Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

DICA: ACESSEM AS ABAS "ARQUIVOS DO BLOG", TAMBÉM OS "MARCADORES" QUE ESTÃO do DO LADO DIREITO DA SUA TELA, AO LADO DA POSTAGEM
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Bons estudos
Pri
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9 de dezembro de 2012

Os Segredos do Deserto de Gobi



O deserto de Gobi, o quinto maior deserto do mundo, localiza-se entre o norte e noroeste da China e ao sul da Mongólia, estendendo-se por uma área de 1 milhão 295 km². Ali existem diferentes ecossistemas, variações climáticas e topográficas. Sua amplitude térmica é espantosa. A média anual situa-se entre -2,5ºC +2,8º C, porém, em suas diferenças extremas a temperatura pode ser extremamente quente, 38, 39º C ou fria -47ºC. Seus ventos a 30 metros por segundo. É um dos mais preciosos sítios arqueológicos do mundo onde são encontrados fósseis petrificados a céu aberto. No passado, o Gobi foi uma movimentada rota de caravanas, a Silk Road - Rota da Seda, ao longo da qual floresceram cidades importantes.
É o habitat de animais raros como camelo-bacteriano [de duas corcovas] e o cavalo-de-przewalski [Equus przewalski]. Também abriga uma criatura mítica, o Aka Allghoi Khorhoi [Olghoï-Khorkhoï], um verme monstruoso que mata suas vítimas com um ácido venenoso. Não tem cabeça nem patas e sua cor é vermelho sangue. A criatura movimenta-se de modo estranho, como que girando, É atraída pela cor amarela.Tocá-lo produz morte instantânea. Dele também se diz que dá choques elétricos. A criptozoologia, estudando esta criatura, conclui que se trata, de fato, de um verme muito fino, medindo cerca de 1 metro de comprimento. Sua existência foi documentada, pela primeira vez, em 1926. O criptozoólogo francês Michael Raynal identificou o verme da morte como uma espécie desconhecida de anfisbeno, um réptil que vive em túneis subterrâneos. Todavia, há quem discorde porque os répteis anfisbenos são criaturas inofensivas.




No Oriente, todo o povo sabe que o deserto de Gobi é um lugar de grande solenidade e mistério, guardado por monstros malignos porque aquele lugar foi escolhido como morada de deuses e semideuses que desceram das esfera espirituais da santidade e da bem-aventurança, tomando formas humanas nas areias douradas.
A mitologia asiática está repleta de criaturas de origem sobrenatural que se misturam e agem em meio aos homens. Um tênue véu entre dimensões espaciais é separa o visível do invisível no pensamento dos orientais. O "olho da alma" as vezes permite ao Iniciado, ao iogue mendicante, ao brâmane, ao monge budista, entrever o vulto diáfano dos imortais que continuam mantendo Silêncio para os ouvidos da Humanidade.





No Ocidente, acredita-se que os "donos do mundo" controlam seus semelhantes em virtude da autoridade com que se revestem justificados por direitos de nascimento ou por direitos civis de eleição. Para os orientais, a autoridade de alguns não são realizações terrenas. A "raça humana" é guiada através das Eras pela divina Providência. Os reis e todos os líderes que presidem as grandes, nações em todo o mundo, são eles próprios, governados pela Grande loja Branca [Great White Lodge], uma espécie de Conselho executivo composto de deuses, semideuses e super-homens. Seres que se reúnem a cada sete anos na cidade sagrada de Shamballa, no coração do deserto de Gobi.





O místico oriental diz que a Cidade Sagrada é constituída de uma substância etérica que somente pode ser percebida pelo Olho de Shiva [glândula pineal] desperto. O Templo da Grande Fraternidade Branca localiza-se em uma rocha Azóica [tempo remotíssimo, época da formação das rochas quando, segundo a ciência atual, não existia vida na face da Terra]. Este rochedo é chamado Ilha Sagrada porque, quando o deserto de Gobi era um vasto oceano, somente esta elevação pétrea aparecia, isolada, acima do nível das águas. Esta "ponta de pedra" jamais submergia.
Os filósofos asiáticos [hindus, tibetanos, chineses etc..] reconhecem numerosas mudanças, movimentos, alterações na face do planeta; uma delas é alteração dos pólos. Quando o corpo magmático deste globo começou a esfriar, os pólos solidificaram-se primeiro e, assim, em cada região polar ergueu-se uma ilha. Descendo destas regiões, os mortais do "primeiro sol" [Hiperbóreo] trouxeram ao mundo o germe de cada criatura viva. Quando a Terra atingiu um estágio ecológico de habitabilidade, a vida polar migrou para diferentes áreas continentais.



Sobre a calota do primitivo pólo Norte [que não se localizava no ponto atual] ergueram seu templo e consagraram toda a Ilha com a proteção dos encantamentos mágicos contra as possíveis incursões de vândalos. O lugar foi cercado de espíritos guardiões que assumiram forma de cobras. Eles formam o Anel dos Nagas, as serpentes angélicas. O primitivo pólo Norte situava-se, portanto, no deserto de Gobi. Para os orientais, é um lugar sagrado: morada e lugar de repouso dos imortais, berço onde todos os seres mortais têm sua origem. Cada nova raça ou espécie de ser que aparece na Natureza terrena, aparece, antes, o interior da Mongólia.




A raça ariana, da qual os modernos hindus e os anglo-saxões são sub-raças, surgiram em algum lugar da Ásia central. Embora os antropólogos ocidentais reconheçam essa origem eles não relacionam o fato à crença hindu de que "a Raça" migrou do deserto de Gobi a partir do deserto de Gobi, onde o primeiro homem branco foi gerado.
Roy Chapman Andrews* [1884-1960, norte-americano naturalista, zoólogo, explorador e escritor] em sua expedição de exploração do grande deserto da Mongólia, não encontrou a Sacred Gobina [a Cidade Sagrada] mas verificou o veracidade de muitas das lendas sobre o lugar. Todo o deserto era rico em fósseis e outras evidências de formas de vida extintas e estranhas, provavelmente os mais antigos e bem preservados fósseis do mundo. Os cientistas modernos não saberiam distinguir uma serpente comum dos Nagas, espíritos encarnados na forma de réptil. Mas as cobras estão lá, dezenas de milhares delas, exatamente como descrito na Escrituras Orientais.
Os Mahatmas, "as grandes almas", não são considerados seres que vivem isolados do que acontece entre os homens comuns; ao contrário, estes sábios são membros de uma fraternidade ativa que tem sido chamada de Trans-Himalayan Brotherhood [Irmandade Trans-Himalaica]. Não obstante, reúnem-se secretamente com os "Senhores do Mundo" para definir o destino da Humanidade. Os Mahatmas possuem, supostamente, o poder de separar suas almas dos seus corpos físicos. Enquanto, aparentemente, estão dormindo, sua consciência atravessa rapidamente o espaço. Eles vão para a Ilha Sagrada onde o Grande Conselho de Espíritos acontece. Na Índia muitas pessoas declaram que não apenas conheceram esses Grandes Adeptos mas que estiveram pessoalmente no Templo etérico que brilha e reluz na paisagem como sua cúpula que brilha com todas as cores do arco-íris.

