Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

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Bons estudos
Pri

26 de agosto de 2013

Os Sóis de Deus*

*(trocadilho em inglês – suns-sóis, sons-filhos)

Capítulo retirado do livro: O Maior Segredo - David Icke

Nada tem servido mais a Agenda reptiliana do que a religião. Ainda hoje na América, a religião controla as mentes e demarca o pensamento do movimento patriota cristão, visto através de muitas outras cortinas de fumaça e se identificado com muitos aspectos da conspiração da Fraternidade. O que eles não podem encarar, contudo, é que sua própria religião é uma parte sólida desta conspiração.
Isto não é condenar todas as pessoas que se denominam cristãs. Há muitos que expressam uma espiritualidade amorosa através de suas crenças cristãs. Eu estou falando das instituições do cristianismo e sua arrogante doutrinação e imposição de sua visão desesperadamente limitada da vida que têm criado uma prisão mental para literalmente bilhões de pessoas por quase 2.000 anos. Todas as principais religiões, hinduísmo, cristianismo, judaísmo e islamismo, provieram da mesmíssima região do Oriente Próximo e Médio da qual a raça ariana e as linhagens répteis emergiram depois do cataclismo de talvez 7.000 anos atrás. Estas religiões foram esquematizadas para aprisionar a mente e tragar as emoções com medo e culpa. Elas foram baseadas geralmente em alguma figura „deus-salvador‟ como Jesus ou Maomé e somente acreditando neles e seguindo seus comandos nós podemos encontrar „Deus‟ e sermos salvos. Isto é precisamente o que os sacerdotes babilônicos diziam sobre Nimrod quando o esquema e controle-pela-religião estava sendo moldado na Babilônia. Aqueles que recusam acreditar nesta porcaria são condenados a alimentar os fogos do inferno por toda a eternidade. Hesitantemente, bilhões sobre bilhões têm caído neste esquema por milhares de anos, e ainda caem. Tudo bem se eles querem vender barato suas mentes e suas vidas, mas muitos insistem que todo mundo deve fazer o mesmo e isso não é bom. Não é bom gravemente. A maior parte das pessoas, lendo este livro, será de partes do mundo dominadas pelo cristianismo e judaísmo e assim, tomará estes como o principal exemplo de como estórias simbólicas tornaram-se verdades literais e como a manipulação dessas estórias têm produzido a mais poderosa forma de controle da mente em massa já inventada. Para compreender o verdadeiro background (segundo plano) das religiões, nós precisamos apreciar a base de toda religião antiga, retroagindo aos fenícios, aos babilônios e além. Era o Sol. A hierarquia focalizava no Sol porque, como eu destaquei anteriormente, eles compreendiam seu verdadeiro poder como um surpreendente gerador de energia eletromagnética que está afetando nossas vidas e comportamento a cada segundo de cada dia. O Sol contém 99% da matéria deste sistema solar. Somente pense sobre isso. O Sol é o sistema solar e quando ele muda nós mudamos. Compreendendo estes ciclos solares, e a natureza das mudanças da energia que ele projeta, permite a você antecipar como os seres humanos ficam mais prováveis para reagir aos vários eventos de diferentes períodos. Como com os textos que formam a base das várias religiões, há dois níveis de conhecimento na adoração ao Sol. No mundo antigo a hierarquia focalizava no Sol porque sabia de seu efeito em nível profundo, enquanto as massas idolatravam o Sol porque seu calor e luz tinham um óbvio e crucial papel em assegurar uma colheita abundante. Do mesmo jeito, um iniciado do conhecimento esotérico lerá a bíblia diferentemente de um crente cristão ou judeu. O iniciado reconhecerá o simbolismo, a numerologia e os códigos esotéricos, enquanto o crente toma o texto literalmente. Assim, o mesmo texto, faz as vezes de um meio de passar adiante conhecimento esotérico para o iniciado e cria uma prisão-religião para as massas que não são iniciadas. Grande esquema.


Figura 13 O antigo símbolo para o ciclo anual do Sol da qual tantos símbolos e estórias simbólicas se originaram. Você pode ver este símbolo nas retratações de Barati e Britânia abaixo


A retratação fenícia de Barati (direita) e o símbolo britânico de Britânia. Elas são a mesma divindade e nomes alternativos para Rainha Semiramis na Babilônia e Ísis no Egito.

Compreender o antigo simbolismo do Sol é compreender as principais religiões. No mundo antigo eles usavam um símbolo especial (veja Figura 13) para a jornada do sol através do ano. Como veremos em um capítulo mais adiante, este é ainda um símbolo fundamental usado pela Fraternidade Babilônica. Ele simboliza tanto as representações fenícias de Barati quanto estava no escudo de sua expressão britânica, Britannia (Britânia). Os antigos tomaram o círculo do zodíaco (uma palavra grega significando círculo animal) e inseriram uma cruz para marcar as quatro estações. No centro da cruz, eles colocaram o Sol. Muitas das divindades pré-cristãs são ditas como nascidas em 25 de dezembro por causa deste simbolismo. Em 21-22 de dezembro, você têm o solstício de inverno quando, no hemisfério norte, o Sol está no seu ponto mais baixo de seu poder no ciclo anual. O Sol, os antigos diziam, tinha simbolicamente „morrido‟. Perto de 25 de dezembro, o Sol tinha demonstravelmente iniciado sua simbólica jornada de volta ao verão e o pico de seu poder. Os antigos, portanto, diziam que o Sol „nascia‟ em 25 de dezembro. O natal cristão é meramente um festival pagão renomeado, como de fato o são todos os festivais cristãos. Páscoa é um outro. Por volta de 25 de março, a antiga data fixada para Páscoa, o Sol entra no astrológico signo de Áries, o carneiro (ram), ou o cordeiro (lamb). Nesta época os antigos costumavam sacrificar cordeiros porque eles acreditavam que isto apaziguaria os deuses, mais notavelmente o deus Sol, e asseguraria colheitas abundantes. Em outras palavras eles acreditavam que o sangue do cordeiro significaria que seus pecados seriam perdoados.
Na antiga Babilônia, era dito que Tammuz, o filho da Rainha Semiramis, foi crucificado com um cordeiro aos seus pés e colocado em uma caverna. Quando uma rocha foi rolada para fora da entrada da caverna três dias depois, seu corpo tinha desaparecido. Eu definitivamente escutei isto em algum lugar antes. Os antigos também simbolizavam o Sol como um bebê em dezembro, um jovem na Páscoa, um robusto, imensamente forte, homem no verão, um homem envelhecendo e perdendo sua força no outono, e um homem velho pelo solstício de inverno. A moderna retratação de um Tempo Pai Velho é uma versão disto. Eles também simbolizaram o Sol como tendo longos cabelos dourados (raios solares) que ficavam mais curtos enquanto ele perdia seu poder nos meses de outono. Agora olhe novamente a estória de Sansão – Sam – sun no Velho Testamento. Ele era incrivelmente forte e tinha cabelos compridos, mas ele perdeu sua força quando seu cabelo foi cortado. Os problemas começaram quando ele entrou na Casa de Dalila – a casa astrológica de virgem, a virgem, através da qual o Sol passa quando o outono se aproxima. Concentrando seu último repente de força, Sam-the-Sun, empurra para baixo as duas colunas, que são o clássico simbolismo da Fraternidade retroagindo pelo menos ao antigo Egito e é usado ainda pelos maçons hoje. Samson é Sam Sun – uma estória simbólica do ciclo anual do Sol. Não existia tal pessoa. Em hebreu, Samson significa eu entendendo, o Deus do Sol.
Para os cristãos ortodoxos, Jesus é o único gerado Filho de Deus que morreu para que nossos pecados pudessem ser perdoados. Mas você encontrará exatamente as mesmas alegações para uma torrente de „deuses‟ no mundo antigo bem antes do nome de „Jesus‟ fosse mesmo conhecido. De fato, nós sabemos que seu nome não era Jesus porque esta é uma tradução grega de um nome hebreu. O termo Filho de Deus parecia ter se originado pelo menos em uma época tão remota no passado como a dos reis góticos arianos da Cilicia, que usavam o título „Filho do Deus Sol‟, uma tradição adotada pelos Faraós do Egito. (1) Para muitos na Nova Era, Jesus é Sananda, uma alto inciado de alguma hierarquia espiritual, que encarnou para impregnar a Terra com a energia „Crística‟. Ou, dependendo com quem você conversa, ele era um extraterrestre em uma missão similar. Para outros ele estava reivindicando ser o Rei dos „Judeus‟ pelo direito de sua linhagem com Rei David. Mas Jesus realmente existiu? E Moisés, Salomão e o Rei David existiram? Eu diria categoricamente que não. Não há evidências críveis para a existência de nenhum deles fora dos textos bíblicos e eles não são certamente críveis. Então de onde eles vieram?

