Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
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Pri

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14 de janeiro de 2014

DROGAS E GUERRA: O Narcotráfico como instrumento da CIA


A relação entre os serviços de inteligência e os mercados de produção e distribuição de drogas


Entrevista com Michael Levine, ex-oficial da DEA, sobre a política norte-americana de controle do tráfico de drogas. - Por Radio Nizkor

Gregorio Dionis, Diretor da Equipe Nizkor, entrevista Michael Levine, ex-oficial da Drug Enforcement Agency (DEA) e adjunto desta agência na Argentina e no Uruguai entre 1979 e 1982. Esta entrevista foi realizada nos marcos do “Seminário sobre estados de exceção e estratégias para a paz e defesa dos direitos civis”, organizado pela Equipa Nizkor e realizado em Bruxelas de 27 a 29 de março de 2003.

Trata-se de um testemunho único de alguém que conheceu profundamente a relação entre os serviços de inteligência e os mercados de produção e distribuição de droga, tanto no Sudeste Asiático como na América Latina.

Gregorio Dionis: aparentemente não deveria entrar o tema do narcotráfico nem do crime organizado, mas ocorre exatamente o contrário. Na realidade estamos falando de estratégias para a paz e a defesa dos direitos civis na Colômbia, além de outros países. E nesse lugar específico do discurso para a paz é necessário tocar a fundo o tema do narcotráfico, como também o é, se quisermos falar da paz no sudeste asiático ou da paz no Afeganistão.

Não são muitas as pessoas no mundo capazes de fazer uma interpretação global da política norte-americana com relação ao narcotráfico. E não o são, entre outras coisas, porque se trata de um tema obscuro que está situado no que se denomina de política negra dos países, de muitos países e de muitos ministérios de relações exteriores. Michael Levine é um alto oficial da DEA que conheci durante um colóquio internacional sobre as drogas realizado em Paris, em dezembro de 1992, pelo então existente Observatório Geopolítico de Drogas, e que foi organizado conjuntamente com o que então era a Comunidade Econômica Européia, cuja conseqüência mais direta foi a criação posteriormente de um Comissário de Drogas ou de Narcotráfico no contexto da política européia.

Naquela oportunidade tive a sorte de poder falar durante várias horas com Michael Levine e sua companheira Laura Cavanot de Levine. Ambos criaram um discurso que permite entender muitas das coisas dessa política obscura. Michael Levine produziu vários livros que são referência obrigatória no caso do narcotráfico na América Latina. É também uma referência obrigatória para entender o que aconteceu na Bolívia, na Argentina e posteriormente no México e outros países onde o narcotráfico se colocou entre as fontes de financiamento das políticas governamentais.

É muito pouco conhecido, mas a guerra na América Central, tal qual se conheceu durante os anos 80, a partir do lado que se denominou de Guerra Suja ou Guerra Encoberta ou Operações Encobertas, de diferentes nomes, dependendo da fonte de fala, foram financiadas pelo narcotráfico, a partir da cocaína da Bolívia e do mercado nascente da heroína que se trasladou àqueles lares exatamente para poder financiar uma longa guerra que desestabilizou todo o continente e que ainda hoje em dia, trinta anos depois de haver começado este período perigoso da política anti-subversiva na América Latina continua dando o que falar.

A Colômbia é um modelo de financiamento da guerra e das operações militares através do narcotráfico. Por mais que o governo colombiano negue e queira mostrar ao resto do mundo que não é assim, na realidade todos sabemos que o financiamento da guerra por parte do Estado colombiano é realizado desde há muitos anos com o tráfico de drogas.

Michael Levine nos explicará em uma longa entrevista alguns aspectos desta política, mas basicamente é importante entender que se trata de um testemunho direto de uma pessoa envolvida na luta contra o narcotráfico em uma agência policial como é a DEA norte-americana; portanto é um testemunho único e insubstituível para entender o que dissemos no início: A Política Norte-Americana para as Drogas ou para o narcotráfico, que é o título da palestra que lhe pedimos para o seminário que organizamos em Bruxelas como forma de ajudar a compreender o quadro e o contexto em que se produz o conflito colombiano e quais são as alternativas reais e viáveis para encontrar uma paz com justiça social e com o reconhecimento dos delitos que ali são cometidos:

SUA INICIAÇÃO NA DEA COMO AGENTE SECRETO


Gregorio Dionis: em primeiro lugar agradecer que tenha aceitado participar desta questão...