* Roy Chapman escreveu:


Across Mongolian Plains (Atravessando as Planícies da Mongólia), 1921


On the Trail of Ancient Man (Nas Pegadas do Homem Primitivo), 1926


The New Conquest of Central Asia (A Nova Conquista da Ásia Central), 1932


This Business of Exploring (Este Comércio da Exploração), 193

Gengis Khan: O nome do deserto de Gobi é indissoluvelmente ligado à vida e aos feitos do grande general, conquistador e homem-de-estado Gengis Khan, que recebeu o título de "Imperador da Terra". Em seu próprio tempo foi chamado de "Filho de Deus" e vitória marchava com ele e seus exércitos. Gengis Khan viajava em grande mas portátil castelo acomodado sobre as costas de numerosos elefantes. A edificação era equipada de modo a servir de residência, em tempos de paz e como fortaleza, nos dias de guerra.
Quando Gengis Khan avançava à frente de seus homens, sua fortaleza móvel eriçava-se repleta de lanças que choviam sobre o inimigo enquanto os elefantes avançavam destruindo a seus pés todos os obstáculos. Na Ásia, as guerras antigas tinham uma magnitude comparável às guerras mundiais atuais. Existe o registro de uma batalha que escapou das páginas da História. Quatro milhões de homens se enfrentaram no campo. O vitorioso Khan, na época, que era filósofo além de guerreiro, passou como um cometa nas terras da Ásia para desaparecer, como se fosse uma ilusão, no deserto de Gobi. Ele, que nasceu naquelas areias douradas repousa ali, sepultado em uma tumba em ruínas cuja localização somente é conhecida por uns poucos privilegiados.
Nos limites do antigo deserto, entre paredes de rocha e colinas de um lado e areias onduladas de outro, território atravessado raramente por ousadas caravanas, existe um monumento solitário em forma de pirâmide, hoje, decadente.Dentro de uma abóboda de cristal, neste lugar melancólico, repousa o corpo mortal de Gengis Khan, preservado em um misterioso fluido. A lenda popular diz que ele dorme e continuará a dormir na paz do deserto até o grande dia, quando Ásia vai se erguer plena de seu poder e expulsar os poderes opressores.
No advento deste tempo de libertação, o glorioso Khan vai despertar do seu sono milenar e nas areias, nas rochas, nas colinas, os espíritos dos homens de sua horda guerreira responderão ao chamado de seu comandante. Ralas e religião serão esquecidos e as legiões de vivos e mortos somente vão se deter em sua marcha de conquista quando Gengis Khan for, mais uma vez, Imperador da Terra.
Mas naquelas areias do Gobi, não somente o grande Khan espera o momento da ressurreição. Sob as dunas silenciosas repousam, também numerosas civilizações desconhecidas, insuspeitadas. A noite no deserto é insondável como a própria Ásia. Os espíritos dos heróis sepultados aguardam a realização da profecia, quando uma grande luz vai brilhar no deserto de Gobi e da Mongólia surgirá o Mestre dos Homens. Ele virá sozinho, cavalgando a tempestade armado com o poder da areia. E a áspera areia será sua adaga e as serpentes, as cordas de seus arcos. Os guerreiros serão como gafanhotos e o Império de de Khan ressurreto vai perdurar até que as areias desapareçam.



MAIS SEGREDOS DO DESERTO DE GOBI










                                                               Helena Blavatsky



Em seu Glossário Teosófico, a ocultista Helena Petrovna Blavatsky [1831 - 1891] fala deste oceano que, um dia, cobriu a paisagem do Gobi:
Oceano de Sabedoria ─ nome dado a certo reino da Terra, um mar interior. Em épocas remotíssimas, possuía doze centros, em forma de pequenas ilhas que representavam os doze signos do Zodíaco ─ dois dos quais permaneceram por séculos como "signos misteriosos ─ e que constituíam a morada dos doze hierofantes [grandes sacerdotes] e mestres da sabedoria. Tal Oceano existiu, durante séculos, na região em que, atualmente, estende-se o Deserto de Gobi. [BLAVATSKY, ]
Blavatsky menciona o deserto da Mongólia em muitos trechos de seus livros. Eis algumas informações recolhidas em vários volumes:



Annie Besant 



O país fabuloso de Sambhala [Shamballa]: este país fica no deserto de Gobi. Seus lindes [limites, fronteiras] foram parcialmente descobertos por uma expedição americana. Mas não creio que seja encontrada a Ilha Branca, com seu grande templo de mármore branco, onde residem "Os Quatro". É aí que se realiza, a cada sete anos, a grande assembléia... à qual eu tive oportunidade de assistir. [BESANT, Annie. The Theosophist novembro, 1929 ─ p 151 Apud Blavatsky, 2007].


* ANNIE BESANT: 1847-1933
...de acordo com os Purânas, um mar de vinho cerca a ilha de Shambala, ali onde, no céu dos 33 deuses, existe o bosque Shâmali [ou Simbali]. No centro de um lago há um palácio; mas só pode ir lá com o auxílio da magia, isto é, do poder de dirigir o akâsa, de montar o "pássaro dourado".

[Em] The National Geographical Magazine [junho, 1933], Roy Chapman Andrews, em Explorations in The Gobi Desert, fala que em uma planície de cascalho [confirmou a existência e antiguidade] de gigantescas formas de vida, [datando-as em mais de 90 milhões deanos e ruínas de vetustas civilizações que remontam 20 mil anos] quando milhões de "pessoas misteriosas" percorriam o deserto... [BLAVATSKY VI, 2004 - p 228]

Os Filhos de Deus & A Ilha Sagrada









Maha-Chohan 



Do cataclismo que afundou e destruiu a Lemúria sobreviveram os Filhos da Yoga e da Vontade. Essa Raça, que vivia nos quatro elementos: ar, fogo, água e terra, tinha poder ilimitado sobre os elementos; eram os Filhos de Deus, os verdadeiros Elohim [não os que gostaram das filhas dos homens], aqueles que comunicaram à Humanidade os mais estranhos segredos da Natureza e revelaram a Palavra Sagrada, agora perdida.

A ilha por eles habitada, crê-se, existe até hoje [a autora escreve na segunda metade do século XIX], como um oásis rodeado pela espantosa solidão do deserto de Gobi, cujas areais nenhum pé humano jamais palmilhou. Os hierofantes de todos os Colégios Sacerdotais conheciam a existência desta Ilha, porém a Palavra Sagrada só era do conhecimento do "Maha-Chohan" e do chefe de cada Colégio, e era transmitida ao sucessor somente da hora da morte do chefe.





