Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

DICA: ACESSEM AS ABAS "ARQUIVOS DO BLOG", TAMBÉM OS "MARCADORES" QUE ESTÃO do DO LADO DIREITO DA SUA TELA, AO LADO DA POSTAGEM
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Bons estudos
Pri
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15 de novembro de 2018

UM PAPO SOBRE: NOÉ, MARTE, PIRÂMIDES DO EGITO, ATLANTES, ANNUNAKI

RICHARD HOAGLAND EM: AS HIPERDIMENSÕES, O ESPAÇO-TEMPO E ALGUMAS CONEXÕES

by Laura Knight-Jadczyk
2001
from Cassiopaea Website

Fonte: https://www.bibliotecapleyades.net/ciencia/ciencia_dimensiones02a.htm
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Parte I

Os trechos a seguir são uma apresentação mais ou menos cronológica dos muitos casos em que discutimos conceitos relacionados à hiperdimensionalidade com os Cassiopeanos. Em muitas ocasiões, eles nos "conduziram" nessas direções com alguma intenção óbvia. Desejo desculpar-me antecipadamente pelo fato de que, muitas vezes, a discussão se interrompe precisamente quando ela se torna realmente interessante.

Isso se deve ao fato de que os Cassiopeanos não nos fornecerão qualquer informação que seja "perigosa de saber". Aqueles que estão familiarizados com os assuntos, podem preencher suas próprias conclusões como nós.

Há muitas "conexões" estranhas nesta série, e muitas outras que tive que omitir em prol da brevidade. Essas relações servem apenas para destacar a homogeneidade de certos fenômenos através dos milênios que apontam, inevitavelmente, para a ideia de que ALGUÉM neste planeta tenha viajado no tempo por um "tempo" muito longo.

As evidências que venho colecionando de fontes históricas serão apresentadas continuamente na série "Grail Quest" que está atualmente em construção.

11.19.94


P: (T) Quem criou as estruturas na lua que Richard Hoagland descobriu?
A: Atlantes.

P: (T) Para que eles usaram essas estruturas?
A: Pontos de transferência de energia para poder cristalinizar poder/simbolismo como os monumentos ou estátuas.

P: (T) Qual estatuário você está se referindo?
A: Por exemplo, a face.

P: (T) Qual poder esses cristais reuniram?
O Sol.

P: (T) Era necessário que eles tivessem estações de coleta de energia em Marte e na Lua? Isso aumentou seu poder?
A: Não é necessário, mas também não é necessário ter um milhão de dólares. Entende a correlação? Os atlantes estavam com fome de poder do jeito que sua sociedade tem fome pelo dinheiro.

P: (T) O acúmulo desse poder provocou a queda deles?
A: sim.

P: (T) Eles perderam o controle desse poder?
A: Sobrecarregou-os da mesma forma que os seus computadores irão dominar você.

P: (L) Quem construiu a grande pirâmide?
A: Os Atlantes.

P: (L) Em que ano foi construído?
A: 10643 anos atrás.

P: (L) Por que foi construído? Para que finalidade foi usada?
A: Capturar energia cósmica.

P: (L) E para que essa energia cósmica foi usada uma vez que foi capturada?
A: Para muitas coisas. Poder, transporte, cura, controle mental, clima, etc.

P: (L) Quem construiu a esfinge?
A: Os mesmos.

P: (L) A esfinge foi construída ao mesmo tempo?
A: sim.

P: (L) Por que a esfinge foi construída? Qual foi o seu propósito?
A: Um templo.

P: (L) Existem registros enterrados sob a esfinge?
A: sim.

P: (L) A história do dilúvio de Noé foi a história do desmembramento da Atlântida?
A: Sim. Mas simbólico.

P: (L) Quantas pessoas estavam no planeta naquela época?
A: 6 bilhões.

P: (L) Dos seis bilhões de pessoas, quantas sobreviveram?
A: 119 milhões.

P: (L) O dilúvio de Noé foi causado pela passagem próxima de outro corpo celeste?
A: Sim.

P: (L) Qual corpo foi esse?
A: Martek

P: (L) Conhecemos esse corpo em nosso sistema solar agora?
A: Sim.

P: (L) Que nome?
A: Marte

P: (L) Martek era um planeta habitado naquela época?
A: não.

P: (L) Ele tinha água ou outros recursos?
A: sim.

P: (L) Quando passou perto da Terra, de fato, sobrecarregou nosso planeta com água que não tínhamos antes daquela época?
A: sim.

P: (L) Nós, antes dessa época, tínhamos um dossel de vapor de água ao redor do nosso planeta?
A: sim.

P: (L) Que evento aconteceu para matar a maioria dos dinossauros?
A: Impacto do cometa

P: (L) Um cometa realmente atingiu a terra?
A: sim.

Q: (L) Foi um cometa grande?
A: Sim. 

15 de junho de 2017

Sítios Megalíticos ao redor do planeta e suas ligações com os deuses astronautas

Alguns lugares, como que até hoje nos causam impacto, lugares que os cientistas brigam entre si tentado desmistificar ou tentando explicar através de teorias, como foram erguidos, mas ninguém consegue provar como poderiam ter sido levantados, arquitetados, sendo que naquela época, sequer possuíam tecnologia para tal.
Também trago nesse post, as supostas explicações, lendas, de ajuda de seres de outros planetas.
Ainda faltam muitas estruturas mas essas, são as principais.
Segue e boa leitura.
Pri 

MACHU PICCHU

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1. Machu-Picchu, Peru. A cidade perdida dos incas, cujo nome pode ser traduzido do quíchua como "velha montanha", foi construída no século 15, e só foi redescoberta em 1911. Sua arquitetura avançada permitiu que resistisse tanto tempo em uma área chuvosa e de constantes terremotos.

Extraterrestres, Incas e Machu Picchu

De acordo com mitos peruano, a civilização Inca foi criada por Mama Ocllo e Manco Capac, os servidores da divindade Viracocha. A cidade sagrada de Machu Picchu é uma das mais complexas e misteriosa estruturas ao redor do mundo, impressionante como foi construída nos Andes do Peru. Estranho edifícios sem tetos montados com grandes blocos de pedra e enormes plataformas, pisos esculpidos diretamente na montanha, com uma precisão de laser. Muitos deles foram construídos a beira das falésias, como se o lugar fosse um ponto de acesso às aeronaves. De acordo com as traduções de Zecharia Sitchin, Viracocha era um rei Anunnaki Ishkur, o

22 de março de 2012

Pirâmides [repostagem]