Michael Levine: bem, estou aqui para isso.

Gregorio Dionis: O que ia te pedir é que fizesses uma pequena apresentação pessoal. Quem és? O que tens feito? Por que estás aqui?

Michael Levine: Em primeiro lugar sou um veterano da DEA com 25 anos de serviços. E a partir de minha aposentadoria da DEA no ano de 1990 comecei uma carreira de consultor-testemunha-especialista em assuntos relacionados com operativos secretos, direção de informantes, inteligência humana, uso de força mortífera da polícia e qualquer coisa relacionada ao tráfico de drogas internacional e aqui nos EUA. Nisto eu trabalhei muito intensamente durante os últimos doze anos, trabalhando sobretudo com advogados de defesa, mas de vez em quando há escritórios de procuradorias gerais de diferentes estados aqui nos Estados Unidos que também me empregam com expert em todos esses assuntos. O que mais quer saber? Há livros!

Gregorio Dionis: Essa é uma das questões. Poderias nos contar um pouco sobre os livros que tens escrito? Um breve resumo do que contas em cada um desses livros?

Michael Levine: Bem, o primeiro livro no qual eu tive participação foi com o título “Undercover”, ou seja, encoberto. Esse foi escrito por Donald Gardeth, jornalista do New York Times durante minha carreira. Quando ele estava escrevendo o livro eu ainda estava trabalhando como agente secreto pela DEA. Este livro traz um enfoque da minha carreira desde muito cedo, de minha juventude; de todas as coisas que tinham a ver com a educação que eu tinha nas ruas de Nova Iorque, que me preparou perfeitamente bem para a carreira de trabalhar em segredo, ou seja, eu tenho diploma da rua, diploma dos embates duros e não há melhor preparação para o trabalho secreto.

Eu comecei a trabalhar encoberto e me dei conta muito cedo em minha carreira de que toda a guerra às drogas, não há outra maneira de dizer, era uma fraude. O que acontece é que eu era crente e esse livro capta todos esses anos. Eu era crente em toda a filosofia e toda a política de guerra às drogas, ou seja, que o inimigo número um é o vendedor, o fornecedor de drogas; um estrangeiro, um tipo com pele como a minha, escura, perigoso, na América do Sul, na Tailândia. E temos que fazer qualquer coisa para destroçar este inimigo para proteger nossos filhos. E ao mesmo tempo eu tinha um irmão que se meteu com heroína aos 15 anos de idade e eu era crente número um.

O meu primeiro caso no qual eu comecei a aprender a verdade e não podia evitá-lo, foi quando eu me metia com traficantes chineses na Tailândia, durante a Guerra do Vietnã. E este também era um caso encoberto, Undercover. E este foi um caso mais ou menos famoso, dos traficantes que foram introduzindo heroína nos Estados Unidos ocultada nos cadáveres dos nossos soldados que foram mortos no Vietnã. Ao final das contas eu fui à Tailândia e me meti com esses traficantes e eles se encantaram comigo. É que eu caibo perfeitamente no enquadramento de um mafioso número um e os chineses tinham total confiança em mim. E me convidaram a ir aonde eles descreveram como a “feitoria”, onde em 1971, durante a Guerra do Vietnã, estavam produzindo toneladas de heroína. E depois de dois ou três meses trabalhando encoberto, sob uma situação, viajando dentro do Camboja até a Tailândia, a CIA então se mete. Isso a primeira vez em minha vida, se mete no caso a CIA e me dizem: “Levine, pare por aí, não queremos que vá mais além”. O porquê, eu me dei conta depois, foi que os traficantes maiores, nessa região do mundo, no tráfico de heroína eram aliados da CIA na Guerra do Vietnã. Eu não podia acreditar nisso; eu era um bom soldado, não percebia porque antes disso eu estava no Exército norte-americano, acreditava no sistema, cumpria ordens. E quando a CIA me disse: “você não sabe de todos os interesses que funcionam agora; você não conhece o desenho grande. Você tem que confiar em nossa palavra, sendo um bom soldado: pare por aí”. E o fiz. E depois percebi que a CIA então estava protegendo os traficantes que estavam introduzindo heroína nos Estados Unidos dentro dos cadáveres dos nossos jovens. Vocês não podem imaginar como isto me causou impacto. Eu não queria acreditar nisso, não podia acreditar e continuar trabalhando porque então eu tinha meu irmão que estava sofrendo por causa da heroína e depois, como te disse, se lançou às drogas aos 15 anos de idade e aos 37 anos de idade meteu em si uma bala escrevendo uma carta: “Perdoe minha família, meus amigos, eu não podia mais agüentar a droga”.