 O Velho Testamento


Em 721 a.C., parece que Israel foi invadido pelos assírios e os israelitas, ou cananeus foram levados em cativeiro. Contudo, as tribos conhecidas pela história oficial como judá e benjamin, sobreviveram por mais de uma centena de anos depois disto, antes que eles fossem conquistados e capturados por nossos amigos, os babilônios, por volta de 586 a.C.. Foi na Babilônia, aquela antiga capital cidade da hierarquia e sacerdócio ariano-réptil, que os sacerdotes hebreus, os levitas, começaram a criar uma história manufaturada, que obscurecia a verdade do que realmente aconteceu. Eu quero dizer, pergunte a você mesmo, uma Fraternidade que orquestrou a destruição do conhecimento e bibliotecas antigas por todo o mundo, vai escrever a história verdadeira nos seus textos, ou eles vão produzir a versão que eles querem que as pessoas acreditem? Durante e depois de sua estada na Babilônia, com sua riqueza de conhecimentos e estórias herdados da Suméria, os levitas mesclaram verdade, frequentemente verdade simbólica, com fantasias e esta mistura tornou-se as bases do Velho Testamento. Os assim chamados israelitas não escreveram estes textos ou concordaram com o que eles diziam. Mesmo que se aceite que eles até existiram, os israelitas já tinham há muito se

20 de agosto de 2013

VOCÊ SABE O PERIGO DAS SUBSTÂNCIAS QUE CONSOME? ☠☠☠☠

-Dr. Russell Blaylock

Russell Blaylock é um neurocirurgião treinado que se um especialista em nutrição e toxinas em alimentos, utensílios de cozinha, dentes e vacinas considera. Ao contrário do que a grande maioria das evidências científicas, Blaylock sustenta que as vacinas, como a vacina H1N1 são perigosos ou ineficazes; que amálgamas dentárias e água fluoretada são prejudiciais para a nossa saúde, e que panelas de alumínio,aspartame e MSG são substâncias tóxicas.

Dr. Russell L. Blaylock, professor de neurocirurgia na Faculdade de Medicina da Universidade de Mississippi, publicou recentemente um livro detalhando minuciosamente o dano que é causada pela ingestão excessiva de ácido aspártico do aspartame. Blaylock faz uso de quase 500 referências científicas para mostrar como o excesso de aminoácidos excitatórios livres como o ácido aspártico e ácido glutâmico (cerca de 99 por cento de glutamato monossódico ou MSG é o ácido glutâmico) em nossa alimentação está causando sérios distúrbios neurológicos crônicos e uma infinidade de outros sintomas agudos.

http://www.skepdic.com/blaylock.html

-ABAIXO SEGUE A LISTA DAS SUBSTÂNCIAS E ALGUMAS INFORMAÇÕES QUE AGRUPEI.

Um site com uma tabela com substâncias anticancro e carcinogêneas .

Substâncias anticancro e substâncias carcinogéneas
http://cancro-cura.icebex.com/73
Consumo alimentar e estado nutricional da população brasileira:
perfil, tendências e sua relação com as políticas de Segurança Alimentar e Nutricional(Observação link do governo)

http://www2.planalto.gov.br/consea/plenarias/apresentacoes/consumo-alimentar-e-estado-nutricional-da-populacao-brasileira

-ASPARTAME(NUTRASWEET-ASPARTAMO)


O aspartame pode ser considerado a talidomida dos anos 90. Com os nomes de NutraSweet,Finn, ZeroCal e outras marcas comerciais, os adoçantes com aspartame são extremamente perigosos por estarem presentes em toda parte, em alimentos dietéticos, supostamente saudáveis, e até mesmo em Vitaminas para crianças, remédios, pudins, gelatinas e adoçando o mais inocente cafezinho.
É encontrado também na Diet Coke e em outros refrigerantes diet. O aspartame é uma neurotoxina, ou seja, uma droga que destrói o sistema nervoso e o cérebro. Sua molécula tem três componentes: ácido aspártico, fenilalanina e metanol. Já se comprovou que o ácido aspártico causa lesões cerebrais em experiências com animais.
A fenilalanina existente no aspartame é neurotóxica, quando isolada dos outros aminoácidos das proteínas. Facilita a ocorrência de ataques epiléticos e bloqueia a produção de serotonina, que é uma das substâncias existentes no cérebro para regular o sono. Níveis baixos deserotonina, além de insônia, provocam depressão, angústia, mau humor e até sintomas de paranóia.
Finalmente, o metanol venenoso álcool de madeira que já cegou e matou milhares de pessoas converte-se depois de ingerido em formaldeído e ácido fórmico (principal componente do veneno da picada das formigas). O formaldeído, neurotoxina mortal que fica armazenada no tecido adiposo, principalmente nos quadris e coxas, é usado para embalsamar cadáveres e é um violento cancerígeno.
Há 92 sintomas documentados de envenenamento por estes produtos, entre os quais encontramos:

a.. dores de cabeça

b.. ganho de peso

c.. alterações no nível de colesterol

d.. alterações na pressão sanguínea

e.. urticária

f.. dormência

g.. fadiga

h.. xeroftalmia (olhos secos)

i.. dificuldade de salivação

j.. irritabilidade

k.. ansiedade

l.. depressão

m.. visão borrada

n.. tonteira

o.. vertigens

p.. espasmos musculares

q.. ataques epiléticos

r.. taquicardia

s.. zumbido nos ouvidos

t.. perda de audição

u.. cegueira

v.. fala arrastada

w.. perda do paladar

x.. insônia.

Um dos efeitos mais sarcásticos, embora não mortal, do aspartame é o GANHO DE PESO. Em sua ação sobre o cérebro, o aspartame faz com que a pessoa sinta mais desejo de comer carboidratos farinhas, açúcares, amido e, assim, acaba engordando. Forma-se um círculo vicioso: a pessoa toma aspartame para emagrecer; mas passa a ingerir mais carboidratos, e aí engorda; logo, adota ainda mais alimentos com aspartame. A pessoa presa neste círculo vicioso fica cada vez mais vulnerável aos efeitos letais da droga.
Se você usa aspartame e sente dores de cabeça, depressão, fala arrastada, boca sempre seca, perda de memória, perda de sensação ou dores repentinas nos membros inferiores, perda de equilíbrio, vertigens, ataques de ansiedade, fadiga crônica, se seus olhos se irritam facilmente, coçam, ou se sua visão está piorando ou com pontos brilhantes que piscam, se sofre descolamento de retina, ataques semelhantes aos epiléticos, espasmos musculares, palpitações cardíacas etc. você está com a doença do aspartame.
Muitos médicos têm diagnosticado esclerose múltipla quando o que existe na realidade é intoxicação por metanol. Esclerose múltipla não mata, intoxicação por metanol sim.