As chamadas pirâmides do Egito, denominadas como pirâmides de Gizé, localizam-se no planalto de Gizé, na margem esquerda dorio Nilo, próximo à cidade do Cairo, no Egito. São as únicas remanescentes das Sete maravilhas do mundo antigo.
Constituem-se em estruturas monumentais construídas em pedra e, como o nome também indica, apresentam uma base retangular e quatro faces triangulares (por vezes trapezoidais, nas pirâmides egípcias mais antigas, denominadas como mastabas) que convergem para um vértice. No total foram identificadas cerca de 80 pirâmides em todo o país, embora a sua maior parte esteja reduzida a montículos de terra.
As pirâmides no planalto de Gizé foram erguidas pelo faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos há cerca de 2700 a.C., desde o início doAntigo Reinado até perto do Período Ptolomaico. A época em que atingiram o seu apogeu iniciou-se com a III Dinastia e terminou na VI Dinastia (2686 - 2345 a.C.). Primitivamente não se constituíam em estruturas isoladas, mas sim integradas num complexo arquitectônico de vastas dimensões.
Evolução
A construção das pirâmides sofreu uma evolução, desde o monte de areia de forma retangular que cobria a sepultura do faraó, na fasepré-dinástica, passando pela mastaba, uma forma de túmulo conhecida no início da era dinástica. Foi Djoser, fundador da III dinastia, quem mandou edificar uma mastaba inteiramente de pedra. Tinha 61 metros de altura e 6 degraus em toda a volta, com 109 metros de comprimento norte-sul e 125 metros de leste a oeste.
As pirâmides têm uma estrutura subterrânea complexa, composta de corredores e salas onde a sala funerária é escavada no solo. Depois da IV dinastia, as pirâmides entram na sua fase clássica com a construção da ampla necrópole de Gizé.
Pirâmide de Quéops
A Pirâmide de Quéops, também conhecida como a Grande Pirâmide, é o monumento mais pesado que já foi construído pelo homem. Possui aproximadamente 2,3 milhões de blocos de rocha, cada um pesando em média 2,5 toneladas. Com mais de 146 metros de altura, só foi ultrapassada em altura no século XVI pela torre da Catedral de Beauvais que foi terminada em 1569, tendo ruído 4 anos depois em 1573.
A altura da pirâmide de Quéops só veio a ser novamente ultrapassada no século XIX, quando foram terminadas as torres das catedrais de Rouen - com 148 m – de Colônia - com 157 m - e de Ulm - com que tem 161 m. E principalmente com a inauguração da Torre Eiffel em 1889, com 300 m de altura.
Durante séculos a humanidade vem se perguntando como essas enormes construções foram erguidas, como blocos de granito de 50 toneladas foram trazidos de Assuã, como foram erguidos a essa altura. Uma coisa é certa, dois recursos eram abundantes, mão de obra e tempo. De acordo com o historiador grego Heródoto, apenas a preparação do platô de Gizé levou uma década e a construção da pirâmide mais duas, tendo por volta de 100.000 homens trabalhado na construção da Grande Pirâmide. Como Heródoto esteve no Egito dois mil anos depois da construção das pirâmides seus dados não eram totalmente aceites. Recentemente, os estudos do piramidologista alemão Kurt Mendelssohn levaram a conclusão de que por volta de 80.000 homens trabalharam na construção da Grande Pirâmide, sendo que 10.000 empregados permanentemente e 70.000 homens sem qualificação empregados durante as cheias do Nilo. O próprio Mendelssohn mostrou que diversas pirâmides eram construídas simultaneamente, dessa forma, o número de pessoas utilizadas pode ter chegado a150.000, valores próximos aos descritos por Heródoto. Sem dúvida uma enorme quantidade de trabalhadores, sobretudo em relação à população egípicia de 5.000 anos atrás.
Outra característica impressionante é a precisão "topográfica" dessas construções. Na Pirâmide de Quéops, a base não apresenta variação de nível superior a 2,5 cm e os lados da base variação de comprimento superior a 20 cm. Igualmente precisa é a orientação das faces da pirâmide aos quatro pontos cardeais e a inclinação das faces a 51° 52’ com a horizontal.
Pirâmide de Quéfren:
A Pirâmide de Quéfren mede, nos dias de hoje, 143 metros de altura. Suas paredes erguem-se menos íngremes que as da grande Pirâmide de Quéops.
O faraó Quéfren era irmão do faraó Quéops e quarto rei da IV dinastia, ele reinou entre 2520 e 2494 a.C, ordenou que fosse construída sua pirâmide que hoje é, em tamanho, a segunda maior pirâmide do Antigo Egipto.
Majestosa e imponente, foi revestida de pedra calcária e granito vermelho e foi denominada pelos antigos egípcios como a Grande Quéfren ou A Grande Pirâmide.
Próximo de onde foi erguida a pirâmide de Quéfren havia um conjunto rochoso, que foi aproveitado para que nele se esculpisse a famosa Esfinge, monumento que representa o faraó sentado em seu trono.
A luz do sol do meio-dia ainda a faz brilhar de forma deslumbrante. Na base também foi preservada parte da camada próximo ao chão, que era a única em granito vermelho de toda a pirâmide.
A pirâmide tem duas entradas, e ambas têm cerca de doze metros a leste do ponto central de sua face norte. A primeira se encontra mais ou menos a quinze metros de altura em relação ao solo, ao passo que a outra foi escavada diretamente nele e também abaixo da primeira.
Da entrada superior encontra-se um corredor inclinado, baixo e estreito, que desce pela estrutura da pirâmide até penetrar na rocha, tornando-se então horizontal seguindo até o centro do monumento onde se encontra uma câmara funerária.
O teto, o piso, as paredes de toda a seção inclinada do corredor e uma pequena parte da seção horizontal, foram recobertos de granito vermelho. Bem próximo de onde termina o revestimento de granito foram talhadas canaletas verticais nas paredes que serviam para receber uma porta levadiça, também de granito, cujos restos ainda permanecem naquele local.
Toda a câmara mortuária foi esculpida na rocha. A restrição ficou mesmo por conta do teto em ponta que é formado por lajes de pedra calcária assentadas no mesmo ângulo das faces do monumento. A câmara mede catorze metros e dezessete centímetros leste/oeste, 5 metros de largura e 6 metros e 85 centímetros de altura. Existem cavidades retangulares de aproximadamente trinta centímetros de profundidade junto ao topo das paredes norte e sul.
Foram encontrados no interior da pirâmide um sarcófago com dois metros e 43 centímetros de comprimento por um metro de largura e 68 centímetros de profundidade, mas o corpo mumificado do rei não estava nele. Ele foi encontrado por arqueólogos, em 1818, foi encontrado também um ataúde mas este estava quebrado em dois pedaços.
Na entrada inferior encontra-se um corredor, cavado no substrato rochoso que segue um trajeto igual ao corredor superior até tornar-se horizontal, proporcionando um trajeto bem curto ascendendo abruptamente para surgir no solo da seção horizontal do corredor superior. Neste corredor inferior as paredes não se encontram revestidas de granito, mas existe uma porta levadiça de granito vermelho. Na seção plana, onde está a parede leste, se encontra uma reentrância; no lado oposto, uma passagem em declive desemboca em uma câmara que mede 10 metros e 43 centímetros de comprimento por 3 metros de largura e 2 metros e 56 centímetros de altura.