Imagine como eu poderia continuar meu trabalho se havia absolvido a verdade; não podia absolver isso, não podia conceber isso. Isso era uma opinião impensável. E eu continuei trabalhando; trabalhando encoberto, atuando em caso após caso. E depois vamos discutir o tema de informantes porque esse é um tema que não estou tão seguro de que vocês estejam a par exatamente sobre o que significa o uso de informantes no mundo da droga. Vocês têm que ter em mente que 99% dos casos de tráfico de drogas começam, decolam através de informações, do trabalho de informantes. E voltando àqueles anos, eu era muito bom no trato com informantes. Eu sabia bem como dirigir os informantes; eu sabia como pensavam os informantes porque eram criminosos e eu fui criado na rua; a metade dos meus amigos era criminosa. Eu vivi uma vida bastante experimentada. Estou procurando outra maneira de descrever isso. Eu atuei em milhares e milhares de casos: heroína, cocaína, traficante. E outra coisa é que eu fui criado em um bairro latino de Nova Iorque e aprendi, como nós dizemos na rua, Spanglish (mescla de espanhol e inglês); e eu podia conversar sem lições, porque minha primeira namorada era porto-riquenha, eu tinha 13 anos de idade e todos os meus amiguinhos eram também boricuas (porto-riquenho). Nessa época não havia muito oficiais, não havia muitos agentes da DEA ou de outras agências que podiam se defender em espanhol e começar a ingressar todos.

O tráfico de cocaína foi aumentando tremendamente e a maioria dos traficantes era de fala espanhola. E me colocaram na rua trabalhando, fazendo-me passar por traficante; e comecei a atuar em caso após caso de cocaína, às vezes duzentos quilos, cem quilos. E naqueles anos esses casos foram tremendos. E me passaram para trabalhar na Argentina onde eu desempenhava o cargo de adjunto da DEA. Mas a maior parte de meu trabalho na Argentina foi fazer me passar por traficante, meio siciliano, meio porto-riquenho, conhecendo traficantes em todos os países. E lá eu conheci gente ligada a Roberto Suárez.

E sobre essa história eu recomendo que obtenham uma cópia não impressa, que se pode obter através da Internet facilmente. Saiu também na América do Sul sob o título de “A Grande Mentira Branca”. E a história de Roberto Suárez é que ele também se encantou comigo, tinha muita confiante em mim, acreditava em mim. E a minha infiltração junto ao pessoal de Roberto Suárez veio através de um informante de confiança de Suárez, como em todos os casos. E ele me apresentou como gente de confiança; no final das contas chegamos a ter naquela época o maior caso da história do tráfico de drogas.

QUEM ERA ROBERTO SUÁREZ, SUA RELAÇÃO COM OS DENOMINADOS “NOIVOS DA MORTE” DO EX-SS NAZISTA KLAUS BARBIE E A POLÍTICA DE SEGURANÇA NACIONAL EM INÍCIOS DOS ANOS 80 EM PAÍSES COMO BOLÍVIA, PARAGUAI, ETC... E DE COMO MUITOS DOS MERCENÁRIOS DE SUÁREZ ERAM INFORMANTES DA CIA.


