original (epoca antes de Moisés), tinha 10 letras, e seu verdadeiro significado era revelado somente aos Sacerdotes. Ou seja, os primeiros "Hebreus" não eram israelitas ou judeus, mas sim "Iniciados das Escolas de Mistério Egípcias".

Nunca se provou a raça genética hebréia ou judia, e o termo, COHEN que em Judeu significa "SACERDOTE", que provêm de CAHEN, que em Egípcio significa "Principe ou Sacerdote".

A religião hebréia não existia no Egito e não existia lei hebréia, porque não existia "Raça hebréia". O único culto era o "Culto Egípcio". A Religião, Língua e Raça hebréia somente surgiram quando iniciados dos "Mistérios egípcios", mais tarde conhecidos como "LEVITAS", que extraíram o conhecimento do Egito e inventaram toda uma história para acobertar o que eles estavam fazendo, e para quem eles estavam trabalhando e de onde eles provinham.[Hebreu e Judeu são uma outra forma de dizer Egípcio]. Isso explica porque vemos o constante uso de símbolos Egípcios na Maçonaria, no Vaticano, nas instituições governamentais, inúmeras bandeiras nacionais e em toda essa Fraternidade pelo mundo.
Bom, voltando bastante nessa história, no período pós guerra no Egito Antigo, quando os "deuses" Anunnakis ainda governavam. No momento da "Re-distribuíção" das terras entre os deuses no tratado de "paz" entre eles, segundo as escrituras do Livro de Enki, numa tentativa de abrandar o sentimento possessivo e egoísta de seu filho mais velho, Enki destinou algumas de suas terras a Marduk.
"A massa de terra de tom escuro que incluía o Abzu lhe concedeu por domínio a Enki e a seu clã, para habitá-la se escolheu ao povo do filho médio de Ziusudra, CAM. Enki, para apaziguar a seu filho, sugeriu fazer a Marduk senhor deles, senhor de suas terras" - Livro de Enki.
Essas terras foram destinadas a "Cam", filho do meio de Ziusudra/Noé. "Cam/Cham/Cão" em Hebraico e Arabe significa "Quente ou Queimado". Khan/Kan ou Cã em Mongol e em Turco quer dizer "Dirigente", termo proveniente do mesmo Cam, filho de Ziusudra/Noé. Segundo algumas escrituras históricas, o famoso Gengis Khan era descendente de um antigo líder Mongol, chamado Kabul Khan. De fato, essa descendencia rendeu muitos grandes impérios. O termo Khan enraizou-se em diversas nações e seus soberanos, como os reis da Pérsia, Sultões Seljúcidas e Otomanos adotaram esse título. Alguns governantes republicanos ainda usavam e usam o título Khan em seus nomes para demonstrar seu poder político. Veja a lista de nomes dos Presidentes do Afeganistão, Paquistão, Uzbequistão.

Em Génesis 10:5 diz: "Por estes foram repartidas as ilhas das nações nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações". Por tanto, Cam foi o "Pai dos povos Africanos do Norte". Cam, pai de Cuxe, que foi pai do poderoso Nimrod, que era marido deSemiramis, mãe de Tamuz que os semitas conheciam comoAdônis da mitologia fenícia, e pelos Sumérios como Dumuzi filho de Marduk, e logo como Osíris pelos Egípcios.

Como já mencionei na Parte I, Abraão e Ló eram descendentes de Sem, irmão de Cam, e que foi considerado o "Pai dos povos Asiáticos". Entre os antigos povos Semitas estão os Fenícios, Hebreus, Amoritas, Cananeus, Sírios, Arameus e Árabes.
Jafé, o terceiro filho de Ziusudra/Noé, foi o fundador da cidade de Jafa ou Jaffa, em Hebraico Yaf, em Arabe Japho ou Joppa. Considerado o o "Pai e progenitor de todos os europeus, persas e indianos". Segundo o Livro de Jubileu, Tubal um dos 7 filhos de Jaféesteve relacionado com uma tribo do centro sul da Anatólia e também com com os ibéricos do caucaso e da Peninsula Ibérica, Italianos e Ilírios.

Esse é o mapa estilizado "T e O", que faz alusão à Europa como o lar dos descendentes de Jafé. A África sendo dos descendentes de Cam e a Ásia lar dos descendentes de Sem.



Percebemos então que a ramificação da Linhagem genética Anunnaki foi Pré-estabelecida e subdividida por seus "Senhores" ou "deuses", de acordo com seu "Tratado". O problema foi a ousadia, egoísmo, arrogância e discordância de Marduk, que queria ser o único "deus" e senhor da Terra.
"Assim, se situava a si mesmo Marduk, como Ra, por cima de todos os outros deuses, por si mesmo se atribuía seus poderes e atributos: Sou como Enlil quanto a senhorio e decretos, como Ninurta na enxada e o combate; como Adad pelo raio e o trovão, como Nannar por iluminar a noite; como Utu sou Shamash, como Nergal reino sobre o Mundo Inferior; como Gibil, conheço as profundidades douradas, de onde cobre e prata vêm; como Ningishzidda mando sobre os números e sua conta, os céus falam de minha glória!" – Livro de Enki.
Percebemos que a disseminação das mesmas histórias de "divindades" com nomes diferentes em épocas diferentes e em lugares diferentes na Terra, são na verdade baseadas nas mesmas histórias fundadas quando os "deuses" governavam e interagiam com os humanos até o período das grandes guerras. Resumindo – Os Personagens são diferentes, mas os "Atores" são os mesmos. E a história continuou se repetindo até os dias atuais.


É notório também, perceber que há muita informação que confunde um personagem com outro, o que evidencia a constante disputa por creditar (dar crédito) a uma divindade que seja a "verdadeira". Parece ser bem claro que os "deuses" Anunnakis em sua maioria concordava em ter seus períodos de deidades revezando-se entre eles por períodos Astrológicos. Porém houve e ainda há alguma discordância entre os "Clãs" Enkie Enlil, entretanto Marduk parece ser o mais ambicioso e problemático dos Anunnakis. Na minha opinião, não passam de um bando de idiotas brincando de "deuses".
Um paralelo que podemos traçar é comparando os deuses Sumérios com os deuses da Mitologia grega, onde ambas culturas nos contam que os deuses criaram os humanos como seus servos. Outro paralelo é constatar a história da criação contada pelas escrituras bíblicas. Isso está impregnado em TODAS as religiões sem exceção. Por exemplo, a idéia bíblica da criação do homem, bem como o dilúvio de Noé, estão intimamente ligados aos contos sumérios. Os deuses e deusas da Suméria têm representações similares nas religiões dos Acádios, Cananitas e outros. Da mesma forma, um número de histórias relacionadas a divindades têm paralelos gregos. Por exemplo, a descida de Inanna ao submundo está impressionantemente ligada ao mito de Perséfone.


Deuses na Terra:




Nammu/Namma mãe e irmã de Anu (An) e de Antu (ki) conhecida também como Ninhursag. Numa união incestuosa entre os 2 irmãos, nasceu Enlil. Logo Anu e sua mãe Nammuem mais um incesto, geraram Enki (Ea).