6 de fevereiro de 2012

A FUNÇÃO DAS PIRÂMIDES [FAROL DE ALEXANDRIA]









A mais antiga data para a construção da grande Pirâmide de Quéops, foi apresentada pelo escritor árabe Abu Zayd el Balkhy. Baseado em antigas inscrições, diz que a pirâmide foi construída no tempo em que a Lira encontrava-se na constelação de Câncer, ou seja, há 73.000 a.C. Existe uma teoria que diz que as pedras teriam sido cortadas por algum instrumento tipo raio laser...essa teoria explicaria as marcas de serra nos blocos encontrados, pois o laser poderia facilmente produzir marcas semelhantes. a intensão dos construtores de perpetuar um conhecimento tecnológico milenar assombroso, que só conseguimos entender se admitirmos a passagem de seres extraterrestres ou de civilizações mais antigas e avançadas sobre a Terra". A função geradora de radiação energética da Pirâmide tem uma hipótese bastante plausível: foi detectada a penetração dessa radiação a 20 quilômetros de profundidade sob sua base, e é possível que a radiação superior do ápice se prolongue até os confins da via-láctea, visível aos instrumentos óticos especiais, desconhecidos por nós. Seria mesmo um mero acaso que a altura da Pirâmide deQuéops, multiplicada por um bilhão, corresponda aproximadamente à distância Terra-Sol? Isto é, a 149.450.000 Km? É um acaso, que um meridiano que passe pelo centro da pirâmide divide continentes e oceanos em duas metades exatamente iguais? É um acaso, que a circunferência da pirâmide, dividida pelo dobro de sua altura, tenha como resultado o famoso número de Ludof, Pi=3,1416? É acaso, que forneça cálculos sobre o peso da Terra, e é também acaso que o solo rochoso sobre o qual se levanta a construção esteja cuidadosa e exatamente nivelado? As fases da pirâmide estão posicionadas para os quatro pontos cardiais com uma incrível precisão, apresentando somente 0,015% de margem de erro.
Atuamente, para se conseguir está precisão são necessários um teodolito de laser, um mapa dentro dos dez metros de precisão, engenheiros, astrônomos e mestres de obras. Os construtores das pirâmides, segundo Bauval e Hancock, construíram a Grande Pirâmide intencionalmente de forma que seus canais interiores ficassem alinhados com algumas estrelas. São as pirâmides de Queóps, Quéfren e Miquerinos. Porém esses nomes são em grego. Em egípcio antigo, são Khufu, Khafre e Menkaure. Há relatos que o topo da pirâmide de Khufu era revestido de ouro puro. Infelizmente, o calcário e o ouro foram roubados com a invasão dos árabes, em aproximadamente 550 d.C (depois de Cristo). * As três pirâmides estão conectadas com a constelação de Órion (Três Marias) numa precisão incrivel.
* Cada lado da pirâmide aponta EXATAMENTE para Norte, Sul, Leste e Oeste. Nem o observátorio astronômico deParis tem uma precisão de pontos cardeais como as pirâmides.

8 de dezembro de 2011

Cairo é Marte...?




O verdadeiro segredo das pirâmides refere-se a uma ciência vinda de um outro mundo?

Em 820 d.C., a dar-se crédito aos relatos dos contistas árabes, a grande pirâmide possuía seu revestimento de pedra calcária, o qual trazia em sua superfície numerosos símbolos de cores diversas, verdadeiras obras-primas de conjunto.

Ninguém sabia então de que lado se encontrava a entrada. Os iniciados árabes sabiam que o monumento abrigava sob a sua massa imponentes câmaras secretas que encerravam uma revelação sobre-humana: os Arquivos científicos do homem antediluviano, lá depostos pelos sábios da Atlântida. Não se afirma que a planta de Chéops foi desenhada por um dos maiores inspirados da Bíblia: Enoch, que subiu ao céu em um carro de fogo?...

Os mais sábios peritos consideram que o Egito do tempo dos faraós devia alimentar mais de 10.000.000 de habitantes e possuir máquinas de grande potência e de uma perfeição desconhecida agora, para poder levar a bom termo trabalhos gigantescos.

Esta riqueza da terra dos faraós, encontramos prova dela na Bíblia, no capítulo 13 do Gênese (10) no qual Moisés escreve:

"Loth ergueu os olhos e viu toda a planície do Jordão que estava inteiramente irrigada, antes que o Eterno tivesse destruído Sodoma e Gomorra, era como um jardim do Eterno até Tsoar, como o país do Egito".

Quando o sucessor de Harum-al-Rachid, El Mamun, chegou ao poder, os Grandes Mestres Árabes o iniciaram em sua doutrina. Estes últimos sabiam a que se ater quanto à destinação primeira da Grande Pirâmide.

Eles confiaram a El Mamun a missão de penetrar no interior do monumento. Nesta época, numerosos textos escritos concernentes à estrutura do edifício existiam ainda, pois não se entenderia como os operários do califa, que fizeram saltar o

revestimento de pedra na face norte, deram tão depressa com a entrada real, que nada podia revelar-lhes. O grés, o calcário e o granito foram abertos ao nível da sétima assentada, e a verdadeira "porta" está ligeiramente mais abaixo, o que prova que os trabalhos se apoiavam em um conhecimento profundo da planta do monumento. Malik al Aziz tentou, em 1196, com dezenas de milhares de homens 25 destruir a "pirâmide vermelha". Guardemos este nome. Depois de vários meses de esforços, o monumento nem parecia sequer arranhado.

El Mamun e Malik al Aziz procuravam nessas duas construções um segredo conhecido por raros iniciados. Os dois filhos do Oriente, o país das lendas que revelam com poesia os antigos conhecimentos, não ignoravam nada dos "misteriosos tapetes voadores", que outrora evoluíram nos céus da Ásia Menor.

Um autor espiritualista de além-Atlântico, que parece muito bem instruído sobre o problema das civilizações desaparecidas e sobre a origem dos Engenhos Espaciais de Proveniência Desconhecida, revela em As Moradas Secretas do Leão, uma obra muito documentada e apaixonante por mais de uma razão, que um "vimana" do passado foi enterrado há mais de quatro mil anos perto de Chéops. Este engenho munido de um gerador da energia-mãe, teria por missão reforçar certas radiações
telúricas negativas que começavam a desaparecer neste ponto do mundo.

O que não disse o sábio Abade Moreux
Duas grandes linhas de força cruzam-se sob a Grande Pirâmide. O abade Moreux, esse maravilhoso e discreto erudito, deixou-nos a prova disso sem fazer nenhum comentário, sob a forma de duas cartas que ilustram seus livros: Os Enigmas da Ciência, pág. 13, e A Ciência Misteriosa dos Faraós, pág. 20. (Estas duas obras foram editadas pela casa Gaston Doin).