Gregorio Dionis: Por que não explicas um pouco quem era Roberto Suárez? Sua relação com aqueles grupos dos “Noivos da Morte” e também com a política do que se chamava de “Segurança Nacional” naquela época na Bolívia, Paraguai, para os que nos ouvem possam ter uma opinião mas clara do que aconteceu.

Michael Levine: Roberto Suárez era, segundo o contador do cartel de Medelim, que foi testemunho perante nosso congresso, o maior traficante da história, o mais poderoso, maior e mais poderoso do que qualquer colombiano. Ele, naquela época, controlava 99% do produto que saiu da Bolívia, a pasta básica. Daí a pasta básica foi para a Colômbia para ser transformada em cocaína. Sem a pasta básica não haveria mercado de cocaína. Roberto Suárez foi o controlador de toda a cocaína neste planeta quando eu o conheci. E ao mesmo tempo ele tinha seus soldados de segurança sob controle de Klaus Barbie, o nazi fugitivo. E a maioria de seus seguranças era de ex-oficiais SS do exército nazista. Ele tinha também um grupo que se chamava então de “los fianzes de la muerte”. E esse grupo também incluía agentes da França, mercenários de todos os países do mundo que vieram para a Colômbia trabalhar como assassinos, não há outra maneira de descrevê-los. E gente bem experiente em métodos de tortura; esse foi seu exército.

11 de janeiro de 2014

UM NOVO MODO DE VIVER PT 3 - O Baixo Astral é Fatal se você come a TRISTEZA DA VACA

O comportamento do homem para com os animais é inseparável do comportamento dos homens entre si.
Herbert Spencer



Os animais - onda de vida que vem logo depois da nossa, portanto literalmente nossos irmãos menores possuem duplo eterico e corpo astral. As energias circulantes nesses corpos tem uma vibração densa, letárgica e agressiva, se comparada ao campo energético humano. Quando o animal é sacrificado, os resíduos energéticos astroetéricos, obviamente não destruídos pelo cozimento, permanecem aderidos à sua carne, sendo absorvidos então nos corpos etérico e astral do comedor de carne.
Esses verdadeiros "emplastos" de energias animais que se colam na rede energetica dos corpos sutis do carnívoro, iniciam um processo de rebaixamento de vibrações e de contaminação psíquica. É uma espécie de desaceleração energética. A energia animal intrusa, que não vibra no mesmo teor da humana, causa uma espécie de curto-circuito ou desaceleração da rede eletromagnética do organismo nos niveis denso, etérico e astral. Perturba-se o fluir da energia cósmica de frequencia mais elevada que constitui o ser humano. Está preparado o cenário para os que chamamos de "doença".
Paralelamente o contágio astral da carne animal desperta no campo astral do carnívoro as vibrações similares às do animal devorado. Que tal ser parceiro das emoções do porco, do boi, do frango...? Pois, sinto dizer, é exatamente o que você está absorvendo com o astral da carne ingerida.
Essas emoções primitivas vão reativar as memórias arquivadas nas camadas ancestrais do nosso psiquismo - os instintos por onde ja transitamos, construindo a nossa consciência. Todo o lixo emocional que estamos trabalhando durante para reciclar é reativado. Agressão, raiva, egoismo, brutalidade, ciume, impaciência, crueldade, SEXUALIDADE INSTINTIVA, são as contrapartes invisíveis ingeridas com a carne animal.
É muito difícil resistir a essa sintonia que pressiona o emocional humano, não é de admirar que o emburrecimento das sensações, uma certa letargia ou indiferença bovina, um egoismo inconsciente, se alastrem e não e não consigam ser vencidos pelo apelo da natureza humana superior.
Por outro lado, imagine as emoções de medo, desespero, e dor que vibram no campo astral dos animais sacrificados e a tristeza, a depressão que acomete um animal criado em condições curéis. O astral desse infeliz animal é um pacote de emoções mórbidas, sombrias, desesperadas que é ingerido pelos humanos inconscientes.
Imagine a delicada fisiologia de uma criança submetida a isso, É uma verdadeira agressão dar carne a uma criança, ( Observe que muitas atualmente estão desde pequenas rejeitando-a com firmeza ). Esqueça os velhos e obsoletos conceitos dos séculos anteriores. Muitas novas crianças do Terceiro Milênio estão ai, algumas já adolescentes, esbanjando saúde, inteligentes, sensíveis e criativas sem jamais terem sido submetidas ao embutrecimento da ingestão de cadaveres animais.
Sim, pois a carne, vamos encarar de frente, não passa disso: é um cadáver e come-la, transforma o seu estomago num cemitério onde vai decompor esse animal morto.
- Mas ninguém desejaria os sofrimento dos animais inocentes. Ninguém pensa nisso quando faz um sanduíche de presunto ou faz um churrasco com os amigos!
Sim, esse é exatamente o problema, NINGUÉM PENSA NISSO.
Ou, por outra: ninguém pensa séria e honestamente sobre o que está fazendo, porque ninguém deseja ser  conscientemente cruel no âmago da consciência, todos sabemos o que estamos fazendo. O problema é que não queremos abdicar de nossos velhos prazeres, por mais mórbidos que sejam e temos preguiça de mudar.
Um último lembrete. Você, se é uma pessoa com anseios espirituais, considere que sua sintonia com os planos internos da vida fica prejudicada pela cortina de fluídos animais obscuros que se espalham pelos seus corpos etérico e astral, com a ingestão de carne. Se você for médium, tenha certeza de que o astral animal torna o astral do médium menos receptivo e mais embotado e com mais janelas vibratórias abertas para o astral inFerior. Se você trabalha com passes ou cura espiritual, cromoterapia ou magnetização ( isso vale pra todos os terapeutas energéticos ) tem por dever manter sua energia astroetérica tão pura quanto possível. Você vai doa-la a pessoas que confiam em você.
Trecho do livreto: Paz e Amor, Bicho!