Ereshkigal conhecida também como Ninlil, Ninki, Damkina,Ninkharsag e por fim Ninhursag/Antu. - [*Obs: Sim, Anue sua mãe Antu geraram Enki].
Ereshkigal/Ninlil/Ninki ou Ninkharsag/Ninhursag/Antuera irmã e tia de Enki, que o ajudou na criação da raça humana. Foi violentada por seu meio irmão e filho Enlil, gerando um filho chamado Nergal. Ainda tiveram Nanna, o "deus Lua" conhecido mais tarde como Shen/SIN ou Sem, ascendente da linhagem de Abraão e Ló. Também tiveram uma filha chamada Ashnan e mais outros 2 filhos, Ninurta e Ninazu. Com Enki ela teve 2 filhos, Marduk e Ningishizidda.[*Obs: Enki ainda teve mais filhos, inclusive com humanos, gerando híbridos].



Percebe-se então que levavam a familia realmente muito a sério! Não é por acaso que nos hinos Sumérios, Ninkharsag era conhecida como "verdadeira e grande senhora dos céus", e que os reis de Sumer "foram nutridos pelo leite de Ninhursag". Ela teve muitos nomes na nossa história, pois ela é a mãe do primeiro ser humano na Terra. - Semiramis mãe de Tamuz - Isis mãe de Hórus - Réia mãe de Zeus - Maria mãe de Jesus - A Deusa-mãe da humanidade na Terra - Inanna mãe e amante de seu próprio filho Dumuzi- Ishtar/Astarte/Astaroth e daí surgiu o famoso Ashtar do famoso comando Ashtar Sheran, hum ... essa é pra você pensar heim – [Dica: pag. 500 do Livro O grande segredo de D. Icke]. Cuidado com a idéia de escapismo! Enfim, são muitas as personalidades nos contos e mitos que se repetem.[*Obs: Semiramis/Columbia/Colomba = Pomba - Lilith = Serpente e Coruja = Nota de 1 dolar - Hórus = Falcão e Águia = Grande selo dos USA, Águia Romana, Águia Nazista - Simbolismo].



Após o acordo entre Enki e Enlil no pós guerra: "Das terras montanhosas, onde moravam os descendentes de Sem, as pessoas de cabeça negra emigraram às terras de antigamente. Sobre o terreno recém seco, os Anunnaki lhes deixaram assentar-se, para que provessem de mantimentos para todos". - Livro de Enki.
Bom, o Livro de Noé/Ziusudra é um derivado do Livro de Enoque. A referência do estranho nascimento de Noé como uma criança não humana também é descrita nos Manuscritos do Mar Morto, os registros da Comunidade Essênia na Palestina a 2 mil anos atrás, que incluía muita coisa proveniente do Livro de Enoque. Esses textos descrevem essa criança como sendo filho de Lameque, uma criança semelhante às crianças dos Anjos do céu. É descrita como de pele extremamente branca e cabelos loiros com olhos que fazia a casa inteira "brilhar como o Sol". Lameque comparou a criança aos "Sentinelas" ou "Santos" e aos "Gigantes". No Livro dos Reis – Shahnameh, o poeta escritor Ferdowsi que narra a história e mitologia do Irã, descreve o nascimento de um bebê chamado Zal, que é filho de um rei chamado Sam, que ficou horrorizado por causa da aparência não humana da criança que tinha o corpo muito grande, que reluzia como a "prata", cabelos brancos como de um idoso, brancos como a neve, e um rosto que comparava ao Sol. Sam, chamou seu filho de "Demônio" (uma criança dos DEVAS – dos Sentinelas). Assim como os patriarcas do Antigo Testamento, os iranianos também pareciam ter uma aversão às crianças nascidas com características extremamente brancas.
"Nenhum ser humano desta Terra poderia gerar tal parto monstruoso. Ele deve ser da raça dos Demônios. Embora humano ainda na forma e rosto. Se não um Demônio, ele pelo menos parece uma variedade de besta". - Zal, Livro dos Reis.
Zal, em seguida se casou com uma princesa estrangeira chamada Rudabeh, filha de Mehrab, rei de Karbul, que era descendente de Zahhak, um rei "Serpente". Rudabeh é descrita como sendo uma mulher enorme como uma árvore e branca como marfim. Tais descrições são comuns nas famílias reais do Irã antigo. Essa é mais uma evidencia gritante de como funcionava a hierarquia que dava "direito" de reinar/governar em virtude de sua linhagem familiar. Essas linhagens se expandiram para a Europa como o exemplo da linhagem de Jafé.
Bom, Enki também teve muitos nomes, um deles como Baal, "deus" dos cananeus, da variação Beelzebuth, El (onde dividiu com Enlil - EL é derivado de seu pai Anu para Elohime El Shadai), Al (de Allá) e também foi Satanás ou Satã, Shaitan ou Seth irmão de Isis. Foi também Poseidon da Grécia antiga.
Outro conhecido era Ptah do Egito antigo e logo associado ao "deus" Sokar, que foi associado a Osíris e Ptah, gerando assim Ptah-Socari-Osíris.
Essa história parece coisa de cinema não é verdade ?! Pois bem, é exatamente isso ... A Arte imita literalmente a vida.

12 de janeiro de 2013

Biblioteca de Alexandria ... Misteeerios...

OBS. No final desse texto tem um video apresentado por Carl Sagan sobre esse tema =)
Pri


Biblioteca de Alexandria
O imenso arquivo de livros considerados 'perigosos', como as obras de Bérose que relatavam seus encontros com extraterrestres ou 'Sobre o feixe de luz', provavelmente a primeira obra sobre discos voadores, os livros secretos que davam poder ilimitado, os segredos da alquimia....tudo desapareceu

Uma fantástica coleção de saber foi definitivamente aniquilada pelos árabes em 646 da era cristã. Antes disso muitos ataques foram destruindo aos poucos esse monumento. Alexandria foi a primeira cidade do mundo totalmente construida em pedra. A biblioteca compreendia dez grandes salas e quartos separados para os consultantes. Discute-se, ainda, a data de sua fundação, por Demétrios de Phalére. Desde o começo, ele agrupou setecentos mil livros e continuou aumentando sempre esse número. Os livros eram comprados às expensas do rei. Demétrios foi o primeiro ateniense a descolorir os cabelos, alourando-os com água oxigenada. Depois foi banido de seu governo e partiu para Tebas. Lá escreveu um grande número de obras, uma com o título estranho: 'Sobre o feixe de luz no céu', que é provavelmente, a primeira obra sobre discos voadores. Demétrios tornou-se célebre no Egito como mecenas das ciências e das artes, em nome do rei Ptolomeu I . Ptolomeu II continuou a interessar-se pela biblioteca e pelas ciências, sobretudo a zoologia. Nomeou como bibliotecário a Zenodotus de Éfeso, nascido em 327 a.C., e do qual ignoram as circunstâncias e data da morte. Depois disso, uma sucessão de bibliotecários , através dos séculos, aumentou a biblioteca, acumulando pergaminhos, papiros, gravuras e mesmo livros impressos, se formos crer em certas tradições. A biblioteca continha portanto documentos inestimáveis.