Quem dominasse a Pirâmide podia controlar todas as atividades do homem à superfície da Terra, e "telecomandar" à distância não importa que organização humana onde quer que ela estivesse. O comportamento de uma civilização depende em grande parte da influência das correntes telúricas que a condicionam, essas correntes percorrem o solo, e são consideradas as veias de Géia.

O enigma do 30° paralelo. A noção de centrais energéticas espalhadas pela superfície da Terra e atuando sobre a evolução da humanidade é conhecida de todos os ocultistas. A Grande Pirâmide
foi uma, e sua posição geográfica sobre o 30° paralelo merece que a analisemos.

Parece, com efeito, que o globo tenha sido dividido outrora em seis zonas principais. Por exemplo, se do alto de Chéops nos deslocamos 60° para leste, constatamos com surpresa que caímos sobre Lhassa, a capital do Tibet, o "Teto do Mundo" onde desde tempos imemoriais se perpetua a mais alta iniciação.

Se, ao contrário, nos deslocamos para oeste, este deslocamento de 60.° nos conduzirá desta vez para um ponto do oceano Atlântico, cujas coordenadas são as seguintes: 30° de longitude oeste por 30° de longitude norte. Sob 2.000 metros de água repousa ali Poséidonis, a Cidade de Portas de Ouro, capital da Atlântida.

Continuemos nossa exploração para oeste, e ainda uma vez chegaremos ao limite dos 60°. Este passeio nos permitirá cavalgar a vôo de pássaro as pirâmides maias do 26 Yucatan.

A terra era outrora cinturada por "condensadores" de energia que fecundavam o espírito das raças em plena evolução. Essas potências radiantes captam talvez ainda os eflúvios nascidos dos quanta psíquicos mantidos pelas grandes religiões. O enigmático 30° paralelo, não nos esqueçamos, viu nascer todas as grandes organizações místicas e seus profetas.

O 30° paralelo: Mu, Yucatan, Atlântida, Chéops, Lhassa 
Modelado por um cataclismo gigantesco, nosso globo esconde agora sob os oceanos ou sob milhares de toneladas de terra, segredos que pertencem a uma raça de homens desaparecida.

Atlantes — pirâmides — e migrações humanas

A Tradição Rosa-Cruz conta que em certas épocas grupos de adeptos emigraram para um planeta vizinho. O relato detalhado dessas migrações é conservado nos livros secretos da Ordem. Todas as espécies de tradições convergem para uma certeza: várias migrações interplanetárias se realizaram no passado, e a última partida se deu de Gizé mesma.

Paul Brunton ensina-nos em Egito Secreto que com freqüência, do deserto, perto das pirâmides, a maior em particular, testemunhas percebem sempre "uma chama pequena, que se transforma de repente em uma coluna azulada", que gira em torno dos monumentos. O dr. Abbate Pacha, ex-vice-presidente do Instituto Egípcio e um outro membro do Instituto, sr. William Grog, viram por diversas vezes esse misterioso OVNI evoluindo muito perto do monumento de Chéops.


Cairo é Marte...


Voltemos a Malik al Aziz e à sua idéia de destruir a "Pirâmide Vermelha". Como se sabe, em astrologia, o vermelho é a cor simbólica do planeta Marte. Ora, a capital do Egito chama-se Cairo; nome que se escreve em árabe "El Kaher" e que designa nesta língua o mesmo planeta Marte! Malik al Aziz era um iniciado, que tanto quanto Walter Bryon Emery desejava descobrir um fio de Ariadne que o levasse para vestígios arqueológicos originários de um outro espaço. Imhotep, o sábio, viria do planeta de canais intrigantes? Walter Bryon Emery e o prof. Luís Alvarez talvez no-lo digam algum dia destes.

4.NOS ESCRITOS DO PASSADO: A PROVA DE QUE RELAÇÕES 


INTERGALÁCTICAS EXISTIRAM NA AURORA DO MUNDO27

Sem contestação, a escrita é a primeira das formas de evolução das grandes civilizações. Graças a ela, possuímos arquivos históricos referentes ao problema dos OVNI, que vêm juntar-se às provas arqueológicas que já conhecemos. Recorrendo aos textos do passado, podemos compreender de maneira perfeita a evolução do fenômeno no curso dos anos. Os autores e os historiadores antigos nos legaram, em suas obras, provas indiscutíveis de que os discos-voadores sulcaram os nossos céus, há dois mil anos!

Textos sânscritos, várias vezes milenários, como o Samarangana Soutradhara, dão uma descrição pitoresca de máquinas voadoras existentes entre os povos civilizados com o fim de garantir as comunicações entre os continentes, e de presidir à manutenção da ordem, talvez mesmo para a realização de grandes expedições inter-astrais.

O Samarangana Soutradhara, que é uma coletânea de antigos manuscritos, consagra duzentas e trinta páginas ao sistema de construção de engenhos voadores, esses fabulosos vimanas, que se elevavam verticalmente e podiam voar milhares de quilômetros. Suas possibilidades eram muito grandes, eles evoluíam a grande velocidade e em grandes altitudes, escapando aos olhares das pessoas que estavam no solo. A laje de Palenque, que nos oferece o esquema de um deles, dá aos técnicos de nossa era o plano de um engenho voador rico em pormenores. Uma outra coletânea, o
Samar, afirma que os vimanas não eram produtos de imaginação poética, mas engenhos que funcionavam com potência latente do mercúrio quente. Teremos de voltar a esta definição, quando passarmos em revista os futuros veículos cósmicos estudados atualmente em nossos modernos laboratórios terrestres. Quando estavam no espaço, os vimanas não tinham asas, sustidos unicamente pela força que emitiam.
Nos livros esotéricos são enumerados quarenta e nove tipos de "Fogos propulsivos".
Estes estavam ligados a fenômenos elétricos e magnéticos. Os veículos celestes da Índia
antiga escapavam da atração terrestre e transportavam tripulações perfeitamente protegidas.

Como nossos enormes cargueiros, ou os "soyouz" soviéticos atuais, cada aparelho tinha um nome particular. Em tabuinhas védicas, fala-se do "Vimana Agnihotra" com dois fogos de propulsão posteriores.