18 de agosto de 2013

A Fraternidade Babilônica - David Icke

Enquanto as águas do dilúvio recuavam, depois do catalismo de Vênus, os sobreviventes desceram das montanhas e saíram do interior da Terra. Eles se assentaram nas terras baixas e planícies e começaram a reconstruir. Isto foi quando a Suméria, o Egito e a civilização no Vale do Indo repentinamente surgiram em um alto nível de avanço tecnológico, embora existissem antes e agora, estavam estabelecidos depois do cataclismo.
A sociedade sumeriana começou no auge de seu desenvolvimento por causa desta repentina infusão de conhecimento e a raça branca ariana, originalmente de Marte, expandiu-se das Montanhas Cáucaso e do Oriente Próximo para baixo na Suméria, Egito e no Vale do Indo onde, como até a história convencional concorda, sociedades altamente avançadas espontaneamente surgiram. Contudo dentro desta raça branca, e outras também, havia uma vertente que eu chamarei réptil-ariana ou réptil-humana. Todas às vezes que eu usar o termo ariano eu estou me referindo a raça branca. Estas eram as linhagens acasaladas criadas pelas manipulações genéticas dos Anunnaki. O maior centro das linhagens réptil-arianas, no mundo antigo, depois que as águas do dilúvio recuaram, era Babilônia no sul da região da Suméria ao longo do Rio Eufrates. Uma olhada mais de perto nas evidências parece datar a fundação da Babilônia bem anterior do que previamente acreditou-se e ela era uma das primeiras cidades na era pós-dilúvio. Foi aqui que as escolas de mistério e sociedades secretas foram constituídas, as quais eram para estender-se pelo globo nos milhares de anos que se seguiam. A Fraternidade que controla o mundo hoje é a moderna expressão da Fraternidade Babilônica de sacerdotes e 'realeza' réptil-ariana que se reuniram ali depois do dilúvio. Foi na Babilônia neste período pós dilúvio, por volta de 6.000 anos atrás, que as crenças base – crenças manipuladas – das religiões do mundo de hoje foram estabelecidas para controlar e governar as pessoas.
O fundador da Babilônia, de acordo com os textos antigos e lendas, foi Nimrod que reinou com sua mulher, Rainha Semiramis. Nimrod era descrito como um „poderoso tirano‟ e um dos „gigantes‟. Os árabes acreditavam que depois do dilúvio foi Nimrod que construiu, ou reconstruiu, a surpreendente estrutura em Baalbek no Líbano com três pedras pesando 800 toneladas cada uma. Diz-se que ele governou a região que é agora o Líbano e, de acordo com o Gênesis, os primeiros centros do reino de Nimrod foram Babilônia, Akkad e outras na terra de Shinar (Suméria). Mais tarde ele expandiu na direção da Assíria para construir cidades como Nínive onde muitas das Tabuinhas Sumerianas foram encontradas.
Nimrod e Semiramis (ou os seres que estes nomes simbolizavam) eram das linhagens répteis que também tornaram-se conhecidos como Titãs, as vertentes genéticas dos humanos dominados por répteis (possuídos) e os reptilianos puro sangue. Esta raça de „gigantes‟ ou „Titãs‟ dizia-se descendente de Noé, o bebê descrito no Livro de Enoch (previamente o Livro de Noé) como sendo um ser híbrido humano-Sentinela com pele extremamente branca. O pai de Nimrod nos textos do Gênesis era Cush, também conhecido como Bel ou Belus, que era o neto de Noé e filho de Ham. Cush tornou-se conhecido como a divindade, Hermes, que significa Filho de Ham. (1) Ham ou Khem significa o ‟incinerado‟ e deve ter sido ligado a adoração do Sol. (2) Uma grande rede de divindades emergiram da Babilônia e suas conexões com o Egito. Nimrod e Semiramis permanecem divindades da Fraternidade até o dia de hoje sob muitos nomes diferentes. Nimrod era simbolizado como um peixe e a Rainha Semiramis como um peixe, ou uma pomba. Semiramis é provável ser simbólica de Ninkharsag, a criadora das linhagens réptil-humanas. Nimrod era o deus-peixe Dagon que era retratado como meio homem, meio peixe. (3) É possível que fosse simbólico de ele ser meio humano, meio réptil com escamas. A rainha Semiramis era também simbolizada como um peixe, porque os babilônios acreditavam ser o peixe um afrodisíaco e ele tornou-se símbolo da Deusa do Amor. (4) Por isso o uso do peixe no simbolismo e arquitetura cristã. Em seu papel como o „Espírito Santo‟, Semiramis era mostrada como uma pomba segurando um ramo de oliveira e Semiramis significa „portadora do ramo‟ como em „Ze‟ (a) „emir‟ (ramo) e „amit‟(portadora). (5) Repare também este simbolismo na estória de Noé e do Grande Dilúvio, quando a pomba retorna portando (carregando) um ramo de oliveira. O retorno dos reptilianos depois do dilúvio? O nome, Semiramis, era desdobrado na mais primitiva divindade indiana, Sami-Rama-isi ou Semi-ramis. (6) Um peixe ou uma pomba são dois símbolos largamente usados em rituais religiosos e cerimônias nacionais, embora a maioria das pessoas envolvidas não tenham idéia da significação verdadeira. Sinn Fein, a ala política do grupo terrorista da Irlanda do Norte o IRA, têm uma pomba como seu símbolo e você encontra a pomba em muitos dos cetros portados pelos monarcas britânicos (veja a seção de imagens). Ambas organizações são frentes (fronts-fachadas) modernas para a Fraternidade Babilônica e as pombas simbolizam a Rainha Semiramis. A pomba para eles não é símbolo da paz, mas da morte e destruição por causa do simbolismo reverso que a Fraternidade emprega. Se é positivo para as massas, é negativo para a Fraternidade, e isto permite que seus símbolos negativos sejam colocados em todas as partes na arena pública. Ninguém reclama porque não têm idéia do que estes símbolos, como a pomba, realmente representam.



A Flor de Lis, símbolo da trinidade babilônica de Nimrod, Rainha Semiramis e Tammuz, entre outras coisas.

Semiramis era chamada a Rainha do Céu (também Réia), a Virgem Mãe dos Deuses, e algumas vezes conhecida como a Grande Mãe Terra (Ninkharsag). Ela era também adorada sob o nome Astarte „a mulher que fez torres‟ e isto pode se referir a Torre de Babel (Babilônia) a qual é dito que Nimrod construiu. As linhagens da realeza européia provêm das linhagens réptil-arianas da Babilônia e a coroa se derivou do chapéu (casquete) com chifres usado por Nimrod. Os chifres simbolizavam a autoridade do monarca e mais tarde tornaram-se uma faixa de metal com três chifres simbolizando poder real com autoridade divina. (7) Isto é representado pelo símbolo da flor-de-lis a qual você encontra por toda as insígnias da realeza moderna (veja Figura 6). Como eu já mencionei, a hierarquia „real‟ Draco, os brancos albinos alados, (dizia-se) teria chifres, e eu tenho certeza que esta é a verdadeira origem dos chapéus com chifres da realeza antiga. A clássica representação do Diabo também têm chifres similares aos Draco.
À Nimrod deu-se o título Baal (o Senhor) e Semiramis era Baalti (Minha Dama-Senhora). O termo latino para minha dama é Mea Domina a qual tem no italiano a corruptela Madonna. (8) Nimrod era representado em seu papel dual como Deus o Pai e Ninus, o filho de Semiramis, e o ramo de oliveira dela era simbólico desta descendência produzida através de uma „natividade virgem‟. Ninus era também conhecido como Tammuz que se dizia ter sido crucificado com um cordeiro à seus pés e colocado em uma caverna. Quando uma rocha foi rolada para fora da entrada da caverna três dias mais tarde, seu corpo tinha desaparecido. Recebeu esta informação em outro lugar antes? Este tema marido-esposa-filho de Nimrod-Semiramis-Ninus/Tammuz tornou-se a mitologia Osiris-Isis-Horus dos egípcios com seus equivalentes na Índia, Ásia, China e em outras partes. Muito mais tarde seriam José, Maria e Jesus. Quando os babilônios conduziam seus ritos de primavera para marcar a morte e ressurreição depois de três dias de Tammuz-
Ninus, eles ofereciam pãezinhos inscritos com uma cruz solar. Sim, até os pãezinhos inscritos com uma cruz solar (hot cross buns) da tradição pascal britânica provêm da Babilônia. Páscoa (Easter) provêm de um outro aspecto da Rainha Semiramis – Ishtar – e é disto, possivelmente de uma outra divindade, Ashtaroth (Astarte), que nós obtemos o nome de „Ashtar‟ como em „Comando Ashtar‟, uma crença completamente manipulada da Nova Era em um „herói‟ extraterrestre que viria salvar-nos. Os mitos e simbolismos babilônios proveram os alicerces para todas as principais religiões, especialmente o Cristianismo. A Igreja Romana foi uma criação da Fraternidade Babilônica e o papa ainda usa uma mitra moldada como uma cabeça de peixe para simbolizar Nimrod. Este é também o significado do seu anel do Pescador. Alegava-se