Sabe-se que um bibliotecário se opôs, violentamente ,à primeira pilhagem da biblioteca por Júlio César, no ano 47 a.C., mas a história não tem o seu nome. O que é certo é já na época de Júlio César, a biblioteca de Alexandria tinha a reputação corrente de guardar livros secretos que davam poder praticamente ilimitado. Quando Júlio César chegou a Alexandria a biblioteca já tinha pelo menos setecentos mil manuscritos. Os documentos que sobreviveram dão-nos uma idéia precisa. Havia lá livros em grego. Evidentemente, tesouros: toda essa parte que nos falta da literatura grega clássica. Mas entre esses manuscritos não deveria aparentemente haver nada de perigoso. Ao contrário , o conjunto de obras de Bérose é que poderia inquietar.

Sacerdote babilônico refugiado na Grécia, Bérose nos deixou de um encontro o relato com os extraterrestres: os misteriosos Apkallus, seres semelhantes a peixes, vivendo em escafandros e que teriam trazido aos homens os primeiros conhecimentos científicos. Bérose viveu no tempo de Alexandre, o Grande, até a época de Ptolomeu I. Foi sacerdote de Bel-Marduk na babilônia. Era historiador, astrólogo e astrônomo. Inventou o relógio de sol semicircular. Fez uma teoria dos conflitos entre os raios dos Sol e da Lua que antecipa os trabalhos mais modernos sobre interferência da luz.

9 de dezembro de 2012

Os Segredos do Deserto de Gobi



O deserto de Gobi, o quinto maior deserto do mundo, localiza-se entre o norte e noroeste da China e ao sul da Mongólia, estendendo-se por uma área de 1 milhão 295 km². Ali existem diferentes ecossistemas, variações climáticas e topográficas. Sua amplitude térmica é espantosa. A média anual situa-se entre -2,5ºC +2,8º C, porém, em suas diferenças extremas a temperatura pode ser extremamente quente, 38, 39º C ou fria -47ºC. Seus ventos a 30 metros por segundo. É um dos mais preciosos sítios arqueológicos do mundo onde são encontrados fósseis petrificados a céu aberto. No passado, o Gobi foi uma movimentada rota de caravanas, a Silk Road - Rota da Seda, ao longo da qual floresceram cidades importantes.
É o habitat de animais raros como camelo-bacteriano [de duas corcovas] e o cavalo-de-przewalski [Equus przewalski]. Também abriga uma criatura mítica, o Aka Allghoi Khorhoi [Olghoï-Khorkhoï], um verme monstruoso que mata suas vítimas com um ácido venenoso. Não tem cabeça nem patas e sua cor é vermelho sangue. A criatura movimenta-se de modo estranho, como que girando, É atraída pela cor amarela.Tocá-lo produz morte instantânea. Dele também se diz que dá choques elétricos. A criptozoologia, estudando esta criatura, conclui que se trata, de fato, de um verme muito fino, medindo cerca de 1 metro de comprimento. Sua existência foi documentada, pela primeira vez, em 1926. O criptozoólogo francês Michael Raynal identificou o verme da morte como uma espécie desconhecida de anfisbeno, um réptil que vive em túneis subterrâneos. Todavia, há quem discorde porque os répteis anfisbenos são criaturas inofensivas.




No Oriente, todo o povo sabe que o deserto de Gobi é um lugar de grande solenidade e mistério, guardado por monstros malignos porque aquele lugar foi escolhido como morada de deuses e semideuses que desceram das esfera espirituais da santidade e da bem-aventurança, tomando formas humanas nas areias douradas.
A mitologia asiática está repleta de criaturas de origem sobrenatural que se misturam e agem em meio aos homens. Um tênue véu entre dimensões espaciais é separa o visível do invisível no pensamento dos orientais. O "olho da alma" as vezes permite ao Iniciado, ao iogue mendicante, ao brâmane, ao monge budista, entrever o vulto diáfano dos imortais que continuam mantendo Silêncio para os ouvidos da Humanidade.





No Ocidente, acredita-se que os "donos do mundo" controlam seus semelhantes em virtude da autoridade com que se revestem justificados por direitos de nascimento ou por direitos civis de eleição. Para os orientais, a autoridade de alguns não são realizações terrenas. A "raça humana" é guiada através das Eras pela divina Providência. Os reis e todos os líderes que presidem as grandes, nações em todo o mundo, são eles próprios, governados pela Grande loja Branca [Great White Lodge], uma espécie de Conselho executivo composto de deuses, semideuses e super-homens. Seres que se reúnem a cada sete anos na cidade sagrada de Shamballa, no coração do deserto de Gobi.





O místico oriental diz que a Cidade Sagrada é constituída de uma substância etérica que somente pode ser percebida pelo Olho de Shiva [glândula pineal] desperto. O Templo da Grande Fraternidade Branca localiza-se em uma rocha Azóica [tempo remotíssimo, época da formação das rochas quando, segundo a ciência atual, não existia vida na face da Terra]. Este rochedo é chamado Ilha Sagrada porque, quando o deserto de Gobi era um vasto oceano, somente esta elevação pétrea aparecia, isolada, acima do nível das águas. Esta "ponta de pedra" jamais submergia.
Os filósofos asiáticos [hindus, tibetanos, chineses etc..] reconhecem numerosas mudanças, movimentos, alterações na face do planeta; uma delas é alteração dos pólos. Quando o corpo magmático deste globo começou a esfriar, os pólos solidificaram-se primeiro e, assim, em cada região polar ergueu-se uma ilha. Descendo destas regiões, os mortais do "primeiro sol" [Hiperbóreo] trouxeram ao mundo o germe de cada criatura viva. Quando a Terra atingiu um estágio ecológico de habitabilidade, a vida polar migrou para diferentes áreas continentais.



Sobre a calota do primitivo pólo Norte [que não se localizava no ponto atual] ergueram seu templo e consagraram toda a Ilha com a proteção dos encantamentos mágicos contra as possíveis incursões de vândalos. O lugar foi cercado de espíritos guardiões que assumiram forma de cobras. Eles formam o Anel dos Nagas, as serpentes angélicas. O primitivo pólo Norte situava-se, portanto, no deserto de Gobi. Para os orientais, é um lugar sagrado: morada e lugar de repouso dos imortais, berço onde todos os seres mortais têm sua origem. Cada nova raça ou espécie de ser que aparece na Natureza terrena, aparece, antes, o interior da Mongólia.