4 de janeiro de 2014

NASA documentos revelam "Mudanças Climáticas" causada por Armas que convertem o clima

Documentos da NASA pouco conhecidos Revelam Missão de militares e Agências Federais para modificar o Clima.


Homens de Preto Neuralyzer Chemtrails SRM sm

É inaceitável que a ONU / IPCC continuem a empurrar para o CO2 como a causa para a mudança climática, mas se recusam a reconhecer que os militares tem estado ativamente envolvidos no que diz sobre o aquecimento do clima Arms Technologies há mais de 20 anos !!!








TÍTULO: "Presente e Futuro Planos de agências federais em Modificação do Clima"

Este conjunto de documentos de 1966 revela uma rede de agências governamentais em colaboração permanente e secreta entre si e os militares para modificar o clima global. Criado pelo elitista da Academia Nacional de Ciências - décadas de uma cultura inter-agências de sigilo explica por que a questão da Geoengenharia aerosol secreto é um tema tabu para ser degradado ao status de "teoria da conspiração" por uma matriz de burocratas cúmplices em todas as oportunidades . É por isso que o "meteorologista" da TV local raramente vai fazer um comentário útil sobre um céu incomum repleto de trilhas jato persistentes.

TÍTULO: . "A evolução de um programa de P & D de modificação do tempo em um sistema de armas militares" A Crítica 1986 da iniciativa de 1966.

Este documento surge como um projecto anônimo pretende ser uma crítica ao programa de modificação do tempo dos EUA de que o autor caracteriza como sequestrado em um sistema de armas militares.

Jules Verne escreveu sobre geoengenharia, clima da Terra, em 1889, em uma sequência de "Da Terra à Lua" chamados "a compra do Pólo Norte".Verne escreve que o Baltimore Gun Club comprou grandes áreas do Ártico, em seguida, usou o famoso cânon a partir do eixo da Terra terra-para-a-lua para inclinar. O objetivo foi o de estabelecer um paraíso tropical como uma atração turística lucrativa no Pólo Norte, enquanto "melhoraria" todo o clima global.

Se Verne previu corretamente que o homem iria viajar da Terra à Lua, não deve ser nenhuma surpresa que ele também previu que um pequeno grupo de homens influentes consideram o aquecimento do clima um lucro.

Verne poderia ter sido inspirado por Harvard e o geólogo Nathaniel Shaler que propôs desviar a água quente do Atlântico para o Ártico por volta de 1877 - uma dúzia de anos antes de a história "fantástica" de Verne ter publicada.