Sobrevivente do Holocausto afirma que Israel age como os nazistas e A origem do mítico número dos 6 milhões de judeus mortos

Um dos poucos sobreviventes do campo de concentração nazista de Aushwitz, Hajo Meyer, afirmou durante uma turnê de palestras na Escócia, que é possível traçar paralelos entre o tratamento recebido pelos judeus na 2ª Guerra Mundial e a situação atual dos palestinos nas mãos dos israelenses.

“Os israelenses desumanizam os palestinos, tal como os nazistas tentaram me desumanizar. Ninguém deveria desumanizar o outro”, disse Meyer, que passou dez meses em Aushwitz em 1944. “Talvez Israel não seja o país mais cruel do mundo, mas uma coisa é certa: Israel é o campeão mundial em pretender ser o país de maior cultura e civilização”, afirmou.

O alemão nasceu em Bielefeld, em 1924. Depois de ser proibido de ir à escola, em 1938, foi para a Holanda, sozinho. Meyer passou um ano escondido, quando foi pego pela Gestapo e enviado ao campo de concentração de Auschwitz, onde permaneceu por dez meses. Hoje, vive na Holanda e é autor de três livros sobre judaísmo, Holocausto e sionismo.

Meyer defende que o significado do termo “anti-semita” mudou. “Antes, anti-semita era alguém que odiava os judeus, por eles serem judeus. Hoje, anti-semita é alguém que é odiado pelos judeus.” Como porta-voz da Rede Internacional de Judeus Anti-Sionistas, afirmou que é preciso saber que criticar Israel não é o mesmo que criticar os judeus.

O ativista escocês pela causa palestina, Mick Napier, afirmou que Hajo Meyer entende "o abuso que Israel faz da trágica história do Holocausto para defender seus próprios crimes".



A origem do mítico número dos 6 milhões de judeus mortos




Por que o número dos "Seis Milhões "?








Os sionistas têm continuamente e histericamente tentado reivindicar que seis milhões de judeus foram mortos, morrendo ou em grave perigo na Europa e Rússia desde o final dos anos de 1800. A qualquer hora que houve confusão na Europa, importantes figures sionistas e organizações mundiais da mídia continuamente estimularam um frenesi com falsas choradeiras para conseguir que as pessoas se sentissem pena dos judeus europeus e doassem dinheiro para organizações judaicas de caridade. Acontece que esse lendário número de seis milhões, há muito tempo desacreditado até pelas correntes principais dos historiadores do holocausto, provém de um mito religioso judaico-talmúdico que diz "Tu retornarás com seis milhões a menos" ou "Tu retornarás à terra de Israel com menos seis milhões", e, obviamente, a Segunda Grande Guerra pariu o moderno estado de Israel que foi estabelecido em 1948. Judeus israelenses freqüentemente desculpam-se pelo seu sistemático genocídio de Palestintos e assalto das terras Palestinas educando o assim-chamado Holocausto da Segunda Grande Guerra. Os sionistas têm tanta influência que transformaram uma profecia religiosa judaica num "fato histórico ".




As profecias judacias na Torah requerem que 6 milhões de Judeus devam "desaparecer" antes que o Estado de Israel possa ser formado. "Você deverá retornar com menos 6 milhões." Isso é o motivo pelo qual Tom Segev, um historiador israelense, declarou que "6 milhões" é uma tentativa de transformar a história do holocausto em uma religião de Estado. Aqueles seis milhões, de acordo com a profecia, tinham que desaparecer em "fornalhas", as quais a versão judicial do holocausto hoje autentica. Como uma matéria de fato, Robert B. Goldmann escreve: ". . . sem o holocausto não haveria Estado Judeu." Uma simples consequência: Devido aos seis milhões de Judeus gaseados em Auschwitz que terminaram em "fornalhas" (a palavra grega holocausto significa ofertas ao fogo), portanto, as profecias foram agora "cumpridas" e Israel pode se tornar um "estado legítimo".




A respeito do número dos 'seis milhões' você deveria saber o que se segue: No texto hebraico das profecias da Torah, pode-se ler "você deverá retornar". No texto, a letra "V" ou "VAU" está susente, conforme o hebraico não tenha quaisquer números; a letra V significa o número 6. Ben Weintraub, um cientista religioso, aprendeu com os rabis que o significado da letra faltante significa o número de '6 milhões'. A profecia então se lê: Você retornará, mas com 6 milhões a menos. Veja Ben Weintraub: "O Dogma do Holocausto do Judaísmo", Cosmo Publishing, Washington 1995, página 3. Os faltantes 6 milhões devem estar desta forma antes dos judeus retornarem à Terra Prometida. Javé vê isso como uma limpeza das almas do povo pecador. Os judeus devem, no retorno à Terra Prometida, estar limpos – a limpeza deverá ser feita em fornalhas.




Eis uns poucos exemplos para sua consideração. Note as contínuas referências aos "6,000,000 de judeus" e o termo "holocausto" usado bem antes dos eventos da década de 40.

1900 - Líder judeu deixa escapar o esquema Sionista do holocausto




11 DE JUNHO DE 1900 - NEW YORK TIMES - página 7 – Discurso do Rabbi Wise

"Há 6,000,000 vivendo, sangrando, sofrendo argumentos em favor do Sionismo."









1902 – A décima edição da Encyclopedia Britannica (sob sua entrada sobre 'antissemitismo') referencia "seis milhões de judeus" da Romênia e Rússia sendo "sistematicamente degradados"









1905- Um pregador judeu declara que se o levante comunista liderado pelos judeus na Rússia segue-se em derrubar o governo Tzarista, e que o Sionismo não seria mais necessário.











1906 – Um publicista judeu grita que haveria um iminente Holocausto de "seis milhões de judeus" na Rússia durante o resultado do primeiro levante comunista na Rússia ali.









1910 – No relato anual do Comitê Judaico Americano é reclamado que desde 1890, a Rússia tem tido uma política para 'expulsar ou exterminar' seis milhões de seus judeus. (Fonte: Livro do Ano do CJA de Setembro de 1911 a Setembro de 1912 pg. 15)





1919 – Pouco depois da Primeira Grande Guerra, reclamam um Holocausto de "seis milhões de Judeus". Não foi muito longe, ninguém comprou a história.














1921 – Patriotas russos brancos ganham terreno sobre os usurpadores bolcheviques de sua nação. Em uma vã tentativa de disfarçar seu pesado envolvimento no bolchevismo, judeus reviraram novamente o mito dos "seis milhões".