Sanat Kumara 



Não havia comunicação externa com a Ilha, só passagens subterrâneas que se dirigiam aos pontos cardeais, e só conhecidas pelos dirigentes dos Colégios, os Hierofantes. Estes [os hierofantes] eram de duas categorias distintas: os Instruídos pelos Filhos de Deus, da Ilha Sagrada, Iniciados na divina doutrina e aqueles que habitaram a perdida Atlântida. [Estes, atlantes] sendo de outra Raça [que se reproduzia sexualmente de pais divinos] nasceram com uma vista penetrante que devassava o oculto, independente da distância e dos obstáculos. Era a Quarta Raça mencionada no Popul-Vuh [escritura maia].

Melchizedek: Torkom Saraydarian em The Legend of Shamballa também escreve:

O deserto de Gobi era um grande oceano. No meio do oceano existia uma ilha chamada Ilha Branca e todo Aqueles que ali viviam tinham corpos feitos da substância da luz. A radiação dos seus corpos envolvia toda a ilha, que brilhava como um gigantesco diamante incrustado no azul marinho. Ali morava um rei chamado Jovem da Eterna Primavera ou, ainda, Melchizedek, Poderoso Rei da Virtude e da Paz, O Iniciador, o Guerreiro, Rigden Jyepo; e este rei é a Conexão entre o Cosmos e o planeta; ele é Sanat Kumara [SARAYDARIAN Apud HUNTER].

OS Muitos Nomes de Shamballa








Shamballa tem muitos nomes: Terra Proibida, Terra das Águas Brancas [que se refere ao alvos depósitos de sal dos lagos Tsaidam, a leste de Takla Makan],Terra dos Espíritos Radiantes, Terra do Fogo Vivo, Terra dos Deuses Vivos, Terra das Maravilhas, dos Mistérios. Para os hindus é Aryavarsha, onde moram os Devas. Shamballa é o nome em sânscrito e significa Lugar da Paz e da Tranqüilidade [LE PAGE, 1996]. Entre os mongóis, o deserto de Gobi é Shamo Gobi [onde Gobi = deserto], palavra relacionada ao deus Shamos, adorado no Oriente médio com a "estrela negra" [CHILDRESS/SHAVER, 1999].

Pesquisa & texto Ligia Cabús

HALL, Manly P.. The Secrets of Gobi Desert

IN The Mysteries of Asia.

Kessinger Publishing, 2004





Fonte: http://filosofiaimortal.blogspot.com.br/2012/10/os-segredos-do-deserto-de-gobi.html

30 de junho de 2012

A Teoria da Terra Oca

A Terra Oca

As primeiras formulações científicas sobre a teoria da terra Oca surgiram do século XVII pelo astrônomo britânico Edmond Halley, que propunha um planeta formado por camadas concêntricas e espaçadas entre si . Com o passar dos séculos essa teoria serviu de base para diversas obras esotéricas e literárias. Outras teorias propõem que a Terra é um interior habitado por animais superiores , como mamíferos , aves e repteis , e a entrada para esse mundo está localizada nos pólos terrestres .



Com continentes, oceanos e uma vasta natureza iluminadas por um sol interno que é composto por metais extremamente pesados e densos. Segundo os teóricos da Terra Oca, a explicação para esse fenômeno é simples: quando entendemos o movimento de rotação do planeta ,que arremessa a sua massa para longe do centro, da mesma forma que uma máquina de lavar arremessa as roupas para os lados deixando o seu centro oco. Quando a Terra estava sendo formada e seus componentes estavam em estado líquido, os materiais mais pesados foram se concentrando no centro, enquanto que a rotação fez com que os materiais mais leves fossem mandados para mais distante do centro e a medida que o planeta foi se solidificando criou-se um perfeito equilíbrio entre a rotação e a gravidade. As aberturas dos pólos devem-se ao fato de a velocidade de rotação nesses locais ser muito baixa. Sem a rotação a ação da gravidade é muito mais forte e qualquer massa nesses pontos seria atraída para baixo e para os lados. Na latitude de 70° a Terra começa a se curvar para formar as enormes aberturas polares que medem aproximadamente 2000 Km, apenas a rotação da Terra em torno de seu eixo colocaria estas aberturas a 90° graus e não 70º , isso se deve ao fato de outros movimentos de rotação como o da elipse do sol que fizeram com que elas se formassem 20° mais distante.



É por isso que os pólos magnéticos e geográficos não coincidem e os exploradores que buscam o pólo magnético Sul ou Norte , quando chegam á latitude 70° suas bússola apontam para baixo, pensam que estão no pólo magnético mas não estão, estão sob o efeito do anel magnético que cerca as entradas polares.


Mundo Interior



Exploradores como o russo Nicholas Notovich e Nicholas Roerich, viajando pela Ásia central disseram ser comuns histórias sobre o mundo subterrâneo onde os mestres da humanidade viveriam. Um mundo interior com atmosfera, oceanos, continentes, florestas, rios, lagos, uma fonte direta de luz e calor. Estes relatos têm inspirado romancistas, aventureiros e estudos de sociedades secretas. O escritor francês Julio Verne no livro Viagem ao centro da Terra, publicado em 1864, explora esse tema quando seu personagem principal parte para uma expedição ao centro da Terra, encontrando uma região com vida pré-histórica e restos de uma civilização. O escritor americano William Reed, no livroPHANTOM OF THE POLES, publicado em 1906, diz, "a Terra é oca e os Pólos. Há aberturas nas extremidades norte e sul. No interior, estão grandes continentes, oceanos, montanhas e rios,” Já outro escritor americano, em 1920, chamado Marshall B. Gardner, no livro A JOURNEY TO THE EARTH S INTERIOR OR HAVE THE POLES REALLY BEEN DISCOVERED?, apresenta o mesmo conceito da estrutura da Terra Oca defendido por Willian Reed, mas divergindo da crença de um sol central que originaria o fenômeno da aurora boreal. Segundo ele a Terra teria as aberturas polares, e a água dos oceanos que flui através destas aberturas aderiria à crosta terrestre tanto em cima quanto em baixo e o centro da gravidade no meio da parte sólida e não no interior oco. Raymond Bernard, místico e filósofo francês, em seu livro publicado em 1969, que recebeu o nome de TERRA OCA no Brasil, estudou e relacionou as teorias de William e Marshall com exploradores dos pólos principalmente do contra –almirante Richard E. Byrd (aviador americano , pioneiro e explorador polar , que sobrevoou o Polo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida) para tentar provar que a terra é realmente oca , e que em seu interior existe vida animal, vegetal, humana e uma civilização avançada na tecnologia dos discos voadores, cujos integrantes às vezes vêm para a superfície.