Os contatos aparentemente, nesta longínqua época, os habitantes da Terra estavam acostumados a
receber visitas permanentes de seres originários de outros planetas. Relações contínuas existiam entre todos os povos do universo. Certos engenhos construídos em nosso planeta atingiam as regiões solares. Seu nome era "Suryaman-dala". Outros empreendiam cursos ainda mais distantes, para as estrelas, suas proporções eram enormes, e viajavam além do sistema solar. Eram chamados "Naha-satramandala". 28

fonte: http://www.cubbrasil.net/ebooks/OVNIETs.pdf

10 de setembro de 2011

Piramides parte II






Olá crianças,
Hoje falaremos sobre a matemática das pirâmides. Recomendo ler o Post sobre asPirâmides submersas no Japão e Astrologia para não pegar o bonde andando…  http://priufo.blogspot.com/2011/06/as-piramides-submersas-do-japao.html
Em primeiro lugar, a palavra “pirâmide” vem do grego Pyramidos, ou “medida de luz”. Dentre a centena de pirâmides egípcias, vou começar pelo complexo de Gizé (ou Giza), considerado o mais importante deles, mais especificamente pela pirâmide de Khufu (ou Queops).
Khufu possui 146m de altura, 230m de lado e o número exato de pedras, calculado por computadores, de 590,712 unidades (variando em peso de 2,5 a 70 toneladas). Estas medidas, na verdade, devem ser calculadas em Pyramid Inches (cerca de 2,5426cm) que são as medidas utilizadas na construção das pirâmides. Se fizermos desta maneira, o perímetro de Khufu possui exatos 36524 PI (ou seja, 100x a duração do ano terrestre) e assim por diante.
Todas as pedras de mesmo peso possuem também o mesmo tamanho, com erro menor que 0,025cm em qualquer medida adotada; possuem ângulos perfeitamente retos em suas 6 faces, com precisão de 0,1 grau e encaixe entre elas que não deixa espaço suficiente para passar uma lâmina de canivete (0,04cm). A precisão de encaixe destas pedras, considerando o conjunto, é de 0,015cm/100m (nem os mais modernos construtores de submarinos chegam neste grau de precisão – a precisão de projeto de um submarino nuclear é de 0,08cm/100m na mesma escala).
Ainda sobre esta estrutura principal, estavam encaixadas 144.000 placas polidas de limestone branca, idênticas em tamanho (precisão de 0,25cm), pesando cerca de 2 toneladas cada, deixando espaço de 0,025cm entre elas. Estas pedras foram recortadas e arrastadas de Tura ou Masada, pedreiras localizadas a cerca de 15-20km do Cairo. Apenas o bloco de granito que forma o piso da Câmara do Rei, com 80 toneladas, e o “sarcófago”, tiveram de ser arrastados de Aswan, que fica a 800km do Cairo.
A pirâmide de Khufu é um quadrado perfeito, com erro de 58mm (em 230 metros!) e erro de ângulo reto de 1 minuto (1/60 de um grau), alinhada perfeitamente com o norte do Planeta. A base da pirâmide é perfeitamente plana, com desnível de apenas 0,075cm/100m (para quem não é arquiteto ou engenheiro esses números não dizem muita coisa, mas para ter uma idéia comparativa do quão preciso foi o nivelamento das pirâmides, basta dizer que edifícios modernos de alta tecnologia chegam a 15-20cm/100m em desnível).
As 3 pirâmides alinham-se com a constelação de Orion com margem de erro de 0,001% quando comparadas com a posição destas estrelas no céu em 10.500 AC.
Além disto, as câmaras interiores foram projetadas ANTES da pirâmide ser construída, sendo deixadas como “buracos” na estrutura da pirâmide (e não “escavadas posteriormente”!), ou seja, os construtores iam empilhando os blocos de pedra e deixando os espaços vazios que seriam cada câmara enquanto iam erguendo as pirâmides.
E eu nem comecei ainda a falar sobre a Câmara do Rei, cuja configuração e proporção das pedras do chão refletem as medidas/translações dos seis primeiros planetas do Sistema Solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter e Saturno).
Também não falei ainda do “sarcófago” do faraó, que é grande demais para passar pelos dutos da pirâmide, ou seja, ele foi colocado na câmara do rei ANTES da pirâmide ter sido “fechada”. Como disse acima, esta pedra, esculpida em um ÙNICO bloco de 30 toneladas, foi arrastado por 800km de Aswan até o Cairo durante a construção da pirâmide, de modo a poder ser encaixado na posição correta.
(Mais tarde falaremos em detalhes sobre como a Câmara dos Reis e o Templo de Salomão possuem as mesmas proporções, e de como o “sarcófago” possui as mesmas proporções da arca da Aliança).
Um último detalhe é que, apesar de todo este cuidado milimétrico de projeto da pirâmide, o “sarcófago” é PEQUENO DEMAIS para caber uma pessoa deitada dentro dele (pausa para rir).
É importante lembrar disto porque, quando falarmos mais pra frente sobre os ALINHAMENTOS dos dutos das câmaras internas com as principais estrelas e constelações da época, durante determinados períodos do ano, temos de ter em mente que toda a estrutura é um gigantesco observatório astronômico, PROJETADO como tal e não fruto de mero “acaso”. Os dutos são alinhados com perfeição de um centésimo de grau em duas câmaras principais de observação.
Também preciso dizer que as pirâmides não possuem entradas externas. As entradas eram todas subterrâneas, vindas de uma câmara que ficava sob a esfinge, fazendo com que todo o complexo só pudesse ser acessado por dentro. Quando os exploradores ingleses penetraram nas câmaras internas, o fizeram DINAMITANDO os dutos externamente (pois as entradas subterrâneas encontravam-se soterradas). Então nomearam aquilo de “dutos de ventilação” (em uma “tumba”, mas tudo bem… ).
Bom… acho que já deu para ter uma idéia bem clara que mesmo com a tecnologia de HOJE seria quase impossível erguer pirâmides com a qualidade técnica e construtiva das pirâmides egípcias.
A quantidade de “coincidências” matemáticas e sobre a precisão com que as pirâmides foram construídas poderia consumir textos e mais textos. Quem quiser mesmo ver as principais relações matemáticas da pirâmide, pode olhar este site aqui.
Mas afinal de contas, como as pirâmides foram construídas?
Antes de começar com teorias de conspiração, vamos perguntar direto para asotoridades egípcias. E que melhor otoridade que o próprio departamento de turismo egípcio?
Segundo eles, as pirâmides foram construídas durante a 4ª dinastia, para servirem como tumba para o faraó Khufu. Demoraram ao todo cerca de 20 anos para ficarem prontas.
Ok… sem risadas. Vamos começar com uma conta básica: são 590.712 pedras para serem colocadas em 20 anos (8.760 dias). Fazendo as contas, temos que seria necessário para os egípcios encaixarem aproximadamente 1 pedra a cada 17 minutos (24 horas por dia, 7 dias por semana sem parar um segundo).
Embora experimentos feitos pela universidade Obayashi, no japão, tenham demonstrado que 18 homens conseguem empurrar um bloco de 2,5 toneladas com velocidade máxima de 15m/minuto (demorando, assim, em teoria, 17 horas para empurrá-los da pedreira até a pirâmide, SEM DESCANSO). Claro que esta teoria está furada, pois se arrastassem os blocos por tanto tempo, o atrito com a areia lixaria o fundo das pedras, tornando-as incompatíveis com a precisão matemática que elas apresentam.
A teoria de arrastar sobre troncos de palmeiras também está furada. Os mesmos alunos demonstraram que as palmeiras existentes no Egito seriam esmagadas se submetidas a blocos de mais de 1,5 toneladas.
E isso porque nem entramos no quesito dos quase 5.000 blocos de SETENTA toneladas…
E sempre é bom lembrar, estes valores são para UMA pirâmide… o conjunto é formado por TRÊS pirâmides (e somado a outras 6 pirâmides menores, a esfinge, as mastabas, templos e outras edificações).
As otoridades egípcias afirmam que a pirâmide é a tumba de um faraó.
Embora NUNCA se tenha encontrado sequer uma múmia em NENHUMA das 111 pirâmides catalogadas. Também nunca foram encontrados NENHUM tesouro de faraó algum. Nada, Nicht, Niet, Zero. Todas as múmias foram encontradas em cemitérios localizados aos pés das pirâmides ou em templos adequados para tal (Mastabas). Todos os tesouros encontrados estavam nos templos e antecâmaras, mas nunca dentro das estruturas.
A explicação oficial é que “ladrões de tumbas” saquearam todos os tesouros e as múmias. Embora, voltando a Khufu, os exploradores tiveram de DINAMITAR a passagem para entrar, e nada encontraram lá dentro. Ou seja, se houvessem “ladrões de tumba” eles entraram, levaram TUDO (tudo tudo tudo) e ainda tiveram a paciência de recolocar todas as pedras na entrada de modo a deixá-la do mesmo modo que ela estava antes deles chegarem, com direito a mesma precisão milimétrica dos encaixes (mais uma pausa para rir).
Se você fosse um faraó e gastasse 20 anos da sua vida para construir o seu túmulo, o mínimo que você iria fazer seria colocar o seu nome bem visível em todos os lugares possíveis e imaginários, certo? ERRADO. Não existe NENHUM hieróglifo ou símbolo dentro de NENHUMA das principais pirâmides. Os únicos símbolos encontrados dentro das pirâmides foram colocados lá milhares de anos após sua construção.
As otoridades egípcias afirmam que os dutos que conectam a câmara do rei às laterais da pirâmide são, na verdade, “dutos de ventilação” (mas para que precisamos de dutos de ventilação em uma tumba?). O fato destes dutos alinharem-se perfeitamente com estrelas e constelações que tem profundo simbolismo na mitologia e religião Egípcia é, como tudo mais, uma “coincidência”.
Agora, um pouco de teoria de conspiração.
E se… o faraó, na verdade, não construiu as pirâmides em 20 anos (como demonstramos ser impossível), mas sim REFORMOU algo que já estava pronto, mas parcialmente destruído pelo dilúvio, nesses 20 anos?
E se… as pirâmides escalonadas (aquelas mais toscas e sem grande precisão), que foram construídas em 4.000 AC foram, não “testes de construção” como as otoridades dizem, mas sim IMITAÇÕES das verdadeiras pirâmides, feitas realmente com o máximo que seria possível de tecnologia da época?