1932 - A polícia secreta soviética (NKVD) dominada pelos judeus, liderada pelos judeus bolchevistas Kaganovich, Yagoda, Beria, etc, orquestram uma fome artificial na Ucrânia para sufocar a resistência nacionalista a um golpe bolchevique, sob a ordem de Stalin. O resultado é 6 milhões de homens, mulheres e crianças ucranianos mortos. É então conhecido como o "Holodomor".







1936- É reportado no New York Times que grupos sionistas estavam fazendo pedidos histéricos aos líderes e organizações cristãs americanas, bem como ao governo britânico para ajudar na criação de uma "nação judaica na Palestina" para salvar os judeus do "Holocausto Europeu". Isso foi até antes da criação dos guetos judaicos, sem falar dos campos de concentração, e mais de três anos antes da 2ª Grande Guerra ter começado.














1940 – Os judeus novamente reclamam "seis milhões" de vítimas mesmo antes dos campos alemães fossem criados.









1943 – Um redator judeu sionista de Hollywood, Ben Hecht, lançou a mentira dos seis milhões no Reader's Digest. Ele continuaria a se tornar um propagandista para a gangue terrorista do judeu Irgun na Palestina.










1945 – Antes que alguém pudesse ter conhecido o número, os judeus reclamam a morte de "seis milhões".









Notório propagandista comunista judaico-soviético Ilya Ehrenburg, o monstro que exortou o Exército Vermelho a massacrar impiedosamente os civis alemães e prisioneiros de Guerra e incitou o estupro em massa de mais de dois milhões de alemães e mulheres e garotas européias orientais, reclama "seis milhões" de judeus mortos antes que alguém pudesse ter sabido que este era o número.








1946 – Um ano depois da Guerra, os judeus estão já declamando o mito dos "seis milhões" como um fato.











Arrecadação de recursos - 

















1990- Número de mortos em Auschwitz reduziu-se de 4 milhões para 1 milhão









O número de mortos estimado em campos da Alemanha foi algo em torno de 300,000 (cerca de metade dos quais eram judeus) baseado em registros da Cruz Vermelha (que continuamente inspecionou os campos nazistas), os livros de mortes em Auschwitz liberado aos arquivos soviéticos em 1990 e outras evidências. Principais causas de morte: tifo/fome.











Fonte: http://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2011/06/origem-do-mitico-numero-dos-6-milhoes.html

10 de agosto de 2013

O padre Giordano Bruno, defensor da ideia alienigena

E mais uma historia que a cruel, macabra, repugnante ICAR ( Igreja Catolica Apostolica Romana )
nos permite saber, Giordano Bruno foi considerado um herege e como tal na época da inquisição, foi condenado a morte e queimado vivo, depois o papa amado deles o joao Paulo II veio a publico e se desculpou, enfim, para quem não conhecia esse filosofo, espero poder ajudar.
Só mais uma coisa, ICAR, ainda é uma das igrejas mais ricas desse planeta, eu vivo me perguntando, COMO?! Já que as historias contra essa coisa repugnante, são de doer a alma, enfim, o ser humano engatinha para a cova e parecem gostar disso, raras são as exceções.
Pri
 
 



Na Idade Média, a idéia de vida extraterrestre foi exposto por alguns clérigos. Em 1600, o padre Giordano Bruno foi queimado na fogueira por dizer que poderia haver vida fora do nosso planeta. Em 2000, o Papa João Paulo II expressou arrependimento pelo que aconteceu com Giordano Bruno, sendo esse o momento em que chegou a afirmar em uma declaração enigmática que o maior perigo não vem da terra, mas do céu. Teólogos e astrônomos do Observatório do Vaticano já disseram muitas vezes que todos os planetas no universo poderiam abrigar seres que seguem Deus como o faz o homem.



Teólogos do Vaticano argumentam que a teoria da existência de vida em outros planetas é mais do que provável, porque Deus também não é limitado à sua inteligência e poder, assim além de seres humanos e seres angelicais também poderiam ser outros que acreditam em Deus e sua glória. Segundo eles, esses seres poderiam proteger e ajudar a humanidade nas questões ambientais que estão ferindo a Terra, e ajudar a sua religião e crenças de pessoas que não têm fé na Igreja Católica.

Uma grande conspiração?
Alguns ufólogos afirmam que neste 2013 será o Vaticano que "anunciariam" que existem contatos com outras formas de vida inteligente. De acordo com algumas teorias, seria um bom "negócio" para o Vaticano anunciar um evento como este, terão mais poder na política, religiosa e econômica, além de mais confiança entre os seus fiéis seguidores e não como arquivos. Também esta "manobra" lhes daria o poder absoluto sobre todas as outras religiões. O Vaticano teria uma vantagem sobre toda a humanidade. Quem melhor para dizer ao mundo que realmente há aliens, ou que existem contatos do Vaticano? Hipoteticamente, um evento como esse seria o movimento imprevisível no controle das massas e o domínio da religião cristã, uma forma de melhorar e reforçar o seu sistema de dominação e controle das massas.



Teorias à parte, muitas fontes independentes previram que a divulgação extraterrestre pelo Vaticano é iminente e que a administração Obama está definida para desempenhar um papel proeminente.

O Vaticano também está se posicionando para desempenhar um papel neste "anúncio" e o mundo do pós-divulgação. Sua posição teológica emergente que extraterrestres "são nossos irmãos" é uma mudança de representações mais hostis de vida extraterrestre encontrada em algumas denominações religiosas e em filmes de Hollywood. Por outro lado, a ideia de que o Vaticano poderia justificar o envio de missionários para converter os extraterrestres que nasceram sem pecado original, sem maiores problemas. O Vaticano, no entanto, estaria a desempenhar um papel construtivo na preparação do público para a divulgação iminente de vida extraterrestre. ´
 
No dia 17 de fevereiro de 1600, Giordano Bruno era queimado vivo no Campo dei Fiori, em Roma, sob acusação de heresia e blasfêmia.
 
Giordano Bruno (1548–1600) foi condenado por blasfêmia e queimado vivo
"Posso ter sido qualquer coisa, menos blasfemador." Esta frase teria sido dita por Giordano Bruno no dia de sua execução. Em 17 de fevereiro de 1600, ele foi queimado vivo no Campo dei Fiori, em Roma, onde é relembrado desde 1899 com um monumento.
Ao contrário de Galileo Galilei (1564–1642), Bruno negou-se a refutar a teoria do astrônomo alemão Johannes Kepler (1571–1630) de que a Terra girava em torno do Sol. Além disso, por ser padre e teólogo, suas heresias e dúvidas, em relação à Santíssima Trindade, por exemplo, partiam de dentro da Igreja e foram interpretadas como um ato de insubordinação ao papa.
Nascido numa família da nobreza de Nola (próximo ao Vesúvio) em 1548, inicialmente chamava-se Fellipo Bruno. Aos 13 anos, começou a estudar Humanidades, Lógica e Dialética em Nápoles, no mesmo convento em que São Tomás de Aquino vivera e ensinara.
Em 1565, aos 17 anos, recebeu o hábito de dominicano, ocasião em que mudou o nome para Giordano. Ordenado sacerdote em 1572, continuou seus estudos de Teologia no convento, concluindo-os em 1575.
Fuga das autoridades eclesiásticas

28 de julho de 2013

MK Ultra - Mind Control ( Controle da mente )



Neste vídeo irão ver algumas das técnicas usadas para lavagem cerebral , como apagar as memórias das vitimas usando loop de sons, mensagens subliminares, repetições de frases e afirmações para quebrar o padrão de pensamento de um grupo ou de um endividou, o uso de drogas como LSD usadas com outras técnicas, possibilita, o controle total sobre a vitimas, vejam as técnicas de eletro choque, imagens , sons, que a Cia juntamente com os Nazistas implementaram durante a segunda guerra mundial através de um projeto chamado PAPERCLIP.