A raça ariana, da qual os modernos hindus e os anglo-saxões são sub-raças, surgiram em algum lugar da Ásia central. Embora os antropólogos ocidentais reconheçam essa origem eles não relacionam o fato à crença hindu de que "a Raça" migrou do deserto de Gobi a partir do deserto de Gobi, onde o primeiro homem branco foi gerado.
Roy Chapman Andrews* [1884-1960, norte-americano naturalista, zoólogo, explorador e escritor] em sua expedição de exploração do grande deserto da Mongólia, não encontrou a Sacred Gobina [a Cidade Sagrada] mas verificou o veracidade de muitas das lendas sobre o lugar. Todo o deserto era rico em fósseis e outras evidências de formas de vida extintas e estranhas, provavelmente os mais antigos e bem preservados fósseis do mundo. Os cientistas modernos não saberiam distinguir uma serpente comum dos Nagas, espíritos encarnados na forma de réptil. Mas as cobras estão lá, dezenas de milhares delas, exatamente como descrito na Escrituras Orientais.
Os Mahatmas, "as grandes almas", não são considerados seres que vivem isolados do que acontece entre os homens comuns; ao contrário, estes sábios são membros de uma fraternidade ativa que tem sido chamada de Trans-Himalayan Brotherhood [Irmandade Trans-Himalaica]. Não obstante, reúnem-se secretamente com os "Senhores do Mundo" para definir o destino da Humanidade. Os Mahatmas possuem, supostamente, o poder de separar suas almas dos seus corpos físicos. Enquanto, aparentemente, estão dormindo, sua consciência atravessa rapidamente o espaço. Eles vão para a Ilha Sagrada onde o Grande Conselho de Espíritos acontece. Na Índia muitas pessoas declaram que não apenas conheceram esses Grandes Adeptos mas que estiveram pessoalmente no Templo etérico que brilha e reluz na paisagem como sua cúpula que brilha com todas as cores do arco-íris.

* Roy Chapman escreveu:


Across Mongolian Plains (Atravessando as Planícies da Mongólia), 1921


On the Trail of Ancient Man (Nas Pegadas do Homem Primitivo), 1926


The New Conquest of Central Asia (A Nova Conquista da Ásia Central), 1932


This Business of Exploring (Este Comércio da Exploração), 193

Gengis Khan: O nome do deserto de Gobi é indissoluvelmente ligado à vida e aos feitos do grande general, conquistador e homem-de-estado Gengis Khan, que recebeu o título de "Imperador da Terra". Em seu próprio tempo foi chamado de "Filho de Deus" e vitória marchava com ele e seus exércitos. Gengis Khan viajava em grande mas portátil castelo acomodado sobre as costas de numerosos elefantes. A edificação era equipada de modo a servir de residência, em tempos de paz e como fortaleza, nos dias de guerra.
Quando Gengis Khan avançava à frente de seus homens, sua fortaleza móvel eriçava-se repleta de lanças que choviam sobre o inimigo enquanto os elefantes avançavam destruindo a seus pés todos os obstáculos. Na Ásia, as guerras antigas tinham uma magnitude comparável às guerras mundiais atuais. Existe o registro de uma batalha que escapou das páginas da História. Quatro milhões de homens se enfrentaram no campo. O vitorioso Khan, na época, que era filósofo além de guerreiro, passou como um cometa nas terras da Ásia para desaparecer, como se fosse uma ilusão, no deserto de Gobi. Ele, que nasceu naquelas areias douradas repousa ali, sepultado em uma tumba em ruínas cuja localização somente é conhecida por uns poucos privilegiados.
Nos limites do antigo deserto, entre paredes de rocha e colinas de um lado e areias onduladas de outro, território atravessado raramente por ousadas caravanas, existe um monumento solitário em forma de pirâmide, hoje, decadente.Dentro de uma abóboda de cristal, neste lugar melancólico, repousa o corpo mortal de Gengis Khan, preservado em um misterioso fluido. A lenda popular diz que ele dorme e continuará a dormir na paz do deserto até o grande dia, quando Ásia vai se erguer plena de seu poder e expulsar os poderes opressores.
No advento deste tempo de libertação, o glorioso Khan vai despertar do seu sono milenar e nas areias, nas rochas, nas colinas, os espíritos dos homens de sua horda guerreira responderão ao chamado de seu comandante. Ralas e religião serão esquecidos e as legiões de vivos e mortos somente vão se deter em sua marcha de conquista quando Gengis Khan for, mais uma vez, Imperador da Terra.
Mas naquelas areias do Gobi, não somente o grande Khan espera o momento da ressurreição. Sob as dunas silenciosas repousam, também numerosas civilizações desconhecidas, insuspeitadas. A noite no deserto é insondável como a própria Ásia. Os espíritos dos heróis sepultados aguardam a realização da profecia, quando uma grande luz vai brilhar no deserto de Gobi e da Mongólia surgirá o Mestre dos Homens. Ele virá sozinho, cavalgando a tempestade armado com o poder da areia. E a áspera areia será sua adaga e as serpentes, as cordas de seus arcos. Os guerreiros serão como gafanhotos e o Império de de Khan ressurreto vai perdurar até que as areias desapareçam.



MAIS SEGREDOS DO DESERTO DE GOBI










                                                               Helena Blavatsky



Em seu Glossário Teosófico, a ocultista Helena Petrovna Blavatsky [1831 - 1891] fala deste oceano que, um dia, cobriu a paisagem do Gobi:
Oceano de Sabedoria ─ nome dado a certo reino da Terra, um mar interior. Em épocas remotíssimas, possuía doze centros, em forma de pequenas ilhas que representavam os doze signos do Zodíaco ─ dois dos quais permaneceram por séculos como "signos misteriosos ─ e que constituíam a morada dos doze hierofantes [grandes sacerdotes] e mestres da sabedoria. Tal Oceano existiu, durante séculos, na região em que, atualmente, estende-se o Deserto de Gobi. [BLAVATSKY, ]
Blavatsky menciona o deserto da Mongólia em muitos trechos de seus livros. Eis algumas informações recolhidas em vários volumes:



Annie Besant 



O país fabuloso de Sambhala [Shamballa]: este país fica no deserto de Gobi. Seus lindes [limites, fronteiras] foram parcialmente descobertos por uma expedição americana. Mas não creio que seja encontrada a Ilha Branca, com seu grande templo de mármore branco, onde residem "Os Quatro". É aí que se realiza, a cada sete anos, a grande assembléia... à qual eu tive oportunidade de assistir. [BESANT, Annie. The Theosophist novembro, 1929 ─ p 151 Apud Blavatsky, 2007].


* ANNIE BESANT: 1847-1933
...de acordo com os Purânas, um mar de vinho cerca a ilha de Shambala, ali onde, no céu dos 33 deuses, existe o bosque Shâmali [ou Simbali]. No centro de um lago há um palácio; mas só pode ir lá com o auxílio da magia, isto é, do poder de dirigir o akâsa, de montar o "pássaro dourado".

[Em] The National Geographical Magazine [junho, 1933], Roy Chapman Andrews, em Explorations in The Gobi Desert, fala que em uma planície de cascalho [confirmou a existência e antiguidade] de gigantescas formas de vida, [datando-as em mais de 90 milhões deanos e ruínas de vetustas civilizações que remontam 20 mil anos] quando milhões de "pessoas misteriosas" percorriam o deserto... [BLAVATSKY VI, 2004 - p 228]

Os Filhos de Deus & A Ilha Sagrada









Maha-Chohan 



Do cataclismo que afundou e destruiu a Lemúria sobreviveram os Filhos da Yoga e da Vontade. Essa Raça, que vivia nos quatro elementos: ar, fogo, água e terra, tinha poder ilimitado sobre os elementos; eram os Filhos de Deus, os verdadeiros Elohim [não os que gostaram das filhas dos homens], aqueles que comunicaram à Humanidade os mais estranhos segredos da Natureza e revelaram a Palavra Sagrada, agora perdida.