Pirâmides parte III A câmara dos reis


por  em TEORIA DA CONSPIRAÇÃO 


A Câmara dos Reis.
Antes disto, vamos brincar um pouco com a geometria sagrada. Pela imagem ao lado, vocês podem perceber que a pirâmide, além das perfeições milimétricas que comentei nopost anterior, possui algumas câmaras internas, que as otoridades chamaram de “Câmara do Rei” e “Câmara da Rainha”.
Para falar sobre elas, primeiro vou ensinar vocês a construírem suas próprias pirâmides com um compasso e um esquadro. Faça da seguinte maneira.
Trace uma linha reta em um papel. Faça com um compasso 2 círculos tangentes sobre esta linha. Em seguida, faça duas linhas perpendiculares ao centro de cada círculo até que elas toquem o ponto superior de cada círculo. Ligue os pontos ABCD da maneira que eu coloquei ao lado.
Usando o compasso, coloque a ponta dele no centro obtido pelo X e trace um segundo círculo, com intersecção nestes 4 pontos ABC e D. Usando o esquadro, trace uma reta do topo deste novo círculo até a base e você terá a exata proporção das pirâmides da atlântida.
Os traçados BC e AD “coincidentemente” terão os exatos mesmos ângulos de inclinação das passagens que ligam o exterior da pirâmide às câmaras encontradas (acompanhe as imagens) e estas câmaras e túneis, bem como seus cruzamentos teóricos “coincidem” perfeitamente com as quatro câmaras, 2 do “Rei” e 2 da “Rainha”.
“Opa ! – como assim QUATRO?!?!? As otoridades dizem que só existem DUAS câmaras na pirâmide!!!.”
Desde 1963, as otoridades têm sabotado e bloqueado sistematicamente qualquer investigação nas pirâmides que não fosse estritamente observada e acompanhada de perto por seus agentes religiosos e historiadores que precisam manter suas teorias de “tumba do faraó” intactas. Mas o tio Marcelo conseguiu algumas fotos muito interessantes de 1910 para mostrar para vocês..
Dentro da pirâmide, existem dois conjuntos de câmaras, dispostas lado a lado, como na figura e seguindo alinhamentos perfeitos não apenas em relação ao Norte da Terra mas em relação a certas estrelas e constelações. A estrutura milimétrica da pirâmide bem como sua composição material (o tipo de pedra escolhido) facilitam certos tipos de vibrações harmônicas (a saber, 740 Hz).