 

21 de julho de 2013

Nicolas Flamel


Nicolas Flamel foi um alquimista francês que viveu entre os séculos XIII e XIV. No entanto, sua biografia é repleta de lacunas que dão vazão às inúmeras especulações. Sabe-se que nasceu na cidade francesa de Pontoise em 1330. No início de sua juventude, após a perda dos pais, foi à Paris trabalhar e casou-se com a viúva Perrenelle; mulher ligeiramente mais velha, dona de uma inteligência e astúcia ímpares.

A partir deste momento, até sua morte, os fatos da vida de Flamel se combinam com lendas e geram uma aura mística em torno de sua figura, mas que, no entanto, não se pode atribuir credibilidade sem antes uma pesquisa mais profunda e criteriosa.
A Iniciação
 




Seu contato com a alquimia se inicia em torno de 1370 quando, então aos quarenta anos de idade e proprietário de uma livraria, Flamel sonha com um anjo lhe entregando um livro misterioso. Pouco tempo depois, um homem desconhecido entra em sua livraria e oferece-lhe um antigo manuscrito. Flamel identificou aquele livro como o que lhe fora entregue pelo anjo durante o sonho e comprou-o imediatamente.
Segundo sua própria citação: "Quando faleceram meus pais tive que ganhar o pão escrevendo; naquele tempo adquiri um livro dourado, muito velho e volumoso. O livro compunha-se de três fascículos de sete folhas cada um e a sétima folha de cada um aparecia em branco. Na primeira folha via-se um báculo em torno do qual apareciam enroscadas duas serpentes; na segunda, uma cruz da qual pendia outra serpente e na sétima podia ver-se um deserto, no centro do qual brotavam formosas fontes; porém delas não saiam água senão serpentes que se arrastavam em todas as direções".

A iniciação é narrada pelo próprio Flamel com as seguintes palavras: "Todavia trabalhei uns três anos, até que finalmente encontrei o elixir (havia trabalhado 21 anos) que imediatamente se reconhece por seu forte odor. Primeiro o projetei sobre uma libra e meia de mercúrio e obtive desse modo igual quantidade de prata; isso ocorreu em minha casa, estando presente unicamente minha esposa Perenelle; mais tarde, atendo-me escrupulosamente a cada palavra de meu livro, projetei a pedra vermelha sobre uma quantidade quase igual de mercúrio na mesma casa e de novo estava presente minha esposa Perenelle. Realizei a obra por três vezes com a ajuda de Perenelle, pois como havia-me ajudado no trabalho, o entendia exatamente como eu"
Ainda sobre o enigmático escrito, Flamel cita que constava o método de transmutação de metais. Ilustrando esta técnica, havia a representação de dois recipientes e da Pedra Filosofal. Uma menção mais consistente, porém, tão misteriosa diz que "Um rosal florido no meio do jardim; no solo junto às rosas uma fonte da qual emanava água branquíssima, que logo a uma distância respeitável precipitava-se num abismo. Muitas pessoas cavavam ao longo de seu curso, com as mãos na terra, tratando de encontrar a fonte, porém não conseguiam êxito porque eram cegas; somente um foi capaz ele encontrou a água".


Esta descrição pode representar alegoricamente a rosa como indicador da cristalização dos corpos solares e a fonte como a "fonte da água viva". Assim, a humanidade, mesmo tendo a fonte ao alcance, não possui discernimento para compreendê-la e acaba por desperdiçá-la. Desse modo, somente o "Iniciado" ou o "Desperto" teria lucidez para percebê-la e interpretá-la como um elemento essencial na composição alquímica.

Assim iniciam-se seus estudos baseado no conteúdo da obra. No entanto, sem possuir conhecimento necessário para interpretá-lo e decifrá-lo, não atinge um nível de conhecimento suficiente para prosseguir.
A peregrinação alquímica

Alquimia, magia e bruxaria

A ALQUIMIA
 
 
De acordo com especialistas, alquimia é o nome da química praticada na Idade Média, que se baseava na idéia de que todos os metais evoluem até virar ouro. Os alquimistas tentavam acelerar esse processo em laboratório, por meio de experimentos com fogo, água, terra e ar (os quatro elementos), empenhados principalmente na descoberta de uma "pedra filosofal", capaz de transformar tudo em ouro.
 
Os alquimistas eram vistos como pessoas de hábitos estranhos - por exemplo, passar horas e horas contemplando uma planta. Mas a simples observação da natureza parece tê-los feito perceber o que hoje reza a física quântica: tudo no universo está interligado. O médico suíço Philippus Paracelsus (1493-1541), por exemplo, ficou famoso por curar as pessoas a partir dessa visão holística.
 Ele recorria a conceitos da alquimia, como o de que o sal, o mercúrio e o enxofre estão presentes em tudo o que existe, inclusive dentro do homem.
Hoje, a antroposofia, ciência espiritual que influencia diversas escolas do conhecimento, faz analogia entre os princípios alquímicos e as forças básicas atuantes na alma humana: o pensar (sal), o sentir (mercúrio) e o querer (enxofre). Para Ivan Stratievsky, médico e cirurgião antroposófico, o ouro alquímico, por exemplo, nada mais é que o self, o verdadeiro Eu. "Para chegarmos lá", diz ele, "precisamos lidar com as polaridades internas, pensando, sentindo e querendo de maneira equilibrada."
Precursora da química e da medicina, foi a ciência principal da Idade Média. A busca da pedra filosofal e da capacidade de transmutação dos metais, incluía não só as experiências químicas, mas também uma série de rituais. A filosofia Hermética era um dos seus alicerces, assim também como partes de Cabala e da Magia. 
A magia é a primeira das ciências e a mais caluniada de todas, porque o vulgo obstina-se em confundir a magia com a bruxaria supersticiosa cujas práticas abomináveis são denunciadas.
A Alquimia tomou emprestado da Cabala todos os seus signos, e era na lei das analogias, resultantes da harmonia dos contrários, que baseava suas operações. 
Ao longo do tempo, diversos alquimistas descobriram que a verdadeira transmutação ocorria no próprio homem, numa espécie de Alquimia da Alma; diversos outros permaneceram na busca sem sucesso do processo de transformações de metais menos nobres em ouro; afirma-se que alguns mestres atingiram seus objetivos. 
A alquimia também preocupava-se com a Cosmogonia do Universo, com a astrologia e a matemática. Os escritos alquímicos, constituíam-se muitas vezes, de modo codificado ou dissimulado, daí, talvez a conotação dada ao termo hermético ( fechada), acessível apenas para os iniciados. 
A palavra alquimia, do árabe, al-khimia, tem o mesmo significado de química, só que, esta química, antigamente designada por espargiria, não é a que atualmente conhecemos, mas sim, uma química transcendental e espiritualista. Sabe-se, que al, em árabe, designa Ser supremo o Todo-Poderoso, como Al-lah. O termo alquimia, designa desde os tempos mais recuados, a ciência de Deus, ou seja a química de Al.
 
A alquimia é a arte de trabalhar e aperfeiçoar os corpos com a ajuda da natureza. No sentido restrito do termo, a alquimia sendo uma técnica é, por isso, uma arte prática. Como tal, ela assenta sobre um conjunto de teorias relativas à constituição da matéria, à formação de substâncias inanimadas e vivas, etc.
Para um alquimista, a matéria é composta por três princípios fundamentais, Enxofre, Mercúrio e Sal, os quais poderão ser combinados em diversas proporções, para formar novos corpos.
No dizer de Roger Bacon, no Espelho da Alquimia, «...A alquimia é a ciência que ensina a preparar uma certa medicina ou elixir, o qual, sendo projetado sobre os metais imperfeitos, lhe comunica a perfeição...»
 