A ilha por eles habitada, crê-se, existe até hoje [a autora escreve na segunda metade do século XIX], como um oásis rodeado pela espantosa solidão do deserto de Gobi, cujas areais nenhum pé humano jamais palmilhou. Os hierofantes de todos os Colégios Sacerdotais conheciam a existência desta Ilha, porém a Palavra Sagrada só era do conhecimento do "Maha-Chohan" e do chefe de cada Colégio, e era transmitida ao sucessor somente da hora da morte do chefe.





Sanat Kumara 



Não havia comunicação externa com a Ilha, só passagens subterrâneas que se dirigiam aos pontos cardeais, e só conhecidas pelos dirigentes dos Colégios, os Hierofantes. Estes [os hierofantes] eram de duas categorias distintas: os Instruídos pelos Filhos de Deus, da Ilha Sagrada, Iniciados na divina doutrina e aqueles que habitaram a perdida Atlântida. [Estes, atlantes] sendo de outra Raça [que se reproduzia sexualmente de pais divinos] nasceram com uma vista penetrante que devassava o oculto, independente da distância e dos obstáculos. Era a Quarta Raça mencionada no Popul-Vuh [escritura maia].

Melchizedek: Torkom Saraydarian em The Legend of Shamballa também escreve:

O deserto de Gobi era um grande oceano. No meio do oceano existia uma ilha chamada Ilha Branca e todo Aqueles que ali viviam tinham corpos feitos da substância da luz. A radiação dos seus corpos envolvia toda a ilha, que brilhava como um gigantesco diamante incrustado no azul marinho. Ali morava um rei chamado Jovem da Eterna Primavera ou, ainda, Melchizedek, Poderoso Rei da Virtude e da Paz, O Iniciador, o Guerreiro, Rigden Jyepo; e este rei é a Conexão entre o Cosmos e o planeta; ele é Sanat Kumara [SARAYDARIAN Apud HUNTER].

OS Muitos Nomes de Shamballa








Shamballa tem muitos nomes: Terra Proibida, Terra das Águas Brancas [que se refere ao alvos depósitos de sal dos lagos Tsaidam, a leste de Takla Makan],Terra dos Espíritos Radiantes, Terra do Fogo Vivo, Terra dos Deuses Vivos, Terra das Maravilhas, dos Mistérios. Para os hindus é Aryavarsha, onde moram os Devas. Shamballa é o nome em sânscrito e significa Lugar da Paz e da Tranqüilidade [LE PAGE, 1996]. Entre os mongóis, o deserto de Gobi é Shamo Gobi [onde Gobi = deserto], palavra relacionada ao deus Shamos, adorado no Oriente médio com a "estrela negra" [CHILDRESS/SHAVER, 1999].

Pesquisa & texto Ligia Cabús

HALL, Manly P.. The Secrets of Gobi Desert

IN The Mysteries of Asia.

Kessinger Publishing, 2004





Fonte: http://filosofiaimortal.blogspot.com.br/2012/10/os-segredos-do-deserto-de-gobi.html

4 de setembro de 2012

Os Mapas de Piri Reis

Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois fragmentos de mapas foram encontrados por um grupo de historiadores em meio a um monte de entulho. Este mapas eram do famoso pirata Piri Reis 

Introdução

Mapa de Piri Reis representando uma terra desconhecida por nós, seria a Atlântida?



Você vai conhecer nesta matéria um dos nossos maiores enigmas, os Mapas de Pires Reis. Estes mapas descrevem com riqueza de detalhes as américas e a antártida, muito antes de serem descobertas...

Os mapas são uma preciosidade ilustrados com imagens dos soberanos de Portugal, da Guiné e de Marrocos. Na África, um elefante e um avestruz; lhamas na América do Sul e também pumas. No oceano, ao longo doslitorais, desenhos de barcos. As legendas estão grafadas em turco. As montanhas, indicadas pela silhueta e o litoral e rios, por linhas espessas. As cores são as convencionalmente utilizadas: partes rochosas marcadas em preto, águas barrentas ou pouco profundas por vermelho.

Estes mapas não são feitos como os mapas modernos, com grades verticais e horizontais para facilitar a localização. O método utilizado é mais antigo, aperfeiçoado por Dulcert Portolano, que utilizava uma série de círculos com linhas se irradiando a partir deles. Os mapas feitos com esse método são, por isso, denominados de mapas "portulanos". Seu objetivo era guiar os navegadores de porto a porto, ao contrário da concepção moderna que é a de localizar uma posição. Com isso, fica mais difícil comparar as características do mapa de Piri Reis com os mapas modernos.

As distorções que aparecem nas ilustrações existem apenas em uma interpretação linear, sobre uma mesa de superficie plana, mas, ajustando os mapas ao globo terrestre desaparecem as incorreções e tudo, mares, ilhas, fica em seu lugar. Como se o mapa mundi tivesse sido feito em nossos dias, baseando-se em uma só fotografia a grande altitude.

HISTORIA DE PIRI REIS


Piri Reis
Seu nome era Piri Ibn Haji Mehmed. Reis significa almirante. De nacionalidade turca, nascido em 1470 em Karamã, na cidade de Konya, era sobrinho de um dos mais famosos piratas da época, Kemal Reis. Morreu no Cairo em 1554 decapitado por ordem de um sultão ao qual havia servido em muitas ocasiões.

26 de junho de 2012

Alienígenas do Passado - Estruturas inexplicáveis


Esse episódio sugere que vários locais ao redor do mundo, como Göbekli Tepe, na Turquia, as ruínas incas de Sacsayhuamán, no Peru, as pedras de Carnac na França e Zorats Karer na Arménia, apresentam técnicas de construção e conceitos matemáticos que não se acreditava serem conhecidas na época, e que este conhecimento foi obtido a partir de visitantes alienígenas.

  • ACIONEM O CC QUE A TRADUÇÃO ESTA ÓTIMA.

20 de junho de 2012

Conspiração Antartica - Acesso Proibido


Ótima matéria do blog UND apreciem o vídeo.

Abçs

Pri
Em 1929 Richard Byrd (EUA) voou em torno do pólo sul geográfico e foi a expedição alemã de 1938-1939 Alfred Ritscher que explorou o interior do continente efetivamente estabelecendo bases secretas nas zonas interiores.

Não apenas a base sobre a costa de Neuschwabenland (New Wise). Os alemães exploraram o interior do continente e estabeleceu várias bases. Eles descobriram vastas áreas livres de gelo, áreas de lagos, rios com fluxo de água no verão antártico episódio

Eles também descobriram que o planalto polar, coberta por uma espessa camada de neve planísima, como se diz, envolve a abertura polar na terra como um anel.

OBS. Documentário todo em espanhol.