Interpretações do diário de bordo do almirante Byrd, transcritas em uma fita de som durante seu vôo de 1947 são um mistério.
Prefácio do Almirante Byrd, grande Chanceler da Ordem de Lafayette e da Cruz do Mérito, Secretário perpétuo da Academia Federal da Marinha Americana e das Ciências.



“Este diário escreverei em segredo e de forma oculta. Contêm minhas anotações sobre meu vôo ártico de 19 de Fevereiro de 1947. Estou certo de que chegará o dia em que todas as suposições e reflexões do homem se dissiparão para converter-se em nada e se terá que reconhecer a irrefutável verdade evidente. Denegaram-me a liberdade de publicar estas anotações e talvez nunca cheguem a luz da opinião pública. Mas eu tenho uma tarefa a cumprir, e o que eu vivi deixarei aqui escrito. Confio que tudo isto possa ser lido, e que venha um tempo em que a ambição e o poder de um grupo de pessoas não possa mais ocultar a verdade”.


"registro de vôo
do livro de Bordo
Campo Ártico, 19 de febrero de 1.947



-Gelo e neve extensos abaixo. Observo uma coloração de natureza amarelenta. Está dispersa em forma lineal ou longitudinal. Altero o curso para examinar melhor este padrão de cor abaixo. Também tem uma cor vermelha púrpura. Circundo esta zona com duas voltas completas e volto ao rumo da bússola.
-Faço de novo uma comprovação da posição com o acampamento base. Retransmito a informação referente a coloração do gelo e a neve abaixo.
-Tanto a bússola magnética como a giroscópica começam a girar e a vibrar. Não podemos manter nosso rumo mediante os instrumentos. Me oriento com a bússola solar e tudo parece bem.
-Os controles respondem lentamente, tem uma qualidade vagarosa. Contudo não tem indicação de formação de gelo.
-A distancia estão o que parece ser montanhas. Transcorreram vinte nove minutos de tempo de vôo e o primeiro avistamento de montanhas não é nenhuma ilusão. Tem montanhas que consistem em uma cadeia pequena que nunca havia visto antes.
-Mudo de altitude a 2.950 pies. Encontrando uma turbulência forte outra vez.
-Cruzamos sobre uma cadeia pequena de montanhas que todavia procedem ao norte como se pode comprovar melhor. Bem depois da cadeia de montanhas está o que parece ser um rio pequeno. Um vale com um rio pequeno que transcorre através da porção central. Não deveria haver um vale verde abaixo.
-Algo está definitivamente incorreto e anormal aqui. Deveríamos estar sobre o gelo e a neve. A Babor tem grandes bosques que crescem ao lado da montanha. Os instrumentos giram todavia. O giroscópio oscila constantemente para cima e para baixo.
-Altero a altitude a 1.400 pés e executo uma curva fechada a esquerda para examinar melhor o vale abaixo.
-É verde como musgo ou um tipo de erva firme. A luz aqui parece diferente. Não posso ver o Sol mais.
-Fazemos outro giro a esquerda e detecto o que parece ser um grande animal abaixo. Parece ser um elefante, não, parece um animal como um mamute! Isto é incrível, mas aí está.
-Baixamos de altitude a mil pés e pego os binóculos para examinar melhor o animal. Está confirmado, definitivamente é um animal gigantesco como um mamute. Informo isto ao acampamento base.
- Encontro mais colinas verdes onduladas.
-O indicador externo de temperatura marca 74 graus Fahrenheit (23º Centígrados). Continuo em nosso encabeçamento agora. Os instrumentos de navegação parecem normais agora. Desconcertam-me suas ações.
-Intento entrar em contato com o acampamento base. O rádio não funciona.
-Começa a fazer calor. O indicador nos diz que estamos a 74 graus Fahrenheit (aprox. 23º C). Mantemos nosso curso.
-O campo está mais nivelado que o normal, sim é certo o terreno abaixo fica cada vez mais plano. Não sei se me expresso corretamente, mas tudo da uma impressão de completa normalidade.
-Na continuação detectamos o que parece ser uma cidade. Diante de nos se levanta com absoluta claridade uma cidade!!! Isso é impossível!
-O avião parece leve e estranhamente sustentado. Os controles rejeitam responder. Meu Deus, fora de nosso porto e na casa de estribor tem um tipo estranho de avião, se aproximam rapidamente ao nosso lado!
-Têm forma de disco e uma qualidade radiante neles, irradiando um brilho próprio. Estão bastante próximos agora e posso ver as marcas neles.” É um tipo de cruz esvástica. Isto é fantástico! Onde estamos? Que sucedeu?
-Intento os controles outra vez. Não respondem. Estamos presos em um parafuso de agarre invisível de algum tipo.
-Nosso rádio emite uns estalidos. Uma voz nos fala em língua inglesa.
-A voz tem leve sotaque alemão ou nórdico: “BEM VINDO A NOSSO TERRITÓRIO, ALMIRANTE”!!!
-”Em exatamente sete minutos lhe faremos aterrissar. Por favor, relaxa almirante, está Vs. em boas mãos.”
De aqui em diante nossos motores deixam por completo de funcionar. O controle de todo o avião está em mãos alheias.
-O avião gira em torno a si mesmo.
-Nenhum instrumento reage.
-Recebemos precisamente outra comunicação por rádio, que nos prepara para a aterrissagem.
-Na continuação começamos sem demora com a aterrissagem.
-Através de todo o avião passa um suave tremor quase que imperceptível.
-O avião baixa até o solo como um imenso e invisível elevador.
-Levitamos de maneira totalmente suave até aí.
-O contato com o solo quase não se nota. Somente um ligeiro e curto choque.
-Faço minhas últimas anotações de bordo a toda pressa.
-Se aproxima um pequeno grupo de homens até nosso avião. Todos eles são bem altos e tem cabelos claros. Mais atrás vejo uma cidade iluminada. Parece resplandecer nas cores do arco-íris. Os homens estão aparentemente desarmados. Não sei o que agora nos espera. Claramente, uma voz me chama por meu nome e me ordena abrir. Obedeço e abro a porta de carga.


Aqui terminam as anotações em meu livro de bordo. Tudo o que escrevo agora é de memória.

- É indescritível, mais fantástico que toda a fantasia, e se eu mesmo não houvera vivido, qualificaria de completa loucura. Nós dois, meu operador de rádio e eu, somos conduzidos para fora do avião e cumprimentados com amabilidade. Então, nos conduzem a um disco deslizante, que aqui utilizam como meio de locomover. Não tem rodas. Com enorme rapidez nos aproximamos da brilhante cidade.