O aquecimento do Ártico com projetos geoengenharia de larga escala tem sido a visão dos industriais por 100 anos - e ainda é




Lembre-se quando as pessoas pensavam que o aquecimento do Ártico era uma boa idéia?
Village Voice: "Ei, lembre-se que a mudança climática era uma ótima idéia?Côcos eram iminentes ".

"Imaginações correram no The Washington Post que previu Manhattan se tornando um paraíso tropical" ... "As pessoas estariam recolhendo laranjas das árvores no Central Park, ou pegar cocos de palmeiras [e] caçando crocodilos fora da Estátua da Liberdade. "


A perspectiva soou tão esplêndida para os nova-iorquinos que o senador William Calder (1917-1923) tentou obter $ 100.000 apropriado para um estudo da idéia. Village Voice


Lembra quando o aquecimento cientistas pensavam Ártico era uma boa idéia?




1962 Harry Wexler (15 de março de 1911 - 1962) era um graduado do MIT e PhD em meteorologia. Wexler estava pesquisando o elo de ligação entre os compostos de cloro e bromo para a destruição das camadas de ozonio estratosférica, mas morreu de um ataque cardíaco durante as férias em Woods Hole, Massachusetts Wexler já aceitou o convite para dar uma palestra intitulada "O clima de Terra e suas modificações "na Universidade de Maryland e do Instituto de Pesquisas Espaciais Tecnologia.

Wexler da ideias das últimaa de longas séries de propostas ambiciosas para aquecer o Ártico. Coincidentemente, suas propostas foram feitas ao mesmo tempo que a Academia Nacional de Ciências estava trabalhando para criar um programa nacional de modificação do tempo - a direção em que o militar já havia embarcado em 1958.

"aquecimento global" iniciativas propostas por Wexler:



Para aumentar a temperatura global da Terra em 1,7 ° C, "através da injeção de uma nuvem de cristais de gelo na atmosfera polar detonando 10 bombas H no Oceano Ártico - o tema do seu artigo 1958, na revista Science" (Wexler H. , 1958, "Modificando o tempo em uma escala grande," Ciência, ns 128 (31 de outubro de 1958): 1059-1063).
Para diminuir a temperatura global de 1,2 ° C pode ser factível ", com o lançamento de um anel de partículas de poeira em órbita equatorial, a modificação de uma proposta russa antes para aquecer o Ártico".
Para destruir a camada de ozônio e, consequentemente, aumentar abruptamente a temperatura da superfície da Terra, através da pulverização "várias centenas de milhares de toneladas de cloro ou bromo" com um avião estratosféricoFleming, 2007 (a), pp 56-57;. Fleming, 2007 ( b) ", nota n ° viii", p.9 & p. 5

A decisão de inverter a direção do aquecimento do Ártico para o arrefecimento do ártico foi anunciada em 1963 -. No ano seguinte a morte de Wexler quando a Academia Nacional de Ciências da Comissão em Ciências Atmosféricas recomenda nomeação de um Painel sobre Tempo e Clima Modificação pg 2


Circunstâncias prevalecentes seguintes a Segunda Guerra Mundial:



  • Operação Paperclip (Também chamado de OperaçãoOvercast) conseguiram os cientistas da Alemanha nazista o recrutamento para o emprego nos EUA após a Segunda Guerra Mundial e levou à formação da NASA e do programa ICBM.
  • Lei de Segurança Nacional passou, em 1947, tornou possível a ascensão do complexo industrial militar e a criação da Agência Central de Inteligência (CIA) para aumentar as oportunidades de experiências científicas a serem realizadas sem o conhecimento público ou supervisão do Congresso.
  • Avanços do pós-guerra em ciência e física avançada abriu oportunidades para o desenvolvimento de conceitos de pensadores avançados, como Nikola Tesla que estavam esperando na prateleira por mais de 50 anos.
  • Em 1958, a aplicação militar de métodos de Tesla conhecidas de manipulação eletromagnética da atmosfera terrestre já estava em andamento. Casa Branca assessor de modificação do tempo para o presidente Eisenhower informou o Departamento de Defesa estava estudando maneiras de manipular cargas elétricas da terra e do céu, a fim de manipular o tempo para fins de defesa nacional.
  • A ascensão de uma classe média informada e educada olhou para baixo sobre as propostas que empregavam detonações nucleares que se tornaram consideradas perigosas e arrogantes. Isso não quer dizer que as propostas para mediar o clima ártico foram totalmente abandonadas.