Fonte: http://2012umnovodespertar.blogspot.com.br/2012/06/conspiracao-antartica-completo.html

21 de maio de 2012

O MISTÉRIO DOS CRÂNIOS DE CRISTAL

Esta ai uma historia que eu reconheço não sabia... Os Crânios de Cristal, teriam esses crânios descendência Extraterrestre?
Essa eh a grande pergunta, Boa Leitura a Todos! 
Abs 
Pri
De onde teria vindo o conhecimento de nossa civilização?
Teria suas origens simplesmente em estudos e pesquisas de nossos antepassados, ou teria havido alguma outra fonte de informações mais avançada e com uma tecnologia infinitamente superior à existente naquelas épocas remotas?
Descobertas arqueológicas fantásticas mostram que os serem humanos de épocas passadas não possuiam conhecimento para realizar obras e fabricação de certos artefatos construídos na antiguidades, mesmo porque somente nos dias de hoje o homem, inclusive com o auxilio do computador, conseguiu descobrir esse conhecimento.
Então como explicar esses misteriosos artefatos "modernos" existentes no passado distante?





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De onde teria vindo o conhecimento de nossa civilização?


Teria suas origens simplesmente em estudos e pesquisas de nossos antepassados, ou teria havido alguma outra fonte de informações mais avançada e com uma tecnologia infinitamente superior à existente naquelas épocas remotas?
Descobertas arqueológicas fantásticas mostram que os serem humanos de épocas passadas não possuiam conhecimento para realizar obras e fabricação de certos artefatos construídos na antiguidades, mesmo porque somente nos dias de hoje o homem, inclusive com o auxilio do computador, conseguiu descobrir esse conhecimento.
Então como explicar esses misteriosos artefatos "modernos" existentes no passado distante?
Os crânios de cristal foram encontrados no México, América Central e América do Sul e são uma das maiores descobertas arqueológicas do século XX. Cada peça foi esculpida em um único bloco de cristal por volta do ano 1.000 a.C., com uma perfeição de detalhes que só poderia ser repetida pela tecnologia atual.

1 de maio de 2012

O Mistério de Abydos

Uma das mais controversas informações apresentadas pela Ufoarqueologia refere-se à uma estranha inscrição, encontrada no alto de uma parede em um templo de Abydos, no Egito. Seria ela uma representação de uma tecnologia antiga ou profetização de uma tecnologia futura em relação ao seu tempo? Poderia existir uma explicação lógica para esta inscrição?


As Figuras do Templo de Abydos, usualmente encontrados em livros, revistas, documentários e sites sobre Ufoarqueologia

Introdução:


Abydos era uma das mais importantes cidades do Antigo Egito, situada a 11 quilômetros a oeste do Rio Nilo, na latitude 26º 10' N, na região do Alto Egito. Seu nome original é Abdju, sendo esta a referência encontrada nos próprios sítios arqueológicos locais. Foram os gregos que mais tarde denominaram o local como Abydos, nome pelo qual é conhecido atualmente.

Esta região começou a ser utilizada a partir de 3 mil anos antes de Cristo, com a fundação de vários templos e túmulos de Faraós da 1ª Dinastia. Posteriormente outros templos foram construídos no local, sendo os mais importantes o Grande Templo de Osiris, o Templo de Seti I e o Templo de Ramsses II. Também destaca-se a Tumba de Umm el-Qa'ab, que era uma necrópole da realeza egípcia, onde vários faraós foram sepultados. A região continuou sendo utilizada até a 30ª Dinastia, por volta de 380 d. C.






Mapa da região de Abydos [Clique para ampliar]


Segredos milenares

A região de Abydos é famosa por um conjunto de imagens existente no Templo de Seti I, que segundo interpretações de alguns esotéricos e ufólogos, seriam representações claras de artefatos tecnológicos atuais que não estavam disponíveis na época em que foram ali desenhados. Em sua maioria, os artigos referentes à este polêmico conjunto vêem ilustrados por esta imagem:






As Figuras do Templo de Abydos, usualmente encontrados em livros, revistas, documentários e sites sobre Ufoarqueologia


Nela, observa-se claramente a existência de um desenho que lembra um helicóptero de guerra Apache. Um outro desenho lembra um avião estilizado, e um terceiro lembra um tanque de guerra, ou submarino. Segundo alguns estudiosos, esta imagem seria a prova de que os antigos egípcios teriam tido acesso à algum tipo de alta tecnologia, de origem extraterrestre, que entre outras coisas teria possibilitado a construção das pirâmides, além de alguns outros grandes feitos, difíceis ou impossíveis para a época.






Detalhe da figura identificada como "O Helicótero" e uma comparação com o helicóptero de guerra americano Apache


Para alguns pesquisadores mais afoitos, esta seria uma prova a favor da Teoria dos Deuses Astronautas que diz que os deuses do passado seriam na verdade ufonautas que teriam auxiliado a raça humana ao longo de sua evolução. Alguns pesquisadores vão mais além afirmando que a própria Humanidade teria sido plantada neste planeta por seres extraterrestres.

Independente de esta teoria ser válida ou não, desenvolvemos nossa investigação apenas no polêmico conjunto de imagens de Abydos. Segundo alguns pesquisadores, estas imagens seriam originadas a partir de um processo de sobreposição de hieróglifos, num processo chamado Palimpsesto. Esta hipótese circula em meios acadêmicos como sendo a explicação para a origem destas imagens, embora não exista um estudo completo e específico disponível a respeito confirmando ou descartando definitivamente esta possibilidade.

Análises iniciais

A priori, têm-se a impressão que a imagem está bem focalizada e que os desenhos estão impressos em alto relevo, ou seja, que as imagens sobressaem-se da parede em alguns milímetros. Para que uma análise adequada pudesse ser realizada foi necessário buscar imagens de melhor qualidade do referido local, bem como informações que nos auxiliassem em um estudo aprofundado da figura. Para isso recorremos à sites especializados em Egiptologia e em fotografias, geralmente obtidas por turistas e fotógrafos amadores não ligados à área ufológica. Isso permitiu-nos encontrar imagens com outros ângulos, com e sem uso de flash, e em variadas resoluções, não só da imagem de Abydos, como também de outros hieróglifos que pudemos usar como comparação.

Para entender melhor as informações que serão apresentadas logo adiante precisamos entender alguns aspectos sobre a história e a cultura do Antigo Egito. Talvez a mais essencial destas informações seja relativo à conhecimentos sobre as várias formas de escrita utilizadas ao longo de sua história. A mais conhecida destas escritas é a Hieroglífica, a escrita simbológica sagrada, quase sempre restrita à sacerdotes, escribas e membros da realeza egípcia. Além da Hieroglífica, havia a escrita Hierática, utilizada pelos escribas na confecção de papiros. Esta era uma forma simplificada dos hieróglifos geralmente utilizada nos registros administrativos em rolos de papiro. Havia também o Copta, que na verdade foi uma das primeiras linguagens utilizadas popularmente pelo povo em seu dia a dia. Mais tarde, por volta de 600 a. C., a linguagem demótica, que era uma forma idiomática ainda mais simplificada, tornou-se a mais popular.