Vamos estudar um pouco da câmara “oficial” e depois vamos para as teorias conspiratórias de câmara dupla:
A câmara do Rei segue a mesma proporção do Templo de Salomão (vão procurar na Bíblia, no livro dos Reis, se quiserem saber qual é… também não vou dar tudo mastigado aqui). Na verdade, o correto é dizer que o TEMPLO é que segue as mesmas proporções da câmara dentro da pirâmide, certo? Hehehe
A estrutura interna da câmara dos reis é dividida em 20 pedras, vindas de uma pedreira que não é a mesma que o restante da pirâmide, porque a câmara necessita de uma freqüência harmônica diferente (440Hz). A disposição e o tamanho destas pedras também é milimetricamente calculada, para que as proporções entre as larguras e profundidades de cada pedra correspondam às mesmas proporções de diâmetro e tempo de translação cada um dos sete primeiros planetas do sistema solar (“coincidência? São 14 coincidências então… ). Veja a imagem abaixo e confira as contas neste site aqui. Não vou explicar porque senão lá se vão mais dois posts completos só para isto e estaremos nos perdendo em detalhes…
A câmara do Rei possui uma série de 3 portas que possuem um intrincado sistema de abertura e fechamento. Para quem é rosacruz eu não preciso explicar o simbolismo dos “3 Atrios”. Para quem estuda apenas a parte prática, podemos entender estas portas como… portas capazes de selar hermeticamente (no sentido mundano) a câmara do rei, para o caso de, digamos, precisar encher a sala com água…
Tendo duas câmaras grudadas uma na outra e toda uma estrutura dupla dentro da pirâmide, podemos pensar em algumas possibilidades… alinhamento com o norte, dois polos (positivo e negativo), cinco “tetos solares internos” sobre as câmaras dos reis (que podiam ser preenchidos internamente com algo), estrutura de ressonância, faixas desenhadas nas paredes dividindo a câmara em oitavas, como se fosse um “regulador” de alguma coisa… dutos de “ventilação” internos que levam a câmaras subterrâneas “alagadas” e externos que se correspondem perfeitamente com certas estrelas em certos períodos do ano, portas para selar a sala…
Aos olhos conspiratórios, isso tudo parece um grande equipamento…cujo coração (o ponto onde está o centro energético da pirâmide) reside justamente no pontos onde estão os sarcófagos dos faraós !!!
Olhe que interessante esta figura que pode ser encontrada em uma inscrição dentro do templo de Hathor, chamada de “pilares de Djed”… Dois pilares… hummmmm
Para completar a conspiração, se existem duas câmaras coladas uma na outra, deveria haver uma ligação entre as duas salas, não é mesmo? Mas quando olhamos esta foto aqui, tirada por um amigo meu em 1993, vemos que não há nada ali. Porém, se olharmos para esta foto dos irmãos Edgar, tirada em 1910, vemos claramente que existia um túnel de conexão ali. Porque as otoridades cimentaram o túnel?
E finalmente chegamos ao “sarcófago” do Faraó, coração energético da pirâmide. As medidas internas oficiais são 1,68m x 68,1cm x 87,4cm. A menos que o faraó fosse bem anãozinho, não poderia ser colocado junto com seu “chapéu de faraó” e “ornamentos de faraó” dentro de um sarcófago tão pequeno. Teriam nossos amigos escravos egípcios, que empurraram tantas pedras tão pesadas ladeira acima e construíram uma pirâmide com erro de 58mm em 230m, errado tão idiotamente logo no “coração” da tumba? Não faz sentido…
Então… o que cabe ali dentro?
Cabe um sacerdote sentado, como se fosse uma “banheira” enquanto outro sacerdote, digamos, ritualisticamente, o mergulha nas águas, afundando-o para que ele “morra” e depois “renasça” como um iniciado (guarde bem essa imagem de um sacerdote egípcio afundando um neófito dentro de um corpo de água para depois retirá-lo das águas renascido… isso será importante nos posts conspiratórios uns 4.000 anos lá para a frente).
Mas o que tem de especial nesta água?
Se a pirâmide era algum tipo de “equipamento”, o que usavam de bateria?
Bem… para responder esta pergunta, podemos dizer que existe uma outra coisa que cabe perfeitamente dentro do “sarcófago”. Vamos olhar na bíblia, crianças…
O que é, o que é? Mede 2,5 x 1,5 x 1,5 cúbitos (1,12m x 67,5cm x 67,5cm), foi retirada do Egito e ficava dentro de um templo construído especialmente para ela com as mesmas proporções da câmara dos reis?
Respostas na próxima semana.

9 de setembro de 2011

Pirâmides – parte IV – Dilúvio, Pirâmides e Stonehenge

Olá crianças,
O post anterior nos trouxe duas surpresas. A primeira foi que, novamente, batemos recordes de visitação aqui no Sedentário e a segunda é que praticamente não houve ninguém reclamando. Eu perguntei ao eightbits e ele me garantiu que meu pedido de manter todas as críticas foi respeitado, e só são deletados comentários com xingamentos gratuitos (e, no caso, foi apenas um esta semana). Isto pode significar que: ou os céticos foram todos embora (o que seria uma pena, pois, como disse certa vez o poeta e alquimista William Blake, “Não há crescimento sem oposição”) A outra hipótese é que até mesmo eles começaram a perceber que, apesar do tom leve e de brincadeira dos textos, este é um assunto muito sério e não estou dando fantasias ou hipóteses absurdas, mas fatos.
Como já disse uma vez, repetindo as palavras de Voltaire, “Posso não concordar com uma palavra do que você está dizendo, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-las”. Críticas e questionamentos, desde que bem embasados, são bem vindas!
Agora voltando à programação original
A resposta do sudoku da semana anterior é “Arca da Aliança”, mas eu percebi que acabei me empolgando e nos adiantamos um pouco na história. Antes de falar sobre Moisés, vou precisar falar sobre o Dilúvio. E antes do dilúvio, quero mostrar uma foto que eu achei.
Lembram quando discutimos sobre ser impossível montar as pirâmides mesmo com tecnologia de hoje em dia? Ok. Esta foto é da década de 60 e, como alguns de vocês podem se lembrar de ter visto em algum lugar, existia um enorme complexo de templos chamados Abu Simbel no Egito. As otoridades precisavam construir uma grande barragem e uma mega-hiper operação mundial foi organizada para desmontar e transportar o templo de Abu Simbel para uma montanha a salvo das águas da barragem.
Pois bem. A grande maioria das pedras esculpidas no templo de Ramses II foi retirada das pedreiras de Assuã, distantes cerca de 120km do templo, incluindo a cabeça do faraó, que foi transportada e esculpida em UM ÙNICO bloco de pedra. Quando os técnicos e engenheiros suíços e alemães foram transportar estes blocos para o local seguro, apesar dos GUINDASTES e HELICÓPTEROS envolvidos na operação, tiveram de fragmentar diversas estátuas e blocos de construção do templo para transportá-los.
Vamos escrever mais devagar para os que não entenderam: blocos de pedra que os egípcios (os “escravos seminus de 6.000 anos atrás” haviam conseguido manobrar, esculpir e encaixar intactos) tiveram que ser divididos, pois a tecnologia do século XX não conseguiu repetir o feito.
Mas e o Dilúvio?
A história do Dilúvio Universal, ao contrário do que muita gente acredita, não existe apenas na Bíblia, mas em praticamente TODAS as mitologias do planeta. Muitos historiadores dizem que o dilúvio bíblico aconteceu apenas em uma área do mediterrâneo e que serviu de justificativa para as otoridades atestarem a veracidade literal da bíblia (a ponto de milhões de dólares terem sido gastos em pesquisas procurando barquinhos que não existem em cima do monte Ararat!).
Na Suméria, “Utnapitshtim, o Longínquo”, é considerado o único homem que escapou ao Dilúvio, e sua história é contada em diversos poemas, especialmente em um trecho de Gilgamesh.
Nos Gregos, Deucalião e Pirra fazem o papel de Noé e Naamah, levando em uma arca toda a esperança após a devastação da terra por um dilúvio causado pelos deuses.
Nos Nórdicos, temos o conto do choro de Baldur, quando o malvado Loki faz o arqueiro cego e sua flecha de visgo assassinarem o deus-sol baldur, e todas as coisas que existem choraram por baldur, causando um dilúvio.
Na Mitologia Hindu, um peixe disse a Manu que as águas cobririam a terra e, novamente, temos uma arca salvando as esperanças da humanidade das águas divinas.
Entre os Celtas, os poemas do “Ciclo de Finn” narram a ocupação da Ilha após o Dilúvio
Nos Índios americanos, a história de Kwi-wi-sens e como ele e seu amigo corvo escaparam do dilúvio causado pelos deuses dos céus.
O conto de Cowichan e do dilúvio já era conhecido dos índios do norte dos EUA muitos séculos antes dos missionários ali chegarem com suas bíblias,
Nos Astecas, CoxCox possui uma história muito semelhante à de Noé, séculos antes dos espanhóis chegaram ao continente. Que conta da inundação de todas as terras conhecidas, e da fuga de uma tribo para as montanhas.
As Crônicas de PopolVuh entre os Maias narra um grande cataclisma que destruiu a humanidade, destruindo uma terra que era considerada o paraíso.
Os Incas contam a lenda do castigo divino das chuvas que duraram 60 dias e 60 noites, alagando toda a civilização.
No Brasil, os índios Tamandaré possuem uma lenda idêntica a de Noé, onde o dilúvio destruiu praticamente todas as vilas, só restando um homem e uma mulher que se refugiaram no topo de uma montanha.
Como explicar tantas lendas tão distantes entre si que narram os mesmos fatos?
Nos últimos dez mil anos, existem milhares de evidências de que a Terra foi alvo do impacto de pelo menos dois meteoros de grandes proporções. Um deles, o primeiro e maior, que se fragmentou em sete partes, atingindo o planeta de uma vez só e causando tsunamis de 5km de altura, capazes de varrer do mapa cidades inteiras em minutos, atingiu a Terra em 7640 AC (alguém lembrou da Atlântida, cujas lendas dizem que afundou em um único dia?) e foi responsável pela maioria das lendas de dilúvio na América e Europa. O segundo, de menores proporções, atingiu a Terra aproximadamente em 3150 AC e foi o responsável pelas lendas de Dilúvio da Mesopotâmia e da bíblia.