29 de maio de 2012

Terra Oca

Interessante entrevista sobre a Terra Oca, segue a dica para quem se interessa sobre o assunto.
Grande abraço a todos.
Pri

Descrição do video:

Entrevista reveladora em forma apresentação de slides contendo fotos de satélite, vídeos e muitas outras evidências e explanações que revelam que os planetas de fato são ocos.

Entrevista realizada em Português.

Dean é americano e nasceu em Bethesda, Maryland. Estudou Administração de Empresas na Universidade de Baltimore, e mais tarde completou um curso de dois anos de tradução da Universidade Católica de São Paulo. Ele tem mantido um interesse ao longo da vida em práticas indianas, filosofia hindu e espiritual, o que levou-o a conhecer a astrologia védica. Iniciou seus estudos em 1981 sob Nalini Kanta Das ou "Tom Hopke", e tem sido um estudante e praticante da arte desde então. Seus artigos foram publicados em duas revistas de Bangalore, a revista "O Astrológico" e "Astrologia Moderna". Dean também escreveu um livro chamado "Astrologia Vedica" e participou também do Red Ice Radio Show da Suécia.


ANIMAÇÃO EM 3D SOBRE A TERRA OCA



Animação em 3D feita pelo usuário nieslighting [vídeo original:http://www.youtube.com/watch?v=ubKFmIDBMjU]

Versão traduzida e com algumas referências.
Teoria da Terra Oca, não se trata de assunto ou especulação recente,
trata-se sim de uma antiga e mais do que óbvia possibilidade, apenas permeada de dúvidas, pois segundo nosso sistema atual, convém.

Videos de referência: http://www.youtube.com/watch?v=ExgAbZV6RuA
___
Análises de crateras e reação do orbe devido ao impacto (em inglês): www.hollowearththeory.com/articles/impactCraters.asp
___
Animação da Terra Oca e sua expansão (em inglês):http://www.hollowearththeory.com/articles/expandingEarthAnimation.asp

13 de março de 2012

Ovnis, Manipulação, Terra Oca e por ai vai...

Dr Ernesto Bono, escritor, medico e ufólogo a mais de 50 anos, fala da grande manipulação extraterrestre que acontece a milênios no nosso planeta, fala sobre a Terra Oca e a civilização perdida de Akakor aqui no Brasil, dentre outros assuntos.
Vale a pena assistir
Abs
Pri





AKAKOR A CIDADE PERDIDA DA AMAZÔNIA


Você sabia que que o Brasil possui uma "civilização perdida"? Se não... conheça Akakor.


 
 
 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

24 de fevereiro de 2012

Terra Oca e Intraterrenos 1 - Serra do Roncador

UMA CIDADE SUBTERRÂNEA NAS SELVAS DO BRASIL


No imenso estado brasileiro de Mato Grosso (901.420 Km ²), se esconde um enigma de proporções similares a geografia que enfrentamos. Na parte de suas chapadas ―um terreno em verdade complicado, com zonas baixas e pantanosas―, no coração das denominadas Serras do Roncador, se encontra um mundo perdido que se protege diante de sua indócil selva e as flechas dos guerreiros índios do Parque Xingú. Um cenário que parece ter sido extraído de um filme de ficção científica. Não obstante, ao dar uma olhada nesta paisagem, é inevitável associá-lo com o mistério do Paititi. Ainda mais ao encontrar claros indícios que aponta a uma raça de seres superiores que viveriam nas entranhas da Terra (outros pontos no mundo tambem mencionam) e que estariam custodiando a “verdadeira historia da humanidade, sua origem e missão”. Uma historia fascinante mas ao mesmo tempo
difícil de crer. Será possível?
Há muito tempo se mencionou a zona do Roncador como um lugar que “esconde” uns dos ingressos a esse místico e esquivo mundo subterrâneo. Um ponto no mundo que é rico em diversas lendas e, também, em mistérios. Não em vão, que em 1925, o investigador George Lynch salientou na prestigiosa revista Science at Vie que em Mato Grosso se encontra a origem de todas as civilizações do ocidente.

9 de fevereiro de 2012

Terra Oca - Agartha


AGARTHA

Milhares de pessoas no mundo acreditam na existência de uma civilização espiritualmente avançada que vive em um mundo subterrâneo, dentro das partes ocas da Terra. Um desses mundos subterrâneos se chama Agartha. A capital de Agartha é Shambala. E Shambala é parte de uma grande tradição de origem bon-po, budista tibetana e tântrica. Segundo a tradição de Agartha, existem sete entradas no Planeta que dão acesso a este misterioso mundo habitado por seres altamente desenvolvidos. Das sete entradas, três estão perto de nós.

As Cataratas do Iguaçu é a entrada que mais facilmente pode ser identificada. Como sabemos, o que chamamos hoje de Mato Grosso corresponde a dois estados da federação brasileira. Mas o Mato Grosso de Agartha pode ir além desses dois estados e incluir o que chamamos de estados de Goiás e Tocantins e parte de Rondônia (lembremo-nos que originalmente, o que os portugueses chamaram de Mato Grosso era a atual Rondônia. Mato Grosso se referia à Floresta de Árvores grandes – mato grosso para os portugueses).

Todos sabemos que esta extensa região chamada de Mato Grosso é mágica. A partir do atual estado de Mato Grosso do Sul, o subsolo é uma enorme província de cavernas. Algumas destas cavernas são conhecidas e exploradas turisticamente como o caso daquelas que ficam nas Serras da Bodoquena onde estão as cidades de Bonito, Bodoquena, Jardim, e Guia Lopes da Fronteira entre outras. Outras cavernas são exploradas por maneiras mais agressivas de indústrias o que é o caso de fábricas de cimento como na Serra da Bodoquena e mineração no Morro do Urucum (MS) ou Serra dos Carajás. Toda a região deste Mato Grosso extenso contém não só uma mas, talvez, muitas entradas para Agartha.

Terra Oca




 



Apresentando Evidência Científica, Baseada em Explorações do Ártico, para Provar, pela Primeira Vez, que a Terra é Oca, com Aberturas nos Pólos .

Em 1906 apareceu o primeiro livro que forneceu prova científica de que a velha concepção da estrutura da Terra era falsa e que esta, em vez de ser uma esfera sólida, como comumente presumido, é realmente oca, com aberturas nos pólos. Fosse este livro criado pela imaginação do autor, poderia ele ser desprezado como um trabalho de ficção científica, mas uma vez que se baseia numa extensa bibliografia, representativa de relatórios de exploradores árticos, merece ser encarado mais seriamente. 

 

Este livro foi publicado em Nova York e escrito por William Reed. Seu título era The Phantom of the Poles, e asseverava que os Pólos nunca haviam sido descobertos, porque não existem. Reed assevera que, nos locais onde os Pólos Norte e Sul são supostamente localizados, existem grandes aberturas polares, das quais os pólos são o centro, razão pela qual jamais podem ser alcançados por qualquer explorador .