Outra informação importante que devemos ter em mente antes de prosseguir é a forma de registro adotado pelos egípcios que em geral era em alto relevo ou através de sulcos esculpidos diretamente na parede, ou na rocha. O alto relevo é mais comum em figuras representativas, que eram utilizadas para representar cenas do dia-a-dia, rituais, imagens de deuses, guerras, acontecimentos importantes, etc. Já a escrita hieroglífica era mais comum ser representada através de sulcos em paredes de templos, obeliscos e monumentos.

Em geral, seres vivos eram representados, tanto em hieróglifos quanto em figuras representativas, de lado ou em perfil, sendo esse o padrão encontrado em todo o Antigo Egito. No caso da imagem de Abydos, a imagem foi criada em sulcos, sendo este o primeiro indício de que a figura seja realmente formada por hieróglifos, ao invés de uma figura representativa ou profética.

Composição da imagem



A imagem de Abydos é composta por várias figuras sendo que o que é comumente apresentado em sites e livros de Ufologia e esoterismo é apenas uma parte dela. A figura completa, que pode ser observada abaixo, apresenta um símbolo inicial à esquerda (1) que indica o nome do faraó, sendo geralmente seguido por um ou dois títulos (representado em 2). Logo em seguida, temos a parte mais polêmica. O primeiro conjunto (3) é formado pelo desenho do helicóptero, posicionado na parte superior e abaixo dele um conjunto de caracteres sem uma identificação clara. Na imagem mais famosa e difundida, percebe-se uma mancha indefinida, um pouco abaixo do helicóptero, que passa despercebida da maioria das pessoas. Devido à qualidade da imagem não é possível identificar a real natureza dessa parte do conjunto que só torna-se claro quando observado a partir de outras fotografias. Trata-se de uma ave, que se sobrepõem ao que seria o bico do hipotético helicóptero. Mais a frente comentaremos este detalhe e suas implicações neste caso. Por fim, à direta deste, temos as outras três figuras polêmicas que lembram um submarino ou tanque de guerra, um avião e um planador.





       
1 2 3 4


Comparações

Sendo o conjunto 1 e 2 comprovadamente formados por hieróglifos é de se esperar que o conjunto 3 e 4 também seja. Para confirmar essa possibilidade utilizamos como base a Lista de Sinais de Gardiner, que é uma forma de classificação de hieróglifos reconhecida internacionalmente. Esta listagem, que pode ser consultada no seguinte endereço: http://www.ancientegyptonline.co.uk/Gardiner-sign-list.html, cataloga 300 dos mais de 900 caracteres conhecidos. A forma de classificação é bem simples, separando-os por categorias específicas, como representações de partes corporais, animais, natureza, etc.

Em uma rápida consulta à listagem é possível identificar variados caracteres que sobrepostos poderiam reproduzir o Conjunto de Abydos. Após separar estes caracteres fizemos combinações entre eles, reproduzindo uma a uma as figuras presentes nas fotografias. A partir da listagem todas as figuras foram reproduzidas com êxito comprovando a hipótese de Palimpsesto. Apenas no caso do "helicóptero" um caractere adicional foi utilizado. Vejamos então como ocorreu estas sobreposições individualmente e posteriormente em conjunto:




O Tanque/submarino

Esta figura, uma das mais interessantes do conjunto, é associada por alguns à um tanque de guerra. Para outros representaria um submarino. No entanto, uma análise a partir de fotografias de boa qualidade, revelam detalhes não compatíveis com estes veículos: sulcos horizontais do centro para a direita da figura, como se fosse a palma de uma mão aberta. Quando consultamos a listagem de Gardiner encontramos um hieróglifo representado justamente por uma palma de mão aberta. No entanto, este caractere, identificado como D46, por Gardiner, não reproduz a totalidade da figura. A parte superior do desenho, que prolonga-se e assemelha-se à uma torre de um tanque de guerra (daí a similaridade) era produzida por algum tipo de figura composta por linhas retas e finas, curvada em um dos lados. O caractere que se enquadra nesse aspecto é identificado na listagem como Aa26 e quando sobreposto reproduziu com perfeição a polêmica imagem.


Hieróglifos que compõem esta imagem:


D46 Aa26



Figura unida




 
                                                             O Avião

Outra imagem bastante conhecida do conjunto é a figura do avião. Sua forma realmente lembra uma aeronave militar. A identificação dos caracteres que compõem esta figura foi um pouco mais complicada, pois desta vez não foram dois, mas três hieróglifos sobrepostos. Após uma série de combinações identificamos os caracteres D21, V31 e D36 e com eles pudemos reproduzir plenamente a figura.


Hieróglifos que compõem esta imagem:


D21 V31 D36


Figura unida


O Hieróglifo original desta figura é o D21, que foi inserido na etapa inicial da formação da figura, representado em preto. Quando houve a sobreposição de escrita, foram inseridos dois novos caracteres, o V31, e o D36 (representados em vermelho), dando o formato final à figura.




O Planador

Outra figura polêmica é o chamado Planador, embora apresente um corpo principal, um leme vertical e não exista indícios de asas. Esta figura é facilmente identificável devido à sua simplicidade. O caractere principal identificado na figura é o D44, que compõem o que seria o corpo principal da aeronave. Acima dele é perfeitamente identificável o caractere classificado pro Gardiner como I6 e dois outros caracteres parcialmente sobrepostos ao principal, posteriormente identificados como O49 e X1.


Hieróglifos que compõem esta imagem:


D44 I6 O49 X1


Figura unida





Outras figuras

As outras figuras presentes na imagem de Abydos também são geradas por palimpsesto. Abaixo do helicóptero existe um conjunto de imagens composta de pequenos retângulos na vertical, com prolongações triangulares, sem um sentido lógico. Esta figura também surgiu a partir da junção de dois tipos de caracteres específicos identificados como Z2 e N25. Confira no quadro abaixo como ocorreu essa sobreposição:

Hieróglifos que compõem esta imagem:





Figura unida





O "Helicóptero"

O Helicóptero é o símbolo mais famoso do conjunto de Abydos devido à sua inquestionável semelhança com o helicóptero de guerra americano Apache. Céticos, em sua pressa na interminável luta por desmistificar todo e qualquer fato associado à Ufologia, costumam citar que existe ausência de rotor traseiro, ou seja, que um helicóptero de verdade apresentaria aquelas duas pequenas hélices no leme traseiro para dar sustentação à aeronave. Sem elas, um helicóptero apenas giraria no ar e não sairia do lugar. Não deixam de estar certos, embora não aprofundem a pesquisa buscando a verdade em relação aos fatos e apresentando os resultados, como estamos fazendo aqui.

Na investigação em torno desta figura selecionamos, a partir da lista de Gardiner, quase uma dúzia de caracteres para testes de sobreposição. Destes, três caracteres reproduziram parte da figura, restando identificar o caractere que compunha a hélice. Foi necessário uma busca geral em conjuntos de hieróglifos que não compunham a listagem de Gardiner e que se enquadrassem na figura. Nesta busca, descobrimos uma imagem, obtida no próprio templo de Abydos que confirmou nossas suspeitas e identificou o caractere desconhecido, que identificamos aqui como "caractere X". Esta nova imagem apresenta todos os caracteres originais, impressos na primeira fase de composição da imagem. Tal conjunto é uma identificação do Faraó Seti I, usado possivelmente para identificá-lo como construtor do templo, ou como personagem de algum relato ali inscrito.