Se o aquecimento do Ártico foi considerado tão bom para o comércio durante 100 anos por que uma descoberta que encontrou dióxido de carbono já estava realizando a tarefa de graça, de repente, foi considerada como uma catástrofe que precisa ser evitada?



O desastre da BP no Golfo do México demonstra como existe o Big Oil em um mundo de pragmatismo oportunista, não importa o risco para o ambiente. Com uma longa história de sociopatia corporativa, Big Oil teria pouco interesse em um evento que causaria gelo no ártico recuasse enquanto seu sonho de longa data de novas rotas de navegação árticas e acesso a anteriormente reservas de petróleo e gás bloqueado de gelo foi realizado. Poderia fazer diferença marginal se as temperaturas árticas subissem devido a (1) o aumento dos níveis de CO2 ou (2) a manipulação do clima ártico secreta.

Este cronograma de projetos de geoengenharia determinados sugere o objetivo de mediar clima ártico continua a ser um objetivo favorito da indústria de combustíveis fósseis.



Nathaniel Shaler1912, Nova Iorque e Engenheiro Industrial, Carroll Livingston Riker propôs a construção de um molhe de 200 milhas ao largo da Terra Nova para aumentar o fluxo da Corrente do Golfo para a Bacia do Ártico com a vantagem adicional de que seria a "mudança" no eixo do planeta terra.1929: Hermann Oberth,1945; Julian Huxley,1958, M.1958 ; Arkady Markin, engenheiro soviético, propôs que os Estados Unidos e a União Soviética construissem uma barragem gigantesca pelo Estreito de Bering e usassem bombas de hélice com motor nuclear para empurrar a corrente quente do Pacífico para o Atlântico através do Mar Ártico.1958 engenheiro russo de petróleo, da PM Borisov propos que derretendo as calotas polares do Ártico e da Groenlândia, espalhando pó preto de carvão no gelo, criando cloud-cover através dos pólos para reter o calor e para desviar as águas quentes do Atlântico para as regiões polares.O plano foi encorajado pelos esforços dos EUA para encontrar "usos pacíficos" para a energia atômica.
  • 1962 Harry Wexler (15 de março de 1911 - 1962)  graduado do MIT e PhD em meteorologia. Wexler estava pesquisando o elo de ligação dos compostos de cloro e bromo para a destruição das camadas de ozonio estratosférico, mas morreu de um ataque cardíaco durante as férias em Woods Hole, Massachusetts Wexler já aceitou o convite para dar uma palestra intitulada "O clima de Terra e suas modificações "na Universidade de Maryland e do Instituto de Pesquisas Espaciais Tecnologia

Ele permanece em grande parte inexplicável por décadas de otimismo para aquecer o Ártico que foi subitamente substituída por uma campanha de medo e desgraça para as consequências do aquecimento do Ártico sob o nome de "Aquecimento Global"



Nas propostas da geoengenharia de 1960 para aquecer o Ártico teve uma grande parte inexplicável inversão de marcha quando o oceanógrafo, Roger Revelle 's investigação concluiu que o dióxido de carbono já estava aquecendo o clima de graça e sem a necessidade de projetos de geoengenharia caro e arriscado.

Este U-Turn de direção parecia ser um revés com exceção das partes interessadas no setor da energia que haviam sido investidos em projetos de aquecimento do Ártico durante décadas. Será que a história CO2 finalmente prometem dar Exxon, BP e Shell o que eles queriam?


Se a ciência da previsão de Roger Revelle pelo aquecimento global acabou por ser errado ou muito lento, o DoD pode intervir - por razões de segurança nacional - para ajudar o aquecimento no ártico como componente secreto de classificadosda  modificação do tempo dos militares e do programa de armas.