O primeiro impacto varreu do mapa o continente da Atlântida e parte do que havia restado da Lemúria, deixando submersos seus templos e pirâmides por milhares de anos. MAS… como uma das funções das pirâmides era também a de Observatórios Astronômicos, os sábios conseguiram prever o impacto do grande asteróide e remover para locais seguros (Himalaia, Tibet, Andes, Interior dos Continentes) grande parte dos cristais e do conhecimento acumulado por estas civilizações (e também de onde surgem as histórias sobre Shan-Gri-Lá e Agartha, mas isso fica pra outro dia…).
As Linhas de Ley e Círculos de Pedra
Todas as Pirâmides estão construídas sobre o que chamamos de “linhas de Ley” ou, no oriente, “Veias do Dragão”. Assim como em nosso corpo correm linhas energéticas (usadas na acupuntura), o Planeta possui linhas energéticas especiais sobre toda a sua superfície. O cruzamento destas linhas energéticas forma o que chamamos de “node” ou “ponto focal” (equivalentes aos chakras nos humanos), que é considerado um ponto muito especial dentro de várias culturas antigas.
As pirâmides originais da Atlântida foram construídas sobre estes pontos, pois utilizavam-se dos alinhamentos com estrelas, planetas, centros energéticos e também pelo formato dos templos, em conjunto com cristais e outros objetos (os corações destes templos e pirâmides), para uma infinidade de coisas.
Após o dilúvio, a imensa maioria destas pirâmides foi submersa, exceto algumas que estão na Europa, China, Egito e América, mas outros pontos surgiram. Após o primeiro dilúvio, as tribos que conseguiram escapar da catástrofe tiveram de se reorganizar e, para isto, reconstruir seus observatórios. Com isso, conseguiram prever o segundo meteoro e se preparar para o dilúvio em 3150 AC.
Lembre-se que a bíblia deve ser lida de maneira alegórica. Quando escrevemos que Noé levou dentro da Arca dois elefantes, queremos dizer que “os conhecimentos da civilização hindu foram preservados”, quando escrevemos que ele levou duas girafas, quer dizer que “os conhecimentos da civilização africana” foram preservados e assim por diante. Não existe e nem nunca existiu barquinho algum. A “Arca” de Noé é a mesma “Arca” da Aliança, a fuga das águas e a fuga do Egito são apenas metáforas diferentes para a mesma situação: a preservação do conhecimento oculto (procurem o significado da palavra “Moisés” como lição de casa, vocês vão ter uma surpresa… )
Eu falei sobre o grande relógio celestial em posts antigos. Este mecanismo celeste, além das funções que eu descrevi, também servia para prever o melhor momento de plantar cada tipo de alimento, de criar o gado, o momento certo de colher cada lavoura, de aproveitar as cheias, de tosquiar as ovelhas e assim por diante. Como as civilizações pós-dilúvio não possuíam os cristais ou as capacidades dos sacerdotes antigos, apenas parte do conhecimento adquirido, tiveram de “improvisar” e ergueram complexos de pedra sobre as Linhas de Ley para utilizarem-se como templos, em uma segunda etapa.

Por esta razão, pirâmides e círculos de pedra possuem basicamente as mesmas funções (astronômicas e religiosas) e foram construídos seguindo os mesmos princípios matemáticos, de geometria sagrada e conhecimentos profundos de astronomia. As pirâmides egípcias mais “primitivas” certamente que foram construídas no período dos faraós, seguindo as especificações da Grande Pirâmide, que foi REFORMADA pelos sábios egípcios detentores deste conhecimento (foram encontrados diversos fósseis e conchas de animais marinhos nos arredores das pirâmides, sinal que aquela região já foi coberta pelo mar algum dia no passado).
Bom… novamente o texto acabou ficando maior do que eu esperava, e ainda não chegamos na Arca da Aliança, embora alguns de vocês certamente já estão conseguindo ligar alguns fatos pelas dicas que eu dei ali em cima…
Para a semana que vem, vou seguir os comentários: vocês preferem que eu fale mais sobre Stonehenge e os Círculos de Pedra e toda esta relação com as Linhas Energéticas ou vamos direto para a Arca da Aliança?
Cartas à redação.
Um livro que vocês podem adquirir para saber mais sobre o Dilúvio: A Máquina de Uriel
este é o link para saber mais sobre as pirâmides submersas que encontraram em 2001 próximas a ilha de Cuba
Marcelo Del Debbio