O livro de Reed foi escrito quatorze anos antes do de Marshall Gardner, que foi quem asseverou que a Terra não era somente oca, mas que havia um sol central no seu interior. Reed, entretanto, não incluiu este sol central na sua teoria, mas acreditou que as temperaturas mais altas nas regiões dos pólos eram devidas a vulcões ativos nas aberturas polares, os quais são a origem da poeira que os exploradores árticos notaram. Passaremos agora a citar o livro de Reed. Na página 282 diz ele:

"A Terra é oca ou não o é. Que provas se têm de que não seja oca? Nenhuma que seja de todo positiva e circunstancial. Ao contrário, tudo indica que sejaoca. Se assim é e se existem vulcões ativos no seu interior, não se veriam grandes luzes refletidas nos icebergs e nas nuvens, do mesmo modo que outras luzes são refletidas? Não seriam vistas grandes nuvens de fumaça e poeira — da mesma maneira que de qualquer outro vulcão ativo? Isto é o que os exploradores árticos têm observado — nuvens baixas e escuras elevando-se do oceano ou das beiradas de gelo. Nansen (um explorador ártico), disse: 'Vamos voltar para casa! Para que permanecermos aqui? Somente poeira, poeira e poeira!'

De onde poderia vir tal poeira — tão desagradável que era uma das grandes irritações no coração do oceano Ártico, senão de um vulcão ativo em explosão (na abertura polar)?

Se a Terra fosse oca, não seria mais quente no inverno e mais fresca no verão (quando se entra nas aberturas polares)? Os exploradores árticos dizem que o vento norte no inverno eleva a temperatura, enquanto o vento sul a abaixa.

Em oposição, o vento sul eleva a temperatura no verão, enquanto o vento norte a abaixa. Isto é exatamente o que ocorreria se os ventos viessem do interior da Terra. De novo, se a terra é oca não pode ser redonda, visto que a abertura diminuiria, do seu arredondado, em proporção com o tamanho desta abertura. Todos agora concordam que a Terra se achata nos pólos. Também fica mais quente quanto mais se vai para o norte ou para o sul. Por que ocorre isto?

Há apenas uma resposta, e esta é que a Terra é oca e é mais quente no interior do que no exterior. À proporção que o vento sai, no inverno, ele aquece a atmosfera. Se a terra é sólida, nem a ciência nem o raciocínio podem fornecer uma teoria racional que explique por que fica mais quente à proporção que se vai para o norte. Todas as teorias conhecidas são contra uma tal conclusão. Logo que se adota a crença de que a Terra é oca, as perguntas mais embaraçosas são facilmente respondidas, a mente fica satisfeita, e o triunfo do raciocínio lógico chega como um prazer que jamais pode ser esquecido.

Este volume não foi escrito para entreter aqueles que lêem por distração, mas sim para afirmar e provar, tanto quanto provas possam ser estabelecidas, certas verdades importantes até agora não compreendidas. Uma única chave abrirá todos estes mistérios. Os problemas a serem solucionados são os seguintes:

1. Por que é a Terra achatada nos pólos?

2. Por que os pólos nunca foram alcançados?

3. Por que o sol fica por tanto tempo invisível, no inverno, perto dos pontos mais afastados ao norte e ao sul?

4. Que é que ocasiona a Aurora Boreal?

5. Onde são formados os icebergs e como?

6. Que é que produz as ondas de maré no Ártico?

7. Por que os meteoros caem mais freqüentemente próximo dos pólos e de onde vêm eles?

8. Que é que ocasiona a grande pressão de gelo no Oceano Ártico, durante a maré baixa e tempo calmo?

9. Por que há neve colorida na região ártica?

10. Por que é mais quente perto dos pólos do que distante deles de 900 a 1.600 quilômetros?

11. Por que o gelo no oceano Ártico é freqüentemente cheio de rochas, saibros, areia, etc.?

12. Por que a bússola não funciona perto dos pólos?

Caso seja eu capaz de responder razoavelmente às perguntas acima — com respostas que satisfaçam a qualquer pessoa inteligente — o público admitirá, acredito, que cumpri minha tarefa.

8 de fevereiro de 2012

A Terra da Rainha Maud (Dronning Maud Land em norueguês)






A Terra Oca, ridicularizada como sempre pelos pretensos sábios, teve uma espantosa reviravolta quando em 1970 o satélite ESSA-7 – lançado pela Administração de Serviço de Ciência do Meio Ambiente do Departamento de Comércio dos EUA -obteve uma espantosa fotografia, numa raríssima ocasião em que o Pólo Norte estava sem a sua densa e impenetrável cobertura de nuvens: nela se vê, nitidamente, uma enorme abertura exatamente na região central-superior da esfera em que habitamos há tanto tempo e, no entanto, ainda nos é totalmente estranha e desconhecida! Podemos, de fato, pensar (e não duvidemos disso!) que até mesmo as calotas polares sejam um excelente disfarce para tais entradas onde os OVNI teriam as suas bases secretas. Possivelmente, em tempos muito recuados, alguma raça desconhecida teria feito um excelente trabalho de engenharia, colocando, por exemplo, por sob a espessa camada de gelo dos Pólos uma fantástica espécie de entradas móveis, as quais periodicamente se abririam quando delas necessitassem. E, em complemento, reunindo assim o útil ao agradável, que melhor tipo de camuflagem natural do que as eternas nuvens que os cobrem?

A impressionante foto obtida pelo satélite ESSA-7 mostrando a misteriosa abertura no Pólo Norte. -Nesse particular, seria importante lembrar que em fevereiro de 1947 uma missão militar norte-americana denominada High Jump, sofreu pesadas baixas em

aviões e soldados, devido a uma “força misteriosa” que literalmente os impediu de se estabelecerem, ou talvez bisbilhotarem, por aquelas bandas, dessa feita no Pólo

Sul. O próprio almirante Byrd, naquele mesmo ano, declarou a um jornal de Chicago que “resulta em uma verdade muito amarga admitir, mas em caso de um novo conflito bélico, podemos ser agredidos por aeronaves que têm a capacidade de voar vertiginosamente de um Pólo ao outro. Precisamos tomar medidas urgentes e adequadas para interceptar

tais aeronaves inimigas, provenientes das regiões polares. Especialmente interessa e necessitamos cercar a Antártida com uma zona de defesa e segurança”. A coisa se torna mais reveladora quando se sabe que, bem antes disso, precisamente em 1938, os nazistas

descobriram na Antártida, em uma local para além da posição geográfica conhecida como Terras da Rainha Maud, uma região sem céu, com lagos e dotada de um acesso cujo diâmetro era de 30 milhas (cerca de 48,5 quilômetros!). Várias equipes militares e científicas do Terceiro Reich foram para lá enviadas, destinadas a se estabelecerem, ou manterem contato com aquelas entidades, obviamente alienígenas, que lá estivessem estabelecidas – bem naquelas “promissoras” terras as quais denominaram de NEU-SCHWABENLAND. O certo é que os nazistas estiveram sofregamente à busca

do auxílio alienígena no Brasil, Tibet e finalmente no Pólo, onde parecem ter obtido algum êxito. Talvez bastante êxito! Sabe-se que estavam, inclusive, desenvolvendo um “pires voador” (baseado na tecnologia dos OVNI), como também a bomba nuclear, os caças supersônicos, os mísseis (que chegaram a utilizar nas bombas V-1 e V-2), foguetes para viagens espaciais e outras demonstrações de uma ciência tecnológica que não era da sua época e do seu tempo e que, sem dúvida alguma, foi fornecida pelos tais “superiores desconhecidos”, obviamente os pervertidos e não os verdadeiros, que tanto reverenciavam.