A alquimia operativa, aplicação direta da alquimia teórica, é a procura da pedra filosofal. Ela reveste-se de dois aspectos principais: a medicina universal e a transmutação dos metais, sendo uma, a prova real da outra.
 
Um alquimista, normalmente, era também um médico, filósofo e astrólogo, tal como Paracelso, Alberto Magno, Santo Agostinho, Frei Basílio Valentim e tantos outros grandes Mestres hoje conhecidos pelas suas obras reputadas de verdadeiras.
Cada Mestre tinha os seus discípulos a quem iniciava na Arte, transmitindo-lhe os seus conhecimentos. Além disso, para que esse conhecimento perdurasse pelos tempos, transmitiram-no também por escrito, nos livros que atualmente conhecemos, quase sempre escritos sob pseudônimo, de forma velada, por meio de alegorias, símbolos ou figuras.
É isto que dificulta o estudo da alquimia, porque esses símbolos e figuras não têm um sentido uniforme. Tudo era, e atualmente ainda é, deixado à obra e imaginação dos seus autores.
A transmutação de qualquer metal em ouro, o elixir da longa vida são na realidade coisas minúsculas diante da compreensão do que somos. A Alquimia é a busca do entendimento da natureza, a busca da sabedoria, dos grandes conhecimentos e o estudante de alquimia é um andarilho a percorrer as estradas da vida.
O verdadeiro alquimista é um iluminado, um sábio que compreende a simplicidade do nada absoluto. É capaz de realizar coisas que a ciência e tecnologias atuais jamais conseguirão, pois a Alquimia está pautada na energia espiritual e não somente no materialismo e a ciência a muito tempo perdeu este caminho.
A Alquimia é o conhecimento máximo, porém é muito difícil de ser aprendida ou descoberta. Podemos levar anos até começarmos a perceber que nada sabemos, vamos então começar imediatamente pois o prêmio para os que conseguirem é o mais alto de todos.
A Alquimia é uma Arte que se utiliza de grande número de símbolos, e por isso mesmo muitas vezes há referencias a ela com o nome de Ars Symbollica. O grande símbolo da Alquimia é a borboleta, por causa do efeito da metamorfose. Um dos símbolos que mais aparecem nos trabalhos de Alquimia é a figura do hermafrodita, ou andrógino.



Conta a lenda que o filósofo e alquimista árabe Averróis enterrou um raio de sol sob a primeira coluna à esquerda da mesquita de Córdoba, acreditando que, transcorridos oito mil anos, ele se converteria em ouro. A alquimia foi uma atividade pré-científica que visava alcançar uma melhor compreensão do cosmo, da matéria e do homem. Em particular, através do conhecimento da natureza da matéria, os alquimistas visavam transformá-la e transmutar metais de pouco valor em ouro  e prata. Características da alquimia. Segundo os alquimistas, através de certas técnicas, que envolviam ciência, arte e religião, seria possível conseguir a transmutação de uma substância em outra. Por haverem desenvolvido e utilizado diversos procedimentos de laboratório, a alquimia foi uma atividade precursora da química, que lhe deve a descoberta de inúmeras substâncias e a invenção de grande variedade de instrumentos, que mais tarde desempenhariam papel de destaque no domínio da metodologia científica. A teoria da transmutação baseava-se na interpretação dada pela filosofia clássica grega à composição da matéria. Na época de Aristóteles, acreditava-se que toda substância compunha-se de diferentes proporções dos quatro elementos fundamentais: água, ar, fogo e terra. A partir desse princípio, os alquimistas desenvolveram seu postulado fundamental: "A matéria é única e pode sofrer transmutações mediante a variação das proporções entre seus componentes." Os  alquimistas acreditavam também na existência de uma substância capaz de provocar essa transmutação, denominada elixir (do árabe al-iksir,"pó seco") ou pedra filosofal. A essa substância eram atribuídas outras propriedades, tais como o poder curativo e de rejuvenescimento, razão pela qual recebia também o nome de "elixir da vida" ou "panaceia universal" .Entretanto, os alquimistas medievais tinham mais interesse nos poderes de transmutação da matéria atribuídos à pedra filosofal, uma vez que, se alcançada, essa técnica possibilitaria o fácil acesso à riqueza. Nicolas Flamel, tabelião e alquimista francês do século XIV, acumulou tamanha riqueza que seus contemporâneos imaginaram que ele houvesse finalmente descoberto o princípio do elixir da vida. Segundo a lenda, Flamel teria sonhado com um livro oculto, que revelava os segredos da "grande arte". O alquimista teria se dedicado à busca desse livro e, depois de encontrá-lo, o decifrara com a ajuda de um erudito judeu, conseguindo assim a transmutação de substâncias de pouco valor em ouro. O empenho com que se dedicaram à busca do ouro fez com que alguns alquimistas obtivessem muito poder; outros, porém, foram perseguidos. Na segunda metade do século XVI e no começo do XVII, Praga transformou-se no principal centro da prática da alquimia. Os imperadores Maximiliano II e Rodolfo II deram respaldo à obra de alguns alquimistas, e este último chegou a conceder título de nobreza ao alquimista alemão Michael Maier. Menos sorte teve o inglês Edward Kelly, encarcerado por ordem do próprio Rodolfo II.D e maneira geral, o cristianismo se opôs à prática da alquimia, que considerava pagã. O próprio arcebispo de Praga foi perseguido pelo Concílio de Constance no século XV, e em 1530 foi promulgado em Veneza um decreto que condenava à morte os alquimistas. Devido a essas perseguições e a fim de manter em segredo suas descobertas, os alquimistas passaram a utilizar uma linguagem rica em símbolos e metáforas, só acessível aos iniciados. Era comum publicarem obras com pseudônimos ou atribuírem-nas a pessoas de reconhecido prestígio,como santo Alberto Magno, santo Tomás de Aquino ou Roger Bacon. Ao lado dos alquimistas que se empenharam honestamente em alcançar a pedra filosofal, houve aqueles que recorreram a fraudes como meio de obter dinheiro, fama e poder. Não era incomum construírem caixas de fundo falso, onde o ouro era escondido, aparecendo no momento oportuno, ou branqueá-lo com mercúrio, recuperando depois seu brilho por meio de calcinação.
Histórico
A prática da alquimia teve início em tempos remotos na Índia,na China e na Europa. Certas características comuns parecem apontar uma mútua influência entre os antigos alquimistas chineses e hindus. Em ambas as culturas, o objetivo fundamental da alquimia não era a obtenção de ouro, mas sim o prolongamento da vida. Por conseguinte, nas civilizações orientais, a alquimia estava ligada mais de perto à medicina que à química. Ainda se discute a origem das idéias alquímicas. Enquanto alguns estudiosos defendem o desenvolvimento independente da alquimia na Índia e na China, outros consideram a possibilidade da transmissão de conhecimentos de uma dessas culturas para a outra. Os Vedas, textos sagrados hindus, fazem referência a uma provável relação entre o ouro e a longevidade. Os chineses, por sua vez, um século antes de Cristo, acreditavam ser possível alcançar a imortalidade através da ingestão de uma bebida de ouro, devido à resistência desse metal à corrosão. A alquimia européia baseou-se na astrologia (a palavra "alquimia" foi empregada pela primeira vez no tratado astrológico de Julius Maternus Firmicus, do século IV) e nas técnicas metalúrgicas dos sumérios e egípcios, que já obtinham o cobre a partir da malaquita, quatro mil anos antes da era cristã. Uma das primeiras obras sobre alquimia de que se tem notícia é o tratado Physica et mystica, atribuído ao egípcio, naturalizado grego,  Bolos de Mende, que viveu na região do delta do Nilo por volta do ano200 a.C. Nele se encontravam receitas para converter metais em ouro eprata, numa época em que eram divulgadas as idéias platônicas sobre a composição da matéria. Apesar da confusão provocada pelas falsas atribuições de livros e tratados a este ou aquele autor, parece ter existido, nessa época, numerosos praticantes da alquimia, tais como Ostan o Mago, Sofar o Persa e os egípcios Petesis e Chiuses.