Figura semelhante ao palimpsesto de Abydos, encontrada no Templo de Seti I


Através dessa imagem foi possível identificar, não só nesta, mas em todas as outras do conjunto, todos os caracteres iniciais, impressos a mando do Faraó Seti I. De posse desta imagem e dos símbolos sobrepostos posteriormente não foi difícil encontrar uma outra identificação, desta vez do Faraó Ramssés, seu filho. Este novo conjunto de sinais indica que Seti I morreu durante a construção do templo, sendo que seu filho, Ramssés continuou a obra imprimindo sua própria marca a partir de então. A imagem de Abydos foi resultado de Palimpsesto envolvendo estes dois conjuntos, talvez para identificar o ponto onde houve a transição de um faraó para outro.

Vejamos então como ocorreu este processo que deu origem à imagem do "Helicóptero de Abydos":


Hieróglifos que compõem esta imagem:


Caractere X X1 G45 D38


1 2 3



As figuras iniciais do conjunto são o "caractere X" e o caractere X1 (apresentados em 1). No processo de sobreposição foram inseridos os caracteres D38 e G45 (representados em 2), dando o formato final à figura (representado em 3).




Entendendo o Palimpso

O templo começou a ser edificado por volta de 1270 a.C., pelo Faraó Seti I. Com a morte de Seti, em 1279 a.C. a tarefa foi continuada por seu filho, Ramssés II, que assumiu o trono. Era um costume antigo, cada Faraó imprimir sua marca em cada obra por eles realizada. Sendo assim, no início da construção do templo, a marca de Seti foi impressa em variados lugares para identificá-lo como construtor do templo. Mais tarde, com a morte deste, Ramssés continuou a obra imprimindo sua própria marca. No quadro abaixo podemos verificar a marca de Seti I e a de Ramssés II:


Seti I Ramssés II


Foi exatamente a sobreposição de um conjunto sobre outro que deu origem às polêmicas imagens, conforme percebe-se no quadro abaixo:





Criando um Mito

Como vimos de fato existiu sobreposição de hieróglifos no conjunto de imagens de Abydos. Mas o que poderia ter influenciado na repercussão desta imagem no meio esotérico e ufológico? Existem vários fatores atuando direta ou indiretamente na repercussão da imagem.

O primeiro deles é o uso de uma imagem ligeiramente desfocada e de baixa qualidade para a divulgação da figura. Devido às características desta fotografias, detalhes importantes da figura ficaram apagados, e certos detalhes foram realçados fortalecendo a idéia de representação de um helicóptero na imagem. Compare nas imagens abaixo a diferença básica entre a imagem original (manipulada) e outra obtida aleatoriamente, à direita:



A "cabeça da ave" posiciona-se justamente sobre a ponta do "helicóptero". Na imagem desfocada, isso causa um efeito interessante criando a imagem do aparelho. Já na imagem à direita, percebe-se claramente o prolongamento do que seria o bico do helicóptero, passando por trás da ave.

O segundo aspecto que influi na fama destas figuras é a precipitação por parte de alguns pesquisadores que primeiro a divulgaram. Aparentemente não houve uma checagem sobre a origem, natureza e história destas figuras e do local onde estão inseridas, muito menos uma tentativa de entender ou traduzir seu sentido. Apenas divulgou-se como sendo uma prova do uso de alta tecnologia nos primórdios da história humana. Ainda dentro deste aspecto, a falta de conhecimento sobre hieróglifos contribuiu para a disseminação dessa história. Ao contrário do que geralmente se pensa, a escrita hieroglífica não era apenas ideográfica, ou seja, cada símbolo representando uma idéia distinta. Na verdade a escrita era uma combinação de três características: fonogramas, ideogramas e determinativos. A primeira refere-se à símbolos que representavam um som fundamental, o chamado fonema. Nesse caso, uma determinada imagem era empregada para representar o som, ao invés de sua representação visual. Um exemplo bem comum deste tipo é a figura de uma lebre que era usada para representar o som emitido pela sua pronúncia em egípcio. A segunda característica refere-se à imagem representada pelo hieróglifo, como por exemplo o desenho de um determinado animal para representar o próprio animal. Já os determinativos eram hieróglifos usados para identificar a natureza da mensagem transmitida. Quando, por exemplo, referiam-se à violência, guerras, combates, era comum incluírem um símbolo de braço armado, representando a idéia de violência. Em alguns casos o símbolo poderia representar também alguma coisa ligada ao hieróglifo apresentado. O ideograma do Sol, por exemplo, poderia representar luz, dia, pôr-do-sol, etc. Todos os símbolos eram gerados a partir de coisas conhecidas e comuns em seu dia a dia. Helicóptero não faziam parte do cotidiano dos egípcios, caso contrário haveriam hieróglifos específicos para representá-los e haveriam incontáveis registros históricos a respeito. E como sabemos não é esse o caso.

Outro ponto fundamental que contribuiu com a disseminação das imagens é o elo comum à todos aqueles ligados à área de Ufologia, sejam eles ufólogos, testemunhas ou apenas interessados no tema, que é a esperança pela prova definitiva. A prova incontestável que confirme a realidade das visitas extraterrestres ao nosso planeta. Essa busca obsessiva por provas e fundamentações para determinadas teorias leva alguns pesquisadores a ignorarem ou omitirem certos detalhes, em seus objetos de estudo. O Caso de Abydos, por exemplo, fortalece, num primeiro momento, a Teoria do Deuses Astronautas. Quem é partidário dessa teoria, em seu contato inicial com a fotografia (manipulada), não vai buscar a veracidade da imagem. A fotografia, por seu caráter extraordinário, será logo aceita e repassada como prova histórica à favor da Teoria à qual defende.

Do lado do ufófilo, ou seja o interessado que não chega a realizar a pesquisa ufológica propriamente dita, existe a necessidade de acreditar. Isso decorre do constante assédio do meio cético, que embora não abale a certeza destes interessados os leva, indiretamente, a aceitar mais facilmente aquilo que tenha um certo respaldo científico, governamental ou social. A figura de Abydos enquadra-se bem nesse aspecto, pois ele tem o respaldo arqueológico e social comprovando que elas existem de fato mais ou menos da forma como é apresentado. Então, ao invés de checar a veracidade da figura repassa-se a informação como autêntica, fortalecendo suas convicções perante o ceticismo que o cerca.

Encarar a pesquisa ufológica com seriedade e objetividade, sem se deixar levar pelas pressões de céticos e detratores é requisito essencial para o crescimento da Ufologia. Aliado à isso, uma nova postura na busca de informações reais que fundamentem uma pesquisa, o uso de metodologias específicas, de acordo com o meio científico, e o intercâmbio de informações só tendem a melhorar a imagem da Ufologia perante a opinião pública. Agora a questão é: conseguiremos isso? Fica em aberto o debate...