Suspeitas muito fortes dão conta de que talvez ainda hoje os remanescentes do Terceiro Reich, controlados por um grupo de elite da SS mantidos ainda vivos através de avançadas técnicas científicas alienígenas e cuja denominação seria ULTRA, estariam em atividade

precisamente no Pólo Sul, conjuntamente com os alienígenas do tipo grays, ou cinzas, e, diz-se, com a conivência do aparato de encobrimento norte-americano, todos associados a um certo tratado de cooperação Terra-Aliens, que somente atenderia aos seus escusos interesses e que decididamente não é nada benéfico para os habitantes deste pequeno planeta. Um verdadeiro, e além de tudo espúrio, domínio temporal do nosso mundo!
 

A FENDA DE THULE









A capital da Hiperbórea, segundo as tradições, era Thule. Que, entre os antigos, representava o extremo limite setentrional do mundo conhecido, de onde veio o seu nome de Ultima Thule.
A capital dos Hiperbóreos ocupava por conseguinte uma situação chave que sugeriu uma interessante tese a Guy Tarade, presidente do CEREYC de Nice.
Segundo Guy Tarade os pólos eram as “Portas do Cosmos” isto é, as duas chaminés de evasão do nosso globo onde inflectem as cinturas de Van Allen, cujas camadas radioativas são temidas pelos cosmonautas.
De resto, o mesmo dizia o patriarca Enoch, que antes do dilúvio, visitava o país dos primeiros pais iniciadores vindos do céu, portanto cosmonautas.
Essas chaminés na cintura de Van Allen seriam, segundo Guy Tarad, o caminho de chegada e de partida dos iniciadores antigos. Que se essas cinturas de partículas já não nos protegessem, a Terra seria submetida a um bombardeamento cósmico gerador de transmutações perigosas.
Felizmente elas estão lá, bem colocadas no seu lugar pelo campo magnético terrestre.
Ora, um grito de alarme foi lançado no Congresso Oceânico de Moscou, em Maio de 1966, pelos físicos americanos Heezen e Bruce. Estes sábios tinham verificado pelo estudo das “bússolas fósseis” do fundo dos mares que outrora se produzia uma inversão total dos pólos e que o magnetismo atual estava em vias de degradação. Segundo os seus cálculos, dentro de dois mil anos ele não existiria mais, e longas séries de cataclismos poriam em perigo a evolução normal das espécies do nosso globo.
 Pode-se imaginar que foi por uma razão análoga que uma humanidade extraterrestre foi outrora forçada a emigrar e que, temendo uma repetição do fenômeno, tenha escolhido o pólo norte da Terra para aí se instalar.
Acresce que, se esses viajantes do espaço – que chamamos Hiperbóreos – eram detentores de uma ciência superior á nossa, o que é provável, eles recebiam dessa posição chave a possibilidade de (captar) no sistema nervoso do globo – as correntes telúricas  - uma energia capaz, em certa medida, de condicionar o comportamento humano.
É exatamente o que, nos nossos dias, se passa com a televisão, que modela, conforme o arquétipo de cada nação, o comportamento psicológico dos telespectadores.
A situação geográfica dos Hiperbóreos permitia-lhes, nesse aspecto, serem verdadeiramente os Senhores do Mundo.

Pensa-se que uma guerra atômica, relatada pelos Maias e os Hindus, os fez enfrentar os civilizadores orientais da Terra de Mu, residindo a origem do conflito, sem dúvida, no pólo norte.
É perturbador verificar-se que ainda nos nossos dias, duas grandes potências atômicas, uma situada parcialmente sobre a antiga Atlântida, e a outra englobando territórios da antiga Terra de Mu, disputam a posse do Pólo Norte, cuja capital, no nosso século XX, ostenta milagrosamente o nome de Thule!
Também a Terra possui os seus cromossomas – memórias, e o que foi é idêntico ao que há - de ser.

FONTE: Titulo original: LE LIVRE MYSTEIREUX INCONNU, Robert Lafount, 1969
LIVRARIA BERTRAND, S.A.R.L.- Lisboa
         

14 de novembro de 2011

O mistério do Barranco de Badajoz !


Em meados de 1912, escavadores trabalhavam em busca de água em uma região chamada de Barranco de Badajoz em Guimar na Ilha de Tenerife território Espanhol. Eles escavavam em longas e profundas cavernas quando um acidente assustou a todos os escavadores presentes, este acidente ocasionou em um desabamento revelando algo até então nunca visto por nenhum eles.

O desabamento deu aceso a uma enorme galeria onde seres até então nunca vistos foram encontrados de forma inesperada, uma vestimenta branco cobria as suas peles também de cor branca que ao olhar humano parecia ser fosforescente. Os trabalhadores puderam observar ao total de 3 seres de igual aspecto se juntando e aproximando dos mesmo, os trabalhadores ficaram surpresos com cujo acontecimento e sairam correndo abandonando assim a mina e as escavações que os levaram a tal descoberta.

Correram prontamente até a base mais próxima da Guarda Civil e relatam o ocorrido aos policias que estavam de plantão que imediatamente tomaram o local vasculhando em busca desses seres nunca antes vistos, para a decepção dos trabalhadores nada foi encontrado e todo o local estava novamente fechado não dando lugar a enorme galeria subterrânea que havia sido encontrada.


As autoridades desestimularam o caso não dando sequencia as investigaçãoes acabando por abafar o insólito acontecimento. Mais tarde existiu quem afirmasse que alguns trabalhadores disseram que os seres ao qual tiveram contato tentaram lhes mostrar onde havia água, porem, os escavadores se assustaram com esse contato e a tentativa amistosa de comunicação pelos seres foi frustrada.