O tratado Physica et mystica é parte de uma compilação de textos realizada no século VIII, e inclui obras de cerca de quarenta autores, entre os quais Zózimo, que viveu no início da era cristã e exerceu grande influência sobre os alquimistas posteriores. Em suas obras, ele descreveu toda uma série de instrumentos, cuja invenção foi atribuída a Maria a Judia, uma das mais famosas mulheres que praticaram a alquimia. Após a conquista de Alexandria, em 642 da era cristã, os árabes incorporaram a seu saber as teorias dos alquimistas gregos e egípcios. Entretanto, alguns especialistas consideram que a alquimia árabe não teve como origem a Grécia, mas sim a escola asiática, provavelmente centrada na cidade turca de Harran. Entre os mais destacados alquimistas árabes cabe mencionar: Jabir (em latim, Geber), al-Razi, que no século X lançou os fundamentos para a descoberta dos ácidos minerais, e Avicena, responsável pela compilação, cem anos depois, dos conhecimentos dos alquimistas árabes. No século XII cresceu na Europa o interesse pela alquimia. A partir de traduções das obras dos alquimistas árabes, foram descobertas substâncias que constituiriam a base da ciência química: os ácidos minerais, o álcool (cuja descoberta é atribuída ao alquimista catalão Arnau de Vilanova, no século XIII) e elementos químicos como o antimônio, estudado por Basílio Valentín. Já no século XIII, o inglês Roger Bacon defendia a utilização do método científico, afirmando que "nada se pode conhecer com certeza, salvo através da experiência". No século XIV, Paracelso, para quem o objetivo da alquimia não era a obtenção de ouro, e sim de remédios, deu um importante impulso a essa disciplina, embora se jactasse de ter encontrado o elixir da vida. Durante esse período, a alquimia oscilou entre a ciência e o misticismo.Assim, enquanto o respeitado cientista inglês Isaac Newton se dedicava, no século XVII, a investigações sobre a obtenção de ouro, o alquimista holandês Jan Baptiste van Helmont estudava o dióxido de carbono, criando a palavra "gás". Com a publicação dos trabalhos de Lavoisier, no século XVIII, teve início a era da química, embora certos aspectos filosóficos da atividade alquímica tivessem sido preservados por seitas místicas, como a irmandade dos Rosa cruzes.
Os historiadores da química tendem a distinguir entre os aspectos positivos da alquimia e aqueles que consideram nocivos. Entre os primeiros cabe citar o descobrimento de novas substâncias e a invenção de novos instrumentos de trabalho, enquanto o principal caráter negativo apontado no procedimento alquimista refere-se ao descrédito do método científico.

Magia

7 de julho de 2013

Os Mundos Interiores e os Mundos Exteriores - Inner Worlds, Outer Worlds

AKASHA
Todas as 4 partes do filme podem ser encontradas em www.innerworldsmovie.com.
Por favor, ajude-nos a traduzir e legenda do filme em: http://www.amara.org/en/videos/ZhFyV5 ... Parte 1do filme, Inner Worlds, Outer Worlds, Akasha, é o não-manifesto, o "nada" ou o vazio que enche o vácuo do espaço. Como Einstein percebeu, o espaço vazio não é realmente vazio. Santos, sábios e yogues que olharam dentro de si também perceberam que dentro do vazio há um poder incomensurável, uma rede de informação ou energia que liga todas as coisas. Esta matriz ou web tem sido chamada de "o Logos", o campo de Higgs, a OM Primordial e milhares de outros nomes ao longo da história. Na primeira parte filme, nós exploramos uma fonte vibratória que se estende através de todas as coisas, através da ciência da cymatics, o conceito do Logos, e o conceito védico de Nada Brahma (o universo é som ou vibração). Quando percebemos que há uma fonte vibratória que é a raiz de toda a investigação científica e espiritual, como podemos dizer "minha religião", "meu Deus " ou "minha descoberta".


 



A ESPIRAL

O Pythagorian do filósofo Platão sugeriu enigmaticamente que havia uma chave de ouro que unificou todos os mistérios do universo. A chave de ouro é a inteligência do logos, a fonte daOM primordial. Pode-se dizer que é a mente de Deus. A fonte desta simetria divina é o maior mistério da nossa existência. Muitos pensadores monumentais da história, como Pitágoras, Keppler, Leonardo da Vinci, Tesla e Einstein vieram ao limiar do mistério. Todo cientista que olha profundamente para o universo e todo místico que olha profundamente dentro de si, eventualmente, fica cara a cara com a mesma coisa: A espiral Primordial.
 




A SERPENTE E A LOTUS

A espiral primordial é o mundo manifestado, enquanto Akasha é o não-manifesto, ou o próprio vazio. Toda a realidade é uma interação entre essas duas coisas; Yang e Yin, ou consciência e matéria. A espiral tem sido muitas vezes representada pela serpente, a corrente para baixo, enquanto o pássaro ou florescer da flor de lótus tem representado para cima os atuais ou antigas tradições que transcenderam. As antigas civilizações ensinaram que o ser humano pode tornar-se uma ponte que se estende desde o exterior para o interior, a partir de bruto para sutil, a partir dos chakras inferiores para os chakras superiores. Para equilibrar o interior e o exterior ,é o que o Buda chamou o caminho do meio, ou o que Aristóteles chamou, a Média Dourada. Você pode ser essa ponte. O despertar total da consciência humana e energia é o direito natural de cada indivíduo do planeta. Na sociedade de hoje, perdemos o equilíbrio entre o interior e o exterior. Estamos tão distraídos com o mundo exterior da forma, pensamentos e ideias, que já não temos tempo para conectar-nos aos nossos mundos internos, o Reino dos Céus que está dentro.
 




ALÉM DO  PENSAMENTO
 
Vida a liberdade e a busca da felicidade. Nós vivemos nossas vidas buscando a felicidade "lá fora" como se fosse uma mercadoria. Nós nos tornamos escravos de nossos próprios desejos.
A felicidade não é algo que pode ser perseguido ou comprado como um terno barato. Este é Maya, ilusão, o jogo interminável de formulário. Na tradição budista, Samsara, ou o ciclo interminável de sofrimento é perpetuado pelo desejo de prazer e aversão à dor. Freud se referiu a este como o "princípio do prazer". Tudo o que fazemos é uma tentativa de criar prazer, para ganhar algo que queremos, ou para afastar algo que é indesejável que nós não queremos. Mesmo um organismo simples como o paramécio faz isso.
Chama-se a resposta a estímulos. Ao contrário de um paramécio, os seres humanos têm mais escolha. Somos livres para pensar, e que é o coração do problema. É a pensar sobre o que queremos que ficou fora de controle. O dilema da sociedade moderna é que buscamos compreender o mundo, não em termos de consciência interior arcaico, mas por quantificar e qualificar o que percebemos ser o mundo externo através de meios científicos e de pensamento. Pensando só levou a pensar mais e mais perguntas. Procuramos conhecer as forças mais profundas que criam o mundo e orientar o seu curso. Mas nós concebemos esta essência como fora de nós mesmos, e não como uma coisa viva, intrínseca à nossa própria natureza. Foi o famoso psiquiatra Carl Jung, que disse: "aquele que olha para fora sonha, aquele que olha para dentro desperta". Não é errado desejar estar acordado, para ser feliz. O que está errado é procurar a felicidade fora quando só pode ser encontrada dentro.