O documento de 1996 da Força Aérea que prevê " Possuindo o tempo em 2025 "não descarta o uso de Tesla e tecnologias de plasma para aumentar temperaturas árticas, a fim de desavantajar o inimigo percebido. A decisão de não intervir pode trair o principal objectivo do militar de "Full Spectrum Dominance". Afinal de contas, o acesso a petróleo e gás tem sido uma prioridade de segurança nacional durante décadas.


Em 1966, o Dr. Gordon JF MacDonald foi Presidente do Painel de Selecção ICAS em Tempo e Clima Modificação e escreveu:


"O dióxido de carbono colocado na atmosfera desde o início na revolução industrial produzindo um aumento na temperatura média da atmosfera inferior de alguns décimos de um grau Fahrenheit." Gordon MacDonald "A menos que a paz venha:. Como Destruir o Ambiente Fonte


MacDonald estava se referindo a Roger Revelle e Hans Suess papel que reverteu o debate de como aquecer o ártico de como evitar o aquecimento do Ártico. Pesquisa oceano de Revelle relatou um aumento no dióxido de carbono na atmosfera da Terra era supostamente resultado de fabricação industrial e queima de carvão Fonte


Revelle tinha trabalhado com a Marinha no final da década de 1940 para determinar quais projetos de financiamento e com sucesso ganhou, promoveu a idéia de que a Marinha deveria investir mais em "pesquisa básica". Revelle estava profundamente envolvido no crescimento global de oceanografia. Ele também foi um dos presidentes de comissões do influente Academia Nacional de Ciências estudos sobre os "Efeitos Biológicos da Radiação Atômica" ( URSO ), 1954-1964. A influência no mundo da Revelle foi significativa, como presidente do Comitê Científico de Pesquisa Oceânica, um grupo internacional de cientistas dedicados a consultoria em projetos internacionais. Revelle e outros cientistas da Scripps Institution of Oceanography ajudou o governo dos EUA a planejar testes de armas nucleares para que os oceanógrafos pudessem fazer uso dos dados. Fonte


As conclusões do relatório BEAR estavam compreensivelmente significativa para demonstrar o dano biológico e ambiental nociva da radiação atômica e poderia facilmente ser suficiente para impedir projetos de geoengenharia que recomendaram detonar bombas H. Mas a evidência é a mais fraca que todas as intenções de mediar o clima ártico foi totalmente abandonada.


Se o objetivo fundamental para aquecer o ártico continua a ser uma prioridade tácita da segurança nacional no setor de energia, o projeto poderia ser levado para fora da vista do público e comissão de fiscalização para se tornar uma operação classificada no desenvolvimento do programa de guerra tempo dos militares - uma iniciativa que foi reconhecida por programas de modificação do tempo civis formalizados pela NASA e 1966 ICAS charter.

Desde 1958 o Congresso e as Forças Armadas já vinha trabalhando em sistemas de guerra tempo exóticas que envolveram manipulação eletromagnético da ionosfera.





Congresso dos EUA, Senado, Comissão Inter-State e Comércio Exterior, Modificação do Tempo de Pesquisa, Audição, Washington DC Governo dos EUA. Impressão Offlce, March 18-19, 1958, Lowell Ponte cita o capitão Orville com relatórios "que o Departamento de Defesa estava estudando formas de manipular as cargas da Terra e do céu e assim afetar o tempo por meio de feixes eletrônicos para ionizar ou de-ionizar a atmosfera sobre uma determinada área ".... Capitão Orville também discutiu experiências em curso da Força Aérea dos EUA com 'vapor de sódio, ejetado de aviões a jato para interceptar a radiação solar' sobre países inimigos e chover no seu tempo. (O resfriamento, op. Cit. Pp 168-169 Fonte P. 42


O flip-flop de encontrar formas de aquecer o ártico, de repente, encontraram maneiras de manter o ártico do aquecimento foi anunciado em 1963 - no ano seguinte, a morte súbita do meteorologista, Harry Wexler. Tendo consciência total do programa de 1958 de armas de manipulação do tempo dos