Outro acontecimento que intrigou a todos os moradores locais foi um que teve como protagonista uma jovem menina, seu pai a deixou sair para pegar frutas, brincar e a garota desapareceu. Cinquenta anos depois ela reapareceu como se nada houvesse acontecido, estava da mesma forma que havia sumido, mesma idade, roupa intacta e as investigações deste insólito acontecimento também foram desestimuladas pelas autoridades, até hoje existe um ponto de interrogação que assombra os moradores da região que buscam não serem incomodados.

No dia 1 de julio de 1991 um grupo de pesquisadores e cientistas conseguiram fotografar algo que os intrigou, ao subirem pelo Barranco de Badajoz o grupo escutou um estranho barulho e um dos pesquisadores tirou uma foto direcionada ao nada já que a escuridão da noite tomava o local. Ao verem o que havia saído na foto perceberam que algo nada convencional os incomodava, muitos apelidaram tal imagem de ¨O ser Alado¨, foi uma das fotos mais inquietantes feita até hoje neste mistérioso local.



Existe o conhecimento que assim como em outros lugares do planeta os Nazistas a mando de Hitler estiveram na região fazendo pesquisas e buscando possíveis portais dimensionais que os poderiam levar até a uma cidade perdida habitada por seres de elevado conhecimento.

Alguns pesquisadores acreditam que Hitler também poderia estar atras de algum talismã, a foto retirada por Francisco padrón Hernãndez de um objeto encontrado em 28 de julho de 1991 pode nos delatar objetos do qual Hitler tanto almejava ter em mãos.

O assunto foi consultado pelos Maestros que estão em contato conosco por intermédio de capacitados médiuns que nos revelaram o que ocorre no misterioso local. De fato no local existe uma movimentação extraterrestre e se não bastasse isso uma porta dimensional que permite viagens no tempo vem causando alguns acidentes como o desaparecimento e reaparecimento repentino de pessoas com intervalos de tempo. Este portal não é usado para a abdução de seres humanos porque essa raça ainda não possui tecnologia para manejar cujos portais, porem, as abduções de nos seres humanos feitas por esses seres estão sendo feitas pela teletransportação.
Afirmam de fato que o caso da garota que desapareceu e reapareceu foi real porque ela passou pelo portal do tempo no ano de 1905 a levando reaparecer exatamente 53 anos depois no ano 1958. Este portal não fica em um local fixo e por isso pode ser aberto e encontrado por qualquer um em qualquer parte do nosso planeta e universo.

6 de outubro de 2011

O Enigma das Crianças Verdes






Numa tarde de agosto de 1887, perto da aldeia de Banjos, na Espanha, camponeses trabalhavam em um campo quando viram sair de uma caverna duas crianças, um menino e uma menina, cujas roupas eram feitas de um tecido que eles não conheciam e cuja pele tinha o mesmo tom verde das folhas das árvores. Esse seria um bom começo de aventura de ficção cientifica, mas o acontecimento realmente ocorreu. As crianças se exprimiam em linguagem inteiramente desconhecida. Especialistas vindos de Barcelona tentaram em vão identificar essa linguagem e analisar o tecido das suas roupas. Entre eles, um sacerdote, versado nas línguas estrangeiras, também não chegou a identificar a língua falada pelas crianças. Crianças de outra dimensão? As duas crianças foram levadas ao juiz de paz local, Ricardo de Calno. Ele tentou tirar a cor verde da pele das crianças, mas não se tratava de nenhuma pintura, e sim da verdadeira pigmentação da sua pele. Observou-se que as crianças apresentavam, em seu rosto, alguns traços negróides, mas os olhos, de forma mais asiática, eram amendoados. Durante cinco dias foram-lhes oferecidos os mais diversos alimentos, que eles recusaram sem exceção. Finalmente trouxeram-lhes feijões recentemente colhidos que eles concordaram em comer. O menino, muito debilitado, morreu. Ao contrário, a menina sobreviveu. A cor verde de sua pele desapareceu gradativamente, cedendo lugar a um tom normal para um ser da raça branca. Ela aprendeu um pouco de espanhol e trabalhou como empregada doméstica na casa do juiz. Quando a interrogaram, suas declarações não fizeram mais do que aumentar o mistério. Ela descreveu a região de onde vinha: um país sem sol, onde reinava um crepúsculo permanente. Esse país era separado, por um grande rio, de outro país luminoso, iluminado pelo Sol. Houve, bruscamente, um turbilhão acompanhado de terrível ruído, que arrebatara as duas crianças e as depositara na caverna. A menina viveu ainda cinco anos, e depois morreu. O problema ficou sem solução. No fim do século XIX, foram propostas explicações que se aproximavam da mitologia da época: as crianças teriam vindo do planeta Marte que então se acreditava habitado e fora a fraca iluminação solar desse planeta que lhes teria dado essa pigmentação verde. Mas, nós sabemos agora que tanto Marte, como a Lua, é praticamente sem atmosfera, e nenhuma vida, humana ou sob qualquer outra forma, pode ali existir. Por outro lado, é difícil imaginar-se um tufão nascendo em Marte para depositar seres sobre a Terra. É conhecida a existência de crianças azuis: trata-se de uma doença que já se tomou clássica. Parece que existem também crianças verdes, cuja cor é devida a uma outra moléstia, mais rara que a doença azul, e de origem endócrina. Seria tranqüilizador pensar que alguém, por motivos desconhecidos, e talvez por superstição, havia abandonado as duas crianças verdes na caverna. A dificuldade é que nenhum traço de desaparecimento foi registrado, na época, nos hospitais. É inútil insistir em hipóteses mais modernas que incluem a quarta dimensão, ou a existência de ondas paralelas. É a mitologia de hoje, que não corresponde, talvez a uma realidade como a crença, tão difundida no século XIX, de que Marte era habitado. A hipótese de um mundo subterrâneo não é, a priori, absurda, mas carece inteiramente de comprovação. Nada permite acreditar que existem, em consideráveis profundidades, cavernas habitadas. Essa hipótese é periodicamente levantada, mas parece anulada pelo que se conhece da estrutura da crosta terrestre. É possível que nesse domínio se revelem coisas surpreendentes e que as numerosas tradições e lendas relativas a mundos subterrâneos (entre as quais a tradição escandinava do hadding land, ou terra escondida, é particularmente pormenorizada) correspondam a uma realidade. Mas, no estado atual das coisas, isso parece bastante improvável. Restam muitas outras hipóteses, entre as quais uma que corresponde às diferentes hipóteses deste livro: a presença dessas crianças verdes seria o resultado de uma experiência destinada a provocar reações entre os seres humanos. Se fosse esse o caso, as reações provocadas foram praticamente nulas. Quando se trata de fatos realmente desconcertantes, as pessoas não se mostram muito curiosas, é o relato da história das crianças verdes não se encontra a não ser em registros obscuros feitos por colecionadores de coisas estranhas.



Fonte: http://www.sobrenatural.org/noticia/detalhar/1396/o_enigma_das_criancas_